Estudo para o encontro de homens, mulhres e jovens. Tema: A DIVINDADE DE JESUS

pro-church-media-477816-unsplash-1024x576A DIVINDADE DE JESUS

TEXTO-BASE: “Ao cair da tarde daquele primeiro dia da semana, estando os discípulos reunidos a portas trancadas, por medo dos judeus, Jesus entrou, pôs-Se no meio deles e disse: ‘Paz seja com vocês!’. Tendo dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se quando viram o Senhor. Novamente Jesus disse: ‘Paz seja com vocês! Assim como o Pai me enviou, Eu os envio’. E com isso, soprou sobre eles e disse: ‘Recebam o Espírito Santo. Se perdoarem os pecados de alguém, estarão perdoados; se não os perdoarem, não estarão perdoados’. Tomé, chamado Dídimo, um dos Doze, não estava com os discípulos quando Jesus apareceu. Os outros discípulos lhe disseram: ‘Vimos o Senhor!’ Mas ele lhes disse: ‘Se eu não vir as marcas dos pregos nas Suas mãos, não colocar o meu dedo onde estavam os pregos e não puser a minha mão no seu lado, não crerei’. Uma semana mais tarde, os seus discípulos estavam outra vez ali, e Tomé com eles. Apesar de estarem trancadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: ‘Paz seja com vocês!’. E Jesus disse a Tomé: ‘Coloque o seu dedo aqui; veja as minhas mãos. Estenda a mão e coloque-a no meu lado. Pare de duvidar e creia’. Disse-lhe Tomé: ‘Senhor meu e Deus meu!’” (João 20.19-28).

EXPOSIÇÃO DO TEXTO: A fé em Deus como Pai é algo muito comum entre pessoas das mais diversas religiões. Contudo a fé na divindade de Jesus Cristo é o que caracteriza o cristianismo e o faz diferente de outras crenças. Ele mesmo disse: “Credes em Deus; crede também em mim” (João 14.1).

É verdade que muitos creem em Jesus, mas de uma forma parcial e insuficiente. É fácil acreditar nEle como um personagem histórico, um “espírito evoluído”, um profeta ou até um mestre. Há quem acredite que Ele seja “um filho de Deus” como qualquer outro. Porém a bíblia nos ensina que Ele é o próprio Deus. Não se trata de “mais um Deus”, mas de uma unidade triuna, formada pelo Pai, o Filho e o Espírito Santo. Como Ele declarou: “Quem vê a mim vê o Pai” (João 14.9). “Eu e o Pai somos um” (João 10.30).

Sua divindade já foi revelada no Antigo Testamento, ainda que o nome de Jesus não tenha sido citado. Vejamos o que disse o profeta Isaías em uma das mais conhecidas profecias messiânicas: “O Seu nome será maravilhoso, conselheiro, DEUS forte, pai da eternidade, príncipe da paz” (Isaías 9.6). Portanto foi profetizado o nascimento de um menino-Deus.

O Salmo 110 (1-4) é outro texto messiânico extraordinário. Encontramos ali dois “Senhores” no mesmo versículo. “Disse o Senhor ao meu Senhor: assenta-Te à minha direita até que ponha os Teus inimigos por estrado de Teus pés”. Buscando os termos hebraicos, teríamos o seguinte: “Disse Javé a Elohim”. Esses dois nomes de Deus nos permitem concluir que é uma fala do Pai para o Filho. A garantia final desse entendimento nos vem do Novo Testamento, onde o próprio Jesus aplica a Si mesmo o Salmo 110 (Mateus 22.41-46), tendo ainda a confirmação sobressalente do autor da carta aos Hebreus (Hebreus 5.6).

No Novo Testamento, temos a apresentação de Jesus feita pelos escritores evangelistas. Mateus o apresenta como rei dos judeus. Marcos o apresenta como servo. Em Lucas, Ele é o homem perfeito, mas é no evangelho de João que temos o ápice da revelação, quando Cristo é apresentado como Filho de Deus e como o próprio Deus encarnado.

O primeiro versículo já vai direto ao ponto, dizendo: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1.1). No versículo 14, temos a ligação com a pessoa de Jesus, quando lemos: “E o Verbo Se fez carne e habitou entre nós; e vimos a Sua glória, como a glória do unigênito Filho de Deus” (João 1.14).

O apóstolo João é o mais direto e claro na questão da divindade de Cristo, conforme lemos também em João 20.28 e 1 João 5.20.

O Senhor Jesus recebeu vários nomes e títulos. Um dos mais claros sobre a Sua divindade é “Emanuel”, que significa “Deus conosco” (Mateus 1.23).

A divindade de Jesus é negada pelo judaísmo e por várias seitas, como as Testemunhas de Jeová. O combate à nossa convicção passa pelo questionamento da interpretação dos textos apresentados. Há outros, porém, ainda mais claros, tais como Atos 20.28 e 1 Timóteo 3.16.

Jesus é homem e, ao mesmo tempo, Deus. Por isso Ele pode nos representar e nos salvar. Esse aspecto da fé é indispensável para a salvação.

 

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