CURSO DE APOCALIPSE – CAPITULO 9 E 10

Apocalipse 9

Agora nos aproximamos do meio da tribulação, em que acontecerão eventos mais críticos.

I.             A libertação do exército do inferno (9:1-12)

1 Depois o quinto anjo tocou a sua trombeta, e eu vi uma estrela que tinha caído do céu na terra, e ela recebeu a chave do abismo. 2 A estrela abriu o poço do abismo, e dele saiu fumaça, como se fosse de uma grande fornalha. E o sol e o ar escureceram com a fumaça que saía do abismo. 3 De dentro da fumaça saíram gafanhotos, que desceram sobre a terra e receberam o mesmo poder que os escorpiões têm. 4 “Foi dito aos gafanhotos que não fizessem estragos nas ervas, nem nas árvores, nem em qualquer outra planta; somente podiam ferir as pessoas que não tivessem a marca do sinete de Deus na testa.” 5 “Os gafanhotos não tiveram permissão para matar essas pessoas; eles podiam apenas torturá-las durante cinco meses. A dor que causavam nessa tortura era como a dor da picada de um escorpião.” 6 “Naqueles cinco meses as pessoas procurarão a morte, mas não a encontrarão; vão querer morrer, mas a morte fugirá delas.”
 7 Os gafanhotos pareciam cavalos prontos para a batalha. Na cabeça tinham uma coisa parecida com uma coroa de ouro, e a cara deles era como o rosto de um ser humano. 8 Os seus cabelos eram como cabelos de mulher, e os dentes eram como dentes de leão. 9 As suas couraças eram parecidas com couraças de ferro, e o barulho das suas asas era como o barulho de carros puxados por muitos cavalos quando correm para a batalha. 10 Os gafanhotos tinham rabos e ferrões como os de escorpiões, e era com os rabos que tinham o poder de ferir as pessoas por cinco meses. 11 Eles tinham um rei que os governava, que era o anjo que toma conta do abismo. O seu nome em hebraico é Abadom e em grego é Apolião ( isso quer dizer “O Destruidor” ).
 12 O primeiro “ai” já passou. Depois disso dois outros “ais” devem vir ainda.

 

A.            A estrela (v. 1/11)

João não vê a estrela cair. O que ele declara no versículo 1 é: “… e vi uma estrela caída do céu na terra” (algo que aconteceu em algum mo­mento no passado). É possível que essa estrela refira-se a Satanás. Ele é chamado de “Lúcifer”, que significa “esplendor” ou “estrela da manhã”. Isaías 14:12ss descreve a queda de Satanás em um passado indefinido e, Ezequiel 28:11-19, complementa a cena.

Em Lucas 10:18, Deus também dá “a chave do poço do abismo” a Satanás. Esse abismo insondável não é o inferno, ou o Hades, mas uma pri­são em algum lugar embaixo da terra em que os demônios são confina­dos por Deus. (Leia Lc 8:26-36 para ver como os demônios tinham pavor de ser enviados para o abismo.)

Em 1:18, lemos que Cristo tem todas as chaves, portanto ele tem de conceder autoridade a Satanás. O versículo 11 descreve essa estrela caída (Satanás) também como um destruidor. Ele é o rei dos demônios do inferno.

B.            A fumaça (v. 2)

2 A estrela abriu o poço do abismo, e dele saiu fumaça, como se fosse de uma grande fornalha. E o sol e o ar escureceram com a fumaça que saía do abismo

O versículo 3 deixa claro que as criaturas saem da fumaça, portanto ela, em si mesma, não representa as criaturas demoníacas.

O abismo é um lugar de trevas e de fogo; ele, aqui, é comparado a uma grande fornalha. As pessoas que brincam a respeito do inferno não percebem como sabem pouco sobre os tor­mentos dele. Essas trevas horríveis lembram-nos a praga do Egito (Êx 10:21-29), em que se podia apal­par as trevas. Satanás é o príncipe das trevas. Vale a pena lembrar que, um dia, a besta será libertada des­se abismo insondável (11:7; 17:8) e também que, um dia, o demônio será jogado nele (20:1-3).

