ESTUDO PARA O ENCONTRO DE HOMENS, MULHERES E JOVENS. TEMA: Mídia: Fonte de benção ou maldição para crianças e adolescentes?

Mídia: Fonte de benção ou maldição para crianças e adolescentes?

Romanos 12.1,2; I João 2.15-17

 

INTRODUÇÃO

A TV é uma invenção do início do século 20, inicialmente se propôs a melhorar e incrementar a informação e o entretenimento, mas nos dias atuais ela é um instrumento poderoso de divulgação de coisas boas e ruins, mais desta do que daquela, e também para influenciar a opinião publica (no comportamento em geral). Ao lado da internet, a TV encabeça a chamada revolução da comunicação na presente era. Como é possível administrar o seu uso? Ou melhor, como podemos usá-la sem sofrer o prejuízo dos “efeitos colaterais?”.

O diabo depende da “matéria-prima” chamada carne – abundante em nossa natureza humana – para agir contra nós. Tiago declara em seu livro que: “…cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (1.14,15).

O brilho e as cores da TV fascinam qualquer um, mas o problema não está no aparelho em si. As programações visam a atingir a família de modo geral: desenhos animados para crianças; novelas para mulheres; filmes e atrações musicais para adolescentes; partidas de futebol e jornalismo para homens etc. O uso correto desse instrumento depende, principalmente, de autodisciplina, maturidade e de uma prioridade claramente determinada.

PROPOSIÇÃO: Precisamos vigiar e orar para não cairmos em tentação, pois a carne não é de confiança.

 

I– A INFLUÊNCIA DA MÍDIA TELEVISIVA E ESCRITA.

       Nossos olhos e ouvidos são portas de acesso para o nosso ser. O que permitimos “entrar” vai contribuir decisivamente para influenciar a qualidade das nossas palavras e mais diretamente das ações.

       João declara que “tudo que há no mundo (…) não procede do Pai”. Quem dirige os canais de TV em nosso país? Qual é a principal motivação dos dirigentes desse poderoso meio de comunicação? Eles amam a Jesus e valorizam os bons costumes? A exibição de suas programações visa ao soerguimento oü o crescimento da unidade familiar? Ou o progresso missionário da igreja? Se para essas questões a resposta for um enfático não, então temos razões de sobra para restringir o seu uso!

       Provérbios 22.6 relata: “Ensina a criança no caminho em que deve andar…”. Fazer da TV uma “babá” para nossos pequeninos é um grave erro. Devemos participar com nossos filhos de seus programas prediletos, comentar e discutir com eles sobre aquilo que assistem, e observar se a programação fere os preceitos da Palavra de Deus.

       A mídia escrita também exerce um fascínio importante, principalmente sobre os nossos adolescentes. Recentemente, por exemplo, podemos citar os livros de uma escritora inglesa, claramente perturbada, que produz a famigerada série Harry Potter, que relata as aventuras de um adolescente iniciado na bruxaria. Que mensagens esses livros transmitem para nossas crianças?

        Entre elas, destacamos as seguintes mensagens disfarçadas: Que o mau também é bom {veja Isaías 5.20), que podemos combater o mau com o mal, que os não praticantes de bruxaria não passam de “trouxas”, que os encantamentos substituem a oração, que Deus e Jesus são personagens esquecidas ou mitológicas etc. Como vendem esses tipos de literatura! O escritor Paulo Coelho é outro recordista de vendas! O mundo valoriza o que é propriamente seu.

 

II     – MÍDIA, BÊNÇÃO OU MALDIÇÃO?

        A TV se propõe a ser uma fonte de onde jorra água boa e má, mas isto é possível? {veja Tiago

3.12)      . A quem geralmente se destinam os programas evangélicos da TV? Essas programações substituem o culto realizado no templo?

        O termo bênção significa “desejo solene de felicidade, ao qual se confere em caráter sagrado (por exemplo: do pai sobre o filho); sentimentos e expressões de gratidão. Já a palavra maldição significa: “Ato ou efeito de amaldiçoar; palavras com que uma pessoa deseja que advenham males a outra”. Isto não acontece por meio das mensagens subliminares da Disney e outras? Sem falar daquelas que são diretas e abertas por meio das novelas, programas de auditório, filmes etc.

        Em uma pesquisa realizada pela ONU em seis emissoras brasileiras, constatou-se que em apenas uma semana 1.432 crimes foram mostrados nos desenhos animados. Os danos sobre nossas crianças são brutais: distorção do real, supervalorização de hábitos e palavreados indecentes, quebra de paradigmas absolutos, consumismo exacerbado e sem critérios, apego a heróis fictícios etc.

 

III     – COMO ENFRENTAR A MÁ INFLUENCIA DA MÍDIA?

        A mídia não pode ficar com o melhor do nosso tempo, esforço e recursos. Paulo, falando sobre a brevidade do mundo, enfatiza: “…e os que se utilizam o mundo, como se dele não usassem; porque a aparência deste mundo passa” (ICo 7.31).

        Precisamos desenvolver convicções espirituais fortes em nossos filhos, que lhes servirão de medida preventiva contra o pecado e o erro de diversas formas. Um belo exemplo é o de José filho de Jacó (veja Gênesis 39.9). O “gosto crítico” deve fazer parte dos pequeninos, isto somente é possível se eles tiverem acesso ao conhecimento básico da fé cristã. ABíblia possui “pontos referenciais” fundamentais, além disso, o exemplo é a melhor forma de ensino (ITimóteo

4.12)      .

-Definir parâmetros claros sobre prioridade (Deus, família, estudos ou trabalho e entretenimento). Criar atividades que ocupem sadiamente a mente dos adolescentes: cursos de informática, inglês, linguagem de sinais etc.

        Melhorar o tempo e a qualidade do diálogo em família. Em muitos casos a TV é colocada no lugar da boa conversa dentro de casa. O diálogo aprofunda a intimidade e o amor familiar, por meio dele os pais deixam claro a questão dos limites.

        Concentrar a nossa atenção em coisas saudáveis {veja 2Coríntios 10.3-5); guardar nossos olhos e corações de qualquer forma de idolatria e de coisas vergonhosas que podem corromper os bons costumes (I Coríntios 15.33).

 

CONCLUSÃO

A televisão é o principal fator de retardamento intelectual e afetivo do mundo contemporâneo” – André Lwoff (prêmio Nobel de medicina). Educar os filhos é dever dos pais e não da escola ou dos meios de comunicação, e isso precisa ser feito no tempo certo. Deus aborrece a todo procedimento mundano (veja Zacarias 8.17). Em razão de tudo que foi dito, perguntamos: no que a mídia contribui para crescermos em Cristo? Temos domínio ou somos controlados por ela? Quando é que o mundo dita regras na minha vida?

 

Fonte: https://josiasmoura.wordpress.com/

 

 

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