Melhore sua escola Bíblica dominical – Idéias para a Escola Bíblica dominical

Idéias para a Escola Bíblica dominical

 

Este artigo faz parter integrante da Biblioteca digital 13. Adquira neste site agora.

 

   
 

 

 

 

«  “Deixai vir a mim os pequeninos…”

 

«  Você está realizando um excelente trabalho.

«  Como levar as crianças a vivenciarem a história.

«  Torne o domingo memorável.

 

«  Inventário

«  Oportunidade perdida na Escola Dominical

 

«  Demonstrem apreciação pelo pastor – no estilo das crianças.

 

 

 

 

 

“Deixai vir a mim os pequeninos …”

 

Ginger Mostert Church

 

    Que poder! Quanto Ele Se importou. “Deixai …” “pequeninos…” “vir …” “a mim”. A mensagem tem a mesma força hoje. Poderia ser possível propagar o evangelho ao “mundo todo” e deixar as crianças de fora?

 

    Leia as palavras novamente. Bem devagar. Sinta o amor, a alegria … o excitamento dessa ordem. Leia-os em voz alta e proferindo as palavras com autoridade. Tente uma voz amiga. Imagine-se proferindo-as a seus amigos. A Bíblia nos dá um retrato da purificação do templo. Por essa cena devemos imaginar o que aconteceu. “Jesus, porém, chamando-as para junto de si, ordenou: Deixai vir a mim os pequeninos e não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus” (Lucas 18:16).

 

    O pronunciamento ocorreu depois que os próprios discípulos criaram a cena. Retratamo-los tentando ajudar a Jesus. Parecia que Ele cuidava de todos. A fim de poupar-Lhe energia, porque não manter afastado o barulho feito pelas crianças? Imagine!

 

    “Com licença, você não percebe que Jesus é um homem extremamente ocupado? Ele Se está aprontando para assumir o governo de Seu próprio reino”. Quase posso ouvir Judas dizendo: “Afastem-se, por favor!”

 

    “Seria possível dar espaço a Jesus, por favor? Voltem para casa, alguém poderá se ferir…”, Pedro anuncia com voz autoritária.

 

    Frustrados, os pais tentam forçar o caminho. As crianças se acotovelam. Que excitamento.

 

    “Vocês não compreendem”, uma jovem mãe roga. “Necessito que Jesus toque meu filho. Ele está enfermo. Ouvi dizer que Jesus pode curá-lo”.

 

    Você está no meio dessa multidão? Visto que aceitou a posição de trabalhar com as crianças, deve ser um dos que as estão levando a Jesus. Você é o advogado delas. Às vezes será difícil. Você irá se perguntar se valerá à pena os esforços. Dobre seus joelhos. Feche os olhos. Pergunte ao Homem de Dores, ao Rei dos reis, o que Ele pensa a respeito das crianças. Faça um diário anotando tudo o que Ele disse e o que a Bíblia diz sobre as crianças.

 

    Você descobrirá que Deus escolhe as crianças já no ventre de suas mães para ocupar posições na terra; posições que nem nós nem elas poderíamos imaginar. Considere Jesus, João Batista, Moisés, Samuel, Sansão, Maria a mãe de Jesus. A lista é quase sem fim.

 

    Pai Celestial, Tu nos solicitaste que levássemos o evangelho ao mundo. Agradecemos-Te pela dedicação de homens e mulheres. Que eles encontrem realização e alegria ao seguir em Teus passos no ministério às crianças.

 

Ginger Mostert Church

 

 

Ginger Mostert Church, acaba de aceitar o cargo como editora freelance da Kids’ Ministry Ideas, iniciando já nesta edição. Ex-editora da revista Celebration, autora do livro A Woman’s Walk With God, oradora e escritora, tem o anelo de oferecer aos líderes das crianças materiais e sugestões que lhes facilitem o trabalho. Sua paixão é incentivar novos escritores, jovens e idosos, a enviar-lhe suas histórias criativas e outros materiais para cada edição.

 

 

[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, janeiro-março de 2005.]