C.            As criaturas com o poder dos escorpiões (vv. 3-10)

 

. 3 De dentro da fumaça saíram gafanhotos, que desceram sobre a terra e receberam o mesmo poder que os escorpiões têm. 4 “Foi dito aos gafanhotos que não fizessem estragos nas ervas, nem nas árvores, nem em qualquer outra planta; somente podiam ferir as pessoas que não tivessem a marca do sinete de Deus na testa.” 5 “Os gafanhotos não tiveram permissão para matar essas pessoas; eles podiam apenas torturá-las durante cinco meses. A dor que causavam nessa tortura era como a dor da picada de um escorpião.” 6 “Naqueles cinco meses as pessoas procurarão a morte, mas não a encontrarão; vão querer morrer, mas a morte fugirá delas.”
 7  Os gafanhotos pareciam cavalos prontos para a batalha. Na cabeça tinham uma coisa parecida com uma coroa de ouro, e a cara deles era como o rosto de um ser humano. 8  Os seus cabelos eram como cabelos de mulher, e os dentes eram como dentes de leão. 9  As suas couraças eram parecidas com couraças de ferro, e o barulho das suas asas era como o barulho de carros puxados por muitos cavalos quando correm para a batalha. 10  Os gafanhotos tinham rabos e ferrões como os de escorpiões, e era com os rabos que tinham o poder de ferir as pessoas por cinco meses

Os escorpiões são nativos da terra santa, e algumas espécies chegam a ter 15 centímetros de comprimento. A principal arma deles é o ferrão no final da cauda, e a Bíblia usa-os como símbolo de julgamento doloroso (Dt 28:38,42; 1 Rs 12:11-14). Compara-se também essas criaturas diabólicas com o gafanhoto, já que as pragas de gafanhotos eram um flagelo comum em Israel (veja Jl 2).

O versículo 4 traz uma advertência que deixa claro que não eram gafanhotos de verdade (veja 8:7), além do fato de que tinham um rei (v. 11; veja Pv 30:27). É-lhes dado um prazo de cinco meses e são proi­bidos de atormentar os judeus selados (7:1-3). O objetivo deles é atormen­tar, não matar. Na verdade, as pes­soas quererão morrer, mas Deus não permitirá isso (veja Jr 8:3). É provável que essas sejam criaturas demoníacas libertadas do abismo com a finali­dade de atormentar os homens. Esse julgamento faz paralelo com a oitava praga do Egito (Êx 10:3-20). O fato de essas criaturas terem características de animais domésticos (“cavalos”; v. 7) e selvagens (v. 8), como também de homens, sugere que Satanás imita as criaturas celestiais de 4:7.

Esse é o primeiro “ai”, e que pe­ríodo de tortura as pessoas da terra en­frentarão! É muito melhor conhecer a Cristo hoje e escapar da ira por vir!

II.            Os anjos atados junto ao rio são liberados (9:13-21)

13 Então o sexto anjo tocou a sua trombeta, e eu ouvi uma voz que vinha dos quatro cantos do altar de ouro que está diante de Deus. 14 E ao sexto anjo, que tinha nas mãos a trombeta, a voz disse: —Solte os quatro anjos que estão amarrados perto do grande rio Eufrates!
 15 Os quatro anjos foram soltos. Eles estavam preparados para essa hora, dia, mês e ano a fim de matar a terça parte da humanidade. 16 E me foi dito que os soldados a cavalo eram duzentos milhões. 17 Na minha visão vi os cavalos e os seus cavaleiros. Os cavaleiros tinham no peito couraças vermelhas como fogo, azuis como safira e amarelas como enxofre. A cabeça dos cavalos era como cabeça de leão, e da boca deles saía fogo, fumaça e enxofre.
 18 A terça parte da humanidade foi morta por estas três pragas: o fogo, a fumaça e o enxofre que saíam da boca dos cavalos. 19 Pois o poder dos cavalos está na boca deles e também no rabo. O rabo parecia uma cobra com a cabeça na ponta dele, e com ele os cavalos feriam o povo.

