Estudo EBD para o dia 31.07.2016. Tema: A segurança da família que confia em Deus

A segurança da família que confia em Deus

Salmo 125

INTRODUÇÃO

Definitivamente, Deus ama a família! E quando Ele a criou (Adão e Eva) lhe deu toda condição de crescer e se multiplicar (em todas as áreas), fez uma promessa em Abraão de abençoar – por meio da descendência dele – todas as famílias da terra (veja Gênesis 12.3), que aconteceu em Jesus Cristo por meio da Redenção (“Deus amou as famílias de tal maneira…”).

Muitos pais e mães de família buscam segurança na cultura, dinheiro, trabalho, educação, ciências (médica, psicologia etc.), religião, no governo etc., mas não encontram, porque essas coisas são incapazes e circunstanciais. Somente Deus é o nosso refúgio e fortaleza eterna, socorro bem presente na tribulação, amigo para todas as horas e consolo nas aflições. No salmo 125, encontramos princípios que norteiam a segurança que a família tem se confiar em Deus e perseverar em cumprir a Sua vontade.

PROPOSIÇÃO: A segurança da família não está em coisas ou pessoas, mas em Deus.

 

I – A FAMÍLIA QUE CONFIA NO SENHOR É FIRME COMO UM MONTE ROCHOSO

      O versículo 1 relata sobre confiar em Deus. O verbo confiar no hebraico é bãtah, que também significa: sentir-se seguro, estar confiante, estar despreocupado. Uma das maneiras de confiar em Deus é expressa no conceito de dependência, de entregar-se a Ele sem hesitar, como uma criança à sua mãe. Deus é digno de confiança? Suas promessas são fiéis e merecedoras de toda aceitação?

       “Sião” uma das colinas ao redor de Jerusalém, lugar onde Salomão construiu o Templo (veja 2Samuel 24.18), nos serve de símbolo da graça, amor, força, soberania e presença de Deus na vida do Seu povo. No hebraico, a palavra tsiyôn significa lugar de defesa, fortaleza.

       O texto diz que essa confiança produz segurança “não se abala”. Apesar disso, ninguém está livre de ataques, “tremores” de todos os tipos. Entretanto, a promessa nos garante que não sofreremos qualquer “trinca” durante o processo de provas. Que tipo de abalo sua família está sofrendo atualmente?

-Temos confiado a Deus nossas lutas com os filhos, marido e mulher? O segredo é confiar em Deus, e quem confia descansa, espera sem ansiedade como fez Ezequias diante da ameaça de Senaqueribe da Assíria (veja 2Crônicas 32.1-8).

 

II – DEUS NÃO DESAMPARA A FAMÍLIA QUE O TEME E OBEDECE

       No versículo 2, o salmista faz uma comparação entre Jerusalém e o povo de Deus, e assim como os montes cercam ou protegem Jerusalém, assim está o Senhor para com o Seu povo.

       A certeza de que Deus está conosco (Emanuel), deve infundir a paz de espírito (ausência de inquietação interior) e ânimo (força perseverante e corajosa) para continuarmos lutando até a completa vitória (veja 2Crônicas 32.6-8).

       Aqueles montes eram uma espécie de proteção ou escudo natural contra os inimigos de

Jerusalém. As famílias também possuem inimigos: a criminalidade, a desestrutura conjugal, as drogas nas escolas e as más companhias para os filhos (rebeldia), o desemprego, as enfermidades etc.

      O salmista fala de “cetro dos ímpios” no versículo 3, literalmente o termo “cetro” faz referência a autoridade ou poder. As influências do mundo (meios de comunicação, TV, internet etc.), são sempre circunstanciais, e apresentam modismos perigosos que tentam se impor, pois distorcem valores morais absolutos (tornam relativo o certo e o errado) além de atrapalhar o diálogo em família.

      Vencemos todos os tipos de “cetros”, ou “setas malignas” que são enviadas do inferno contra as nossas famílias, por meio da oração perseverante, do estudo sistemático e aplicativo da Palavra de Deus e da comunicação aberta, franca e respeitosa dentro do lar.

 

III- DEUS ABENÇOA A FAMÍLIA QUE PRATICA SUA PALAVRA E FAZ BOAS OBRAS.

      No versículo 4, o salmista ora para que Deus faça o bem, ou abençoe as famílias “boas” e “retas de coração”. O que ele quis dizer com isso? Ser “bom” não é ser perfeito (veja Salmo 37.23), mas é ser como Jô, que amava e temia a Deus e se “desviava do mal” (Jó 1.8); são famílias que obedecem à Palavra, são caridosas e se compadecem dos necessitados. Ser “reto” é o mesmo que íntegro, justo, direito, imparcial, correto e fiel.

      As Escrituras nos ensinam exaustivamente a não sermos bons, sábios ou retos aos nossos próprios olhos (veja Provérbios 3.7), mas em verdade e sinceridade.

      Praticar a Palavra dentro do lar implica: encarnar o Evangelho de Cristo, adequar-se ao padrão divino em todas as áreas do viver humano, ser exemplo de paz, concórdia, serenidade, amor para com a vizinhança, reproduzir atos próprios do caráter de Deus etc.

      Nos versículos 4 e 5, temos a garantia de que se perseverarmos em obedecer à Palavra de Deus, Ele nos livrará da destruição que inevitavelmente alcançará a família dos ímpios, e os exemplos que comprovam essa afirmação podem ser vistos todos os dias no noticiário.

 

CONCLUSÃO

 

A segurança da família está na obediência à Palavra escrita de Deus. Quem “ensina a criança no caminho que deve andar” (Pv 22.6), não precisa temer o futuro. O marido que ama a sua esposa, e a mulher que é submissa ao marido, passam uma mensagem positiva a seus filhos. Cuidar dos nossos idosos é privilégio e não carga (veja Efésios 6.1,2). O versículo 5 é como uma profecia sobre a família que teme e obedece ao Senhor: “Paz sobre Israel!” Amém!

Na próxima semana continuaremos. 

 

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