 

Você está realizando um excelente trabalho

 

Feryl Moorhouse Harris

 

    A Diana havia planejado e conduzido muitas Escolas Cristãs de Férias, acampamentos de um dia, programas para as crianças e uma miríade de outras atividades dos ministérios da criança em sua igreja local por muitos anos. Ela tinha tanta experiência nessa área que freqüentemente recebia convites para apresentar seminários, partilhar seus conhecimentos com outros grupos e sozinha havia desenvolvido programação nova e criativa. Sem dúvida que todos apreciavam os resultados de seu trabalho, mas essa apreciação, em grande parte, ficou calada. Ela não era o tipo que reclamava atenção e um simples “muito obrigado” exercia um longo efeito.

 

    Assim, quando a comissão da igreja se reuniu para traçar os planos para o ano seguinte, havia expectativa de que os planos da Diana para a ECF estariam na agenda, acompanhados de uma proposta financeira, juntamente com todos os detalhes. O tesoureiro estava preparado para novamente descrever o montante solicitado como exorbitante.

 

    Quando o presidente da comissão abre o envelope, não espera ler o que a Diana escreveu: “Imagino que talvez venha a ser uma surpresa para todos que eu não tenha colocado neste envelope o que os senhores pensavam. Se neste ano houver a ECF, esta terá de ser planejada por outra pessoa. Estou cansada de conduzir os ministérios da criança com tão pouca ajuda e apoio. A Escola Cristã de Férias com a magnitude com que a realizamos requer muito mais do que simplesmente a minha pessoa e um ajudante (meu marido).

 

    “Aparentemente, este programa não é valorizado, visto que tenho recebido pouco incentivo e afirmação por parte da administração ou dos membros da igreja nos últimos anos. Tenho rogado e clamado por ajuda, mas esta não está disponível. Oro para que a igreja não deixe passar essa oportunidade de evangelismo, visto que, sem dúvida, haverá crianças que não pertencem à igreja ansiosas por participar novamente desse evento anual. Vocês estarão nas minhas orações. Sinceramente.”

 

    Como pode ser isso? Mais de 70 crianças haviam ornado as portas da igreja durante cada ano, na ECF. Certamente que estariam fazendo planos para participarem novamente do programa. No entanto, não houve apelo suficiente que fizesse a Diana reconsiderar sua decisão. O que aconteceu?

 

UM PADRÃO SEMELHANTE

 

    Em outra congregação ocorreu uma situação parecida quando a líder da divisão do Jardim da Infância, que atuava há poucos anos, demitiu-se do cargo devido à falta de interesse e ajuda dos membros de sua classe. Ela desejava continuar, mas precisava apenas de apoio pessoal, de pessoas que se comprometessem ajudar somente uma hora a cada semana.

 

    Histórias como as acima poderiam ser eliminadas se tão-somente as pessoas dedicassem tempo para incentivar, encorajar e auxiliar aqueles que incansavelmente dedicam seu tempo e energia com o alvo de ensinar os jovens a respeito de Jesus.

 

Como levar as crianças a vivenciarem as histórias

 

 

Dick Duerkson

 

Como Contar Histórias a Crianças Pequenas

 

    “…vocês devem brilhar como as estrelas no céu, entregando a eles a mensagem da vida” (Filipenses 2:15, 26, BLH).

 

    “Gostaria que todos vocês sentassem com as pernas cruzadas e se assentassem sobre elas, a fim de que seus pés não sejam vistos. Assim como eu estou fazendo. Veja se você consegue esconder seus pés, João. Muito bem. Agora irei contar-lhes uma história maravilhosa a respeito de um menino cujos pés estavam há tantos anos quebrados que ele não conseguia correr ou saltar ou brincar. Ele tinha de sentar-se assim como estamos agora – porém, não por alguns instantes, mas o tempo todo. Seu nome era Mefibosete”.

    Fazer com que as crianças vivenciem a história exige participação ativa de todos os sentidos: tato, olfato, visão, audição, paladar e emoções. Requer toda a energia e concentração que você pode reunir a fim de que o sucesso venha na proporção direta do quanto você investiu na história. Quando a história se torna viva, você verá fascínio em dezenas de olhos atentos, irá se alegrar ao ver que a atenção está na história e que as conversas paralelas cessam. Seus ouvintes devem distanciar-se da sala da Escola Dominical enquanto caminham lado a lado pelas ruas poeirentas com Jesus, com Rute, Paulo, Eva, Davi.