 20 O resto da humanidade, isto é, todos os que não tinham sido mortos por essas pragas, não abandonou aquilo que eles haviam feito com as suas próprias mãos: eles não pararam de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de bronze, de pedra e de madeira, que não podem ver, nem ouvir, nem andar. 21 Também não se arrependeram dos seus crimes de morte, nem das suas feitiçarias, nem da sua imoralidade sexual, nem dos seus roubos.

Esse é o segundo “ai”, dos três pro­metidos em 8:13. A voz vem do al­tar de incenso, porque as orações dos santos pedindo que Deus vin­gue o sangue deles chegaram a ele (6:9-11; 8:3).

Em 7:13, quatro anjos, em obediência a uma ordem, são refreados; e, aqui, ordena-se que os quatros anjos sejam soltos (sem dúvida, anjos caídos). O rio Eufrates sempre ocupou um lugar de des­taque na história. Ele flui do Éden, onde se inicia a história, e figurará nos eventos que serão o ponto cul­minante dela (16:12ss). A Babilônia era localizada no Eufrates (Ap 17— 18). No calendário de Deus, esses quatro anjos estão “preparados para a hora, o dia, o mês e o ano” de­terminados; e a tarefa deles é ma­tar um terço da população da terra.

Apocalipse 6:8 relata que um quar­to das pessoas da terra será morto, o que deixa três quartos da popu­lação para o julgamento ainda por vir; portanto, metade da população mundial terá sido dizimada depois que esses anjos matarem mais um terço das pessoas.

Esses anjos, depois de soltos, trazem exércitos de cavalaria que totalizam 200 milhões de soldados! Essa cavalaria satânica não é como qualquer outro exército na aparên­cia ou nas armas que usa. As princi­pais armas dele são o fogo, o enxofre e a fumaça; além disso, a cauda de­les é como uma serpente. Essa não é uma outra descrição do exército discutido nos versículos 1-12, já que aquele exército não tinha permissão para matar, e esse deve matar um terço da população da terra. Essa é uma das formas de Deus responder às orações dos mártires (6:9-11).

Imaginaríamos que multidões de pessoas se arrependeriam dos pecados e se voltariam para Cristo, mas isso não acontecerá. Os pou­pados (pela misericórdia de Deus) persistirão em seus pecados horro­rosos. A bondade de Deus não os leva ao arrependimento (Rm 2:4-6), por isso enfrentarão julgamentos pe­sados nos dias por vir e, por fim, o lago de fogo.

Os versículos 20-21 apresentam um vivido retrato de como será a vida após o arrebatamento da igreja.

A idolatria se espalhará pelo mun­do. Claro que o ídolo adorado é o demônio (1 Co 10:16-22). Satanás sempre quis que a humanidade o adorasse (Mt 4:8-10) e, agora, con­segue isso. Sempre há ignorância e imoralidade onde há idolatria; o versículo 21 relata os horríveis pe­cados e crimes que ocorrerão nesses dias.

No grego, a palavra para “fei­tiçaria” é pharmakeia, raiz das pa­lavras “farmácia” e “farmacêutico”, o que quer dizer que “diz respeito às drogas”. Gálatas 5:20 e Apoca­lipse 21:8 e 22:15 também a tradu­zem por “feitiçarias e “feiticeiros”. Veja também 18:23. A conexão en­tre a feitiçaria e a farmacologia fica aparente pelo fato de os feiticeiros usarem drogas e poções em suas ati­vidades malignas. João sugere que, nos últimos dias, haverá um reavivamento da feitiçaria e um aumento no uso de drogas. Há diversas or­ganizações de bruxaria espalhadas pelo mundo, e o espiritismo está em crescimento. Em relação ao aumen­to de uso de drogas, basta lermos os jornais!

Como esse capítulo se encaixa em todo o esquema de Apocalip­se? Provavelmente, esse exército de 200 milhões de cavaleiros aparece­rá logo após o período intermediá­rio da tribulação. A besta já é a cabeça do Império Romano revi­vido em cooperação com a igreja mundana e com as nações unidas.

É muito provável que esse exérci­to imenso que Deus permitiu que Satanás reunisse venha da Rússia. Ezequiel 38—39 prevê que, no meio do período da tribulação, a Rússia invadirá a Palestina. Ela tentará conquistar Israel, porém a besta libertará os judeus e fará o acordo de proteção de sete anos com os judeus. Ezequiel deixa cla­ro que Deus julga a Rússia e manda o exército derrotado de volta para casa. A besta, uma vez na terra san­ta, quebrará o acordo, mudar-se-á para o templo e começará a assu­mir poder sobre o mundo. Apoca­lipse 11:1-2 indica que os gentios estão de posse do templo de Jeru­salém reconstruído, e o resto do capítulo sugere que a besta mata as testemunhas que ainda prega­vam nos primeiros três anos e meio da tribulação. O versículo 16 fala de um exército imenso que não é o russo que invade Israel, e o soar da sexta trombeta indica que, nesse ponto, surgirão conquistas militares e aponta para a batalha de Gogue e Magogue.

 

Capitulo 10

Esse capítulo traz-nos ao período intermediário da tribulação (veja o esboço). De acordo com Da­niel 9:27, esse é o período em que a besta quebra seu acordo com Isra­el e mostra sua fúria satânica.

Note também que:  

·         as duas testemunhas ministram durante os primeiros três anos e meio da tribulação (11:3);

·         o remanescente judeu é protegido por Deus nos últimos três anos e meio de tribulação (12:6,14); a besta tem autoridade mundial nesse período final (13:5);

·         Satanás desce à terra pelo período de três anos e meio e desencadeia uma perseguição terrí­vel contra os crentes (12:12);

·         e Je­rusalém é massacrada pelos gentios nesses três anos e meio (11:2).

 

No­tamos um intervalo entre a sexta e a sétima trombetas (10:1 —11:14). A sétima trombeta introduzirá as sete taças da cólera de Deus e os últimos três anos e meio da tribulação (“a ira de Deus”).

 

III.           A aparência do anjo (10:1 -4)

Em 5:2, João viu “um anjo forte” e, agora, ele vê “outro anjo forte”; é mais plausível que esse mensageiro celestial seja Jesus Cristo, o Anjo do Senhor.

Os símbolos usados nessa passagem trazem-nos à memória a descrição do Cristo glorificado de 1:12-16. A nuvem e o arco-íris referem-se a 1:16; as pernas como colunas de fogo, a 1:15; o rosto como o sol, a 1:16. Com certeza, a voz como rugido de leão refere-se a 5:5; veja também Oséias 11:10 e Joel 3:16. Essa é a voz que anuncia a chegada do julgamento, não uma voz graciosa que convida. Apoca­lipse 11:3, talvez, apresente a me­lhor evidência de que esse anjo é Cristo, pois nessa passagem ele diz: “Darei às minhas duas testemu­nhas…”. Portanto, eis aqui Cristo, o Anjo do Senhor, que anuncia que Deus apressa sua obra e cumprirá seu propósito para a terra.

O livrinho (v. 2) contrasta com o livro de 5:1. Esse livrinho está aberto, e o outro estava selado. Os versículos 9-11 indicam que esse é um livro de profecias; o versícu­lo 7 deixa evidente que os profetas anunciaram o conteúdo do livro.