 

    Para ser bem-sucedido ao contar a história, damos algumas sugestões:

 

    1.   Busque a mensagem central da história e escreva-a em uma única sentença. Repita essa sentença várias vezes durante a história a fim de que as crianças a memorizem. Na história de Mefibosete, a mensagem central é: “Embora você possa se sentir como um cão morto, vindo de “lugar nenhum”, Deus o vê como um de Seus filhos favoritos”.

 

    2.   Leia a história e atente para os momentos sensoriais. Como Mefibosete sentiu a diferença ao trocar suas roupas ásperas pelas roupas de seda de um príncipe? Qual era o aroma do palácio? Como o cheiro era diferente de sua casa em Lo-Debar? De que cores eram as cortinas nos aposentos do palácio? Descreva o som da voz do rei Davi. Como sua voz soava a Mefibosete?

 

    3.   Busque os detalhes da história. Onde ficava Lo-Debar? Por que Mefibosete estava escondido lá? Qual é o significado do nome da cidade? Quem o escondeu lá? Por que ele se sentia como um “cão morto”? Como ele imaginava que Davi iria tratá-lo? As respostas a perguntas como essas irá encher sua história com detalhes fascinantes que a tornam mais verossímil, pessoal e real. Sua melhor fonte de pesquisa inclui livros sobre a vida e tempos bíblicos, comentários bíblicos, dicionários bíblicos e notas marginais de seu estudo da Bíblia. Mantenha seus olhos abertos aos detalhes que poderiam chamar a atenção das crianças e levá-las a se maravilharem.

 

    4.   Escolha palavras sensoriais e use-as de forma descritiva. Enquanto seca a testa e sorve longamente a água do copo, dê um suspiro profundo e diga: “Mefibosete vivia em uma cidade quente e poeirenta”, as crianças deveriam sentir-se suadas e com sede. Algumas delas de fato irão imitar seus gestos e suspirar junto com você. Quando o rei Davi coloca Mefibosete para sentar-se à sua mesa, descreva como as almofadas eram macias, o cheiro delicioso da comida e o sabor gostoso do suco fresco de maçã.

 

    5.   Envolva os sentidos das crianças. Faça-as sentarem-se como Mefibosete se assentava, com os pés que não podiam caminhar, escondidos sob o corpo. Faça com que encenem como se estivessem com medo do rei, assombrados com a vista a Jerusalém, repelido por cheirar como um cão morto, e admirados com o alimento delicioso na mesa de Davi.

 

    6.   Esteja preparado para as respostas das crianças. As crianças gostam tanto de participar quanto de ouvir. Se a sua história for bem-sucedida, as crianças terão se envolvido e estarão buscando retratos de sua própria vida ao sua história repassar o vídeo da vida de Mefibosete. Quando você descreve os sentimentos de tristeza dele, “como um cão morto”, esteja preparado pois a criança irá desejar falar a respeito de seu bichinho de estimação que morreu. Outra poderá lembrar-se de haver caminhado por um lugar poeirento e quente e outras ainda desejarão falar a respeito de seus alimentos prediletos – “assim como Mefibosete à mesa do rei”. Quando a criança o interrompe para descrever algo de sua própria vida, ouça, reafirme e então ligue o comentário à sua história. “Lucas, estou triste de que você já tenha caminhado por um lugar poeirento e quente. Foi assim que Mefibosete se sentiu quando teve de deixar o palácio onde vivia com seu pai. Mas, quando Mefibosete chegou em Lo-Debar …”

 

    7.   Ore para que Deus capacite sua imaginação a fim de que seja capaz de contar a história de forma honesta, clara e interessante. Quando findá-la, peça às crianças para resumi-la. Portanto, quando vocês estão realmente tristes e sentem como se ninguém se importasse, que sentimentos Deus tem por vocês? Ouça-lhes a resposta e então use sua mensagem central para consolidar o significado da história na mente das crianças.