Essas profecias devem se relacionar com Israel, os judeus e Jerusalém, já que os profetas do Antigo Testa­mento não falavam das verdades da igreja, e o capítulo 11 e os seguintes falam exatamente desses temas. Tal­vez esse livrinho seja a mensagem selada de Daniel 12:4,9 que, agora, é aberta a fim de que se cumpra.

O Senhor declara, por assim di­zer, que todos da terra e dos mares permaneçam na terra e nos mares. Leia Josué 1:1-3. Não sabemos o que ele disse nem o que os trovões revelaram (veja 1 Sm 7:10 e SI 29). E inútil especular a respeito disso.

Ordena-se que João sele (não reve­le) as palavras dos trovões; essa é a única revelação selada nesse relato. Essa visão de Cristo deixa claro que ele está no controle, e cumprirá os propósitos de Deus, e reivindicará sua herança.

IV.          O anúncio do anjo (10:5-7)

Essa cena solene inicia-se quan­do Cristo levanta as mãos e afirma que já não haverá demora (não “tempo”).

Agora, responde-se à per­gunta das almas sob o altar (“Até quando?”; 6:10-11): já não haverá demora! Hoje, os zombadores per­guntam: “E a prometida vinda dele? Por que Deus não está fazendo al­guma coisa?” (2 Pe 3). Esse período atual de demora é a oportunidade de salvação para o pecador! Cristo afirma que, nos dias do soar da sé­tima trombeta (11:15-19), Deus ter­minará seu plano.

O termo “misté­rio” (v. 7) significa uma verdade que Deus deixou escondida. O homem mortal não consegue entender por que o pecado e o sofrimento estão no mundo, e os santos honestos sofrem, enquanto os pecadores de­sobedientes estão livres. Tenhamos certeza de que Deus endireitará essas coisas e completará seu pla­no. Leia com atenção 11:18 — e sinta-se confortado!

Algumas pessoas pensam que o “mistério de Deus” está no livrinho. Talvez esteja. O que sabemos é que Deus tem o controle da história e, no fim, fará com que o bem triunfe sobre o mal.

 

V.            A posse do livro (10:8-11)

Não é suficiente que João veja o livrinho nas mãos de Cristo ou até que conheça seu conteúdo; ele pre­cisa apropriar-se dele, torná-lo parte de seu ser interior. Veja eventos si­milares em Ezequiel 2—-3 e em Je­remias 15:16.

A Palavra de Deus é nosso alimento (Mt4:4; SI 119:103); antes que ela possa nos fazer qual­quer bem, precisamos assimilá-la. E bom ler e estudar a Bíblia, mas tam­bém precisamos memorizar a Pala­vra e digeri-la em nosso interior por intermédio do poder do Espírito.

O ato de comer o livrinho tem um efeito duplo sobre João: ele tem um sabor doce, mas é amargo ao estômago, semelhante ao efeito da espada de dois gumes que é a Pa­lavra (Hb 4:12). Desfrutamos das bênçãos da Palavra, mas também temos de sentir o seu peso. João foi abençoado com o conhecimento de que Deus cumpriria suas pro­messas; todavia, sentiu amargor ao perceber o sofrimento que sobrevi­ria nos três anos e meio seguintes da tribulação.

Digerir a Palavra preparou João para a continuidade de seu minis­tério como profeta. Que lição para nós, como testemunhas! É trágico quando tentamos servir ao Senhor e falar por ele sem antes reservar­mos um tempo para nos apropriar da Palavra dele! Só podemos compartiIha-la com os outros quando ela fizer parte de nosso ser interior. E muito importante que os santos re­servem um tempo diário para ler e absorver a Palavra.

O versículo 11 afirma que João deve profetizar a respeito de “mui­tos povos, nações, línguas e reis”. As seções seguintes de Apocalipse referem-se, muitas vezes, às nações, pois Satanás as incitará e as prepa­rará para a campanha do Armagedom (16:12-14).

 

 

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