 

    Acima de tudo, lembre-se de que ao contar a história você está sendo a voz de Deus, descrevendo-Lhe o caráter às crianças.

 

 

 

[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, janeiro-março de 2005, pp. 6-7.]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Torne o domingo memorável

 

Bárbara Manspeaker

 

 

    “Pare de balançar! É domingo”. A mãe da Jéssica gritou em direção do quintal.

 

    “Ei, papai, levante-se. Já estamos quase no pôr-do-sol e você prometeu que iríamos caminhar”, o Daniel disse enquanto agarrava as pernas do pai.

 

    Na classe da Escola Dominical a professora da Débora coloca no flanelógrafo a figura de uma criança carregando um balde com areia e uma pazinha. “Nós vamos à praia no domingo? Não! Isso não deixaria Jesus feliz”.

 

    A Jéssica, o Daniel e a Débora estão desenvolvendo um conceito a respeito do domingo que perdurará por toda sua vida adulta. É este um conceito correto? Realmente o domingo é um dia feliz, um dia de celebração? Ou o domingo é um dia que somente é guardado corretamente quando você fica entediado?

 

    Este último comentário foi feito a mim e a meu marido por nosso filho adulto. Estávamos discutindo o domingo e sua importância. Ele disse: “Quando eu era criança costumava pensar que estava guardando devidamente o domingo apenas quando estava entediado”. Que triste comentário!

 

O DOMINGO VERDADEIRO

 

    O domingo é um dia de celebração – uma comemoração da criação e da redenção. Verdadeiramente guardar o domingo significa torná-lo um dia muito especial em nossa vida. Os pais e os líderes da Escola Dominical necessitam trabalhar juntos para ajudar as crianças a celebrarem o domingo. Como podemos fazer isto, é a questão.

 

    O domingo deveria ser o dia da família. Durante a semana corremos contra o relógio a fim de realizarmos nosso trabalho, de chegarmos a tempo na escola, de levar nossos filhos para as aulas extracurriculares, levá-los às reuniões dos Desbravadores, e por aí vai. No domingo podemos diminuir nosso ritmo, respirar fundo e ser novamente uma família.

 

    Desde o início do domingo, no pôr-do-sol da sexta-feira, separemo-lo de uma forma especial que o destaque dos demais dias da semana. Os judeus tinham o costume de acender as velas, comer pão especial e beber suco com a família, no início do domingo. Cantavam hinos alegres.

 

    De acordo com os padrões conservadores de nossos dais, poderíamos ficar escandalizados ao ver palmas acompanhando os hinos. O domingo era considerado o rei da semana e a mãe a rainha do domingo. Portanto, a mãe exercia parte integral na celebração do domingo. As escrituras eram lidas e cada filho recebia uma oração individual. As velas permaneciam acesas do pôr-do-sol da sexta-feira até o pôr-do-sol do domingo, quando a família novamente se reunia, desta vez para lamentar que o rei da semana havia passado.

 

    Certa vez, quando estava conduzindo um seminário de fim de semana, iniciei o seminário na sexta-feira, segundo a tradição judaica de celebração do domingo. Acendemos as velas, partimos o pão, bebemos o suco e desfrutamos da companhia uns dos outros. Então fizemos a leitura da Escritura e a oração. Mantivemos as velas acesas durante todas as horas do domingo. No fim do domingo, reunimo-nos novamente para despedir o domingo e para apagar as velas (Na verdade, apaguei as velas durante a noite visando à segurança.)

 

    Aquele domingo foi realmente um dia especial. Como líder em circunstâncias parecidas, você pode tentar isso ou outra atividade e convidar as crianças e familiares a sua casa.

 

QUE MENSAGEM VOCÊ ESTÁ TRANSMITINDO?

 

    Nem sempre é fácil tornar o domingo de manhã uma celebração. A maioria de nós quase não tem dificuldades para se levantar para o trabalho, na hora certa, durante a semana, mas no domingo algo acontece com nosso relógio. Levantamos tarde, perambulamos pela casa, e temos mais problemas do que nos demais dias. Muitas vezes saímos para a igreja com tudo, menos vontade de celebrar. O dia do Senhor é menos importante do que os dias que dedicamos a nosso trabalho e chefe? Que mensagem estamos transmitindo às crianças em nossos lares e na Escola Dominical?

 

    O líder ou professor que chega, cronicamente, atrasado para a Escola Dominical diz às crianças: “O domingo não é especial, tampouco vocês”. O mesmo se aplica àqueles que vêm esporadicamente ou somente quando é responsável pelo programa. É esta a mensagem que realmente desejamos transmitir?

 

    A Escola Dominical de cada domingo necessita iniciar na hora certa, com alegria, com uma saudação alegre que deixe as crianças saberem que os professores estão felizes por estarem lá e por vê-las ali. A classe deve iniciar com uma atividade que diga “Feliz Domingo”, destacando que este é um dia especial.

 

    Pode ser usado um hino especial, uma história, poema, verso bíblico, repetido semanalmente. O que quer que você escolha, que seja breve e que destaque que o domingo é um dia de celebração conjunta.

 

    A hora do culto também deve ser uma experiência feliz para nossos filhos. Esperar que uma criança pequena fique sentada e permaneça em silêncio por uma hora ou mais é exigir além de sua capacidade. Tente explicar à criança o que está acontecendo em cada culto, e convide-a a participar. Incentive o pastor a sempre dedicar um tempo especial no culto para as crianças.

 

    Recentemente, na cerimônia da Santa Ceia em minha igreja, um dos membros explicou o significado do pão e do vinho às crianças em uma linguagem acessível a elas. Foi um acréscimo muito bonito e significativo à cerimônia e as crianças obtiveram um precioso conhecimento.

 

 

A CELEBRAÇÃO EXIGE PLANEJAMENTO

 

    Outra fonte de alegria para a igreja pode ser o boletim para as crianças. Pesquise nas livrarias materiais que forneçam sugestões para esse boletim. Os melhores boletins incluirão também algo exclusivo referente ao sermão do pastor como, por exemplo, a idéia muitas vezes usada de ouvir e contar certas palavras-chave proferidas durante o sermão.

 

    Os pais e os líderes da Escola Dominical devem planejar juntos como tornar a tarde de domingo emocionante. Um programa missionário especial – algo no qual as crianças realmente gostem de participar – pode ser planejado para a tarde. Inclua as famílias na atividade a fim de torná-lo especial. Você pode visitar um lar de idosos ou pessoas acamadas ou promover a hora da história. Muitas vezes reunimo-nos na casa uns dos outros para almoçar e então fazermos uma caminhada. Normalmente, os adultos conversam questões adultas e as crianças são deixadas por si só. De forma geral, isto implica em problemas. Incluam as crianças naquilo que vocês estão fazendo. Enquanto estão preparando a refeição, as crianças podem preparar um cartão especial para cada pessoa à mesa. Este pode ser decorado com uma folha, flor ou adesivo.

 

    Se as crianças ainda tiram uma soneca à tarde, façam planos para descansar nesse período. Se a sua família já passou desse estágio, planejem atividades interessantes e alegres.

 

    Certo domingo, fiquei responsável por todas as crianças durante um retiro nas montanhas. Planejei uma caminhada para as crianças que deveriam coletar tudo que lhes chamasse a atenção para depois fazerem comentários com o grupo, na volta. Naturalmente, choveu.

 

     Agora, o que eu poderia fazer? Em um barracão encontrei uma pilha de folhas secas. Perto do edifício encontrei alguns gravetos secos. Enchi duas sacolas de supermercado com as folhas e os gravetos e despejei-as no centro de duas mesas. Dei às crianças cartolina para servir de base e entreguei-lhes também cola, tesouras, marcadores e gliter. Elas tinham de montar um cenário. Os professores ajudaram as crianças menores com o gliter e a cola. Fiquei surpresa não apenas com os cenários incomuns e interessantes, mas também com o período de tempo no qual as crianças trabalharam felizes. Quando findou o domingo, os trabalhos artísticos foram expostos a todos os presentes no retiro.

 

    O que quer que você planeje, certifique-se de incluir alguma atividade física apropriada. Nada é mais negativo do que manter as crianças quietas por 24 horas. Isso não é considerado uma celebração.

 

    Providencie fitas de vídeo, DVDs, livros, quebra-cabeças, jogos bíblicos como atividades especiais para o domingo. A chave para tornar esses itens especiais é usá-los apenas no domingo. Depois que um item foi usado e a criança cansou-se dele, substitua por outro.

 

    Em todas essas sugestões a palavra a ser lembrada é “junto”. Façam planos para realizarem as atividades em grupo. Mostre às crianças que você sente o domingo como um deleite, que está feliz pelo domingo e que a celebração do domingo não significa T-É-D-I-O! Torne cada domingo uma celebração.

 

 

 

RESUMINDO

 

Faça disto um hábito

 

    Evite fazer julgamento quanto à forma como várias famílias guardam o domingo. Não permita que seus filhos julguem outra família. Enfatize o quanto o domingo é especial é o que de positivo podemos fazer para celebrá-lo. Dê oportunidade de escolhas individuais em sua própria família.

 

 

 

 

 

Bárbara Manspeaker dedicou sua vida ao trabalho com crianças e aos adultos que trabalham com ela. Reimpresso mediante permissão da revista Celebration.

 

 

 

[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, janeiro-março de 2005, pp. 10-12.]

 

 

 

 

 

 

Entusiasmo por aulas maçantes!

 

Pámela J. Kuhn

 

 

    Quantos de nós recordamos a história de um professor sentado à escrivaninha, sonolentamente nos ensinando a Batalha de Siló? Todos tivemos esse tipo de professor. Lembramo-nos do nosso tédio, não tanto pelo conteúdo que estava sendo transmitido.

 

    Provavelmente, não muitos de vocês tiveram um professor de matemática como o meu. Ele ficava tão entusiasmado com os ângulos retos e com os pontos de interseção que seus olhos brilhavam. Ele balançava para frente e para trás sobre seus pés e gesticulava vigorosamente as mãos para explicar seu método. O que nos levava a apreciar tanto a sua aula? Seu entusiasmo – exatamente o que fará com que seus alunos apreciam sua aula. Mesmo as crianças que vivem diante de monstros grosseiros, de videogames e dos filmes de horror irão se sentar e ouvir a história quando esta for apresentada com entusiasmo.

 

    Talvez você se sinta otimista quanto às lições em seu coração, mas não sabe como demonstrá-las. Não se desespere. Apresentamos aqui três passos para transferir o entusiasmo de seu coração para sua classe.

 

1.  SEU TOM DE VOZ

 

    Lembre-se do professor de história, com voz sonolenta e exaurindo os ouvintes. Varie o tom de sua voz. Imite o balido da ovelha perdida, chore quando os filhos de Israel desejavam água, ruja quando o leão aparece subitamente e corre para atacar Sansão. Provavelmente, Dalila não disse mansamente: “Sansão, querido, os filisteus o estão atacando”. De certo que não. Ela disse: “Sansão! Os filisteus o estão atacando!”

 

    Treine com um gravador. Modele sua voz afinando-a para imitar uma mulher, engrossando-a para homem. Fale como a voz de uma menina pequena. Pratique imitar a voz dos animais.

 

2.  SEU CORPO

 

    O maçante professor de história ficava sentado à escrivaninha e nunca movia nem mesmo o dedo, salvo para virar a página do livro. Movimente-se! Não fique parado mais do que por algumas sentenças. Torça as mãos quando a viúva perde sua moeda. Será que você ficaria calmo e diria: “Perdi mil reais”? Certamente que não, você poria as mãos na cabeça, apertaria-as contra o peito e reviraria a casa de cima para baixo até encontrar todo o dinheiro.

 

    Imagino o que Jonas fez quando por fim foi vomitado pelo grande peixe na praia. Imagino que ele começou a tirar todas as algas marinhas, uma corda longa por vez. Você não acha que quando Jonas falou com Deus, na segunda vez, que iria para Nínive ele já estava tentando tapar o nariz? Provavelmente, essa viagem de três dias fez com que Jonas tapasse o nariz toda vez que lembrava do grande peixe.

 

 

 

3.  SUA CRIATIVIDADE

 

    O grande mestre, Jesus, foi criativo. As pessoas tinham tanto interesse de ouvi-Lo que nem mesmo voltavam para casa para comer. Ele usava a figueira, as ovelhas, até mesmo uma criança pequena para atrair a atenção da classe.

 

    Pense um pouco a respeito do personagem que será apresentado. É Ester? Ela era rainha. Há algo que você pode fazer para torná-la mais viva às crianças?

 

?Faça uma coroa de cartolina e decore-a com gliter e “pedras preciosas”.

?Use um roupão longo e amarre um cinto dourado na cintura.

?Quando chegar a parte de Mardoqueu, coloque cinza em seu rosto. Uma toalha úmida irá limpar tudo.

?Melhor ainda, permita que uma criança faça o papel de Mardoqueu.

 

    O que você acha que Hamã fez quando pensou em Mardoqueu dependurado na forca? Creio que mal conseguia ficar parado. Esfregava as mãos e lambia os beiços como um gato pronto para apanhar um camundongo!

 

    Quando Naamã ficou leproso, cole fita branca em suas mãos, braços e rosto (ou use giz branco). Bata os pés e bufe depois que Eliseu manda dizer-lhe para mergulhar no rio Jordão barrento. Depois que você mergulhou sete vezes (sim, tampe o nariz e abaixe até o chão) tire as manchas e coloque-as em um dos alunos para representar Geazi.

 

    Ao colocar-se totalmente em suas lições você será recompensado com uma sala cheia de alunos ávidos por ouvir cada palavra. Sua apresentação será viva a elas como se a estivessem vendo em uma grande tela no mundo. Tudo porque você lhes deu uma dose de entusiasmo!

 

 

 

RESUMINDO

 

    Faça expressões faciais, agite os braços, pule, caminhe ou corra – tudo o que for mais adequado à história. Não fique parado, de forma alguma! Ninguém fica imóvel quando está entusiasmado. As instruções contidas no “Frasco do Entusiasmo” dizem: “Movimente-se com freqüência”.

 

 

 

 

[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, janeiro – março de 2005, pp. 14 –  .]

 

 

 

 

 

Inventário

 

Ann Calkins

 

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1.

Recepcionistas. Vocês têm recepcionistas que dão calorosas boas-vindas às crianças como também aos adultos? Ou melhor ainda, as crianças atuam como recepcionistas juntamente com os adultos?

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2.

Expositor ao nível dos olhos. Vocês têm expositores atraentes, coloridos no saguão da igreja, no nível dos olhos das crianças?

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3.

Kit de boas-vindas. Vocês têm adesivos ou kits de boas-vindas para serem entregues às crianças visitantes? O kit pode incluir informação a respeito dos Clubes de Aventureiros e Desbravadores, classes da Escola Dominical para as crianças, Escola Cristã de Férias, etc.

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4.

Sinalização das classes. Há sinalização bem elaborada indicando aos pais e às crianças suas respectivas salas da Escola Dominical?

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5.

Centros de Interesse. As salas da Escola Dominical têm centros de interesse – mesas para atividades artísticas, mesas com areia, centros de mídia, etc. – que chamem a atenção das crianças?

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6.

Cores. Pensem em ambientes projetados para crianças. Elas apreciam as cores primárias! As salas delas são alegres e luminosas?

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7.

Mantas. Tenha à mão um suprimento de pequenas mantas coloridas tricotadas para os momentos necessários.

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8.

Excelência na programação. Os programas que são bem-planejados, organizados e seguros dizem: “As crianças são importantes nesta igreja”.

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9.

Mobiliário apropriado à idade. As mesas, cadeiras, banheiros e outros móveis são adequados à idade das crianças?

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10.

Fotos das crianças em suas atividades. As fotos das crianças em suas atividades são mostradas com destaque? Amplie as fotos das crianças e utilize-as nos cartazes como um dispositivo de boas-vindas – “O José ama a Escola Cristã de Férias!”

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11.

Culto verdadeiramente intergeracional. As crianças são de fato incluídas de forma significativa no culto? Elas ajudam no serviço de cânticos, nas histórias, na oração ou interagem de alguma forma durante o culto?

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12.

Boletim das Crianças. Elas recebem um boletim ou sacola de atividade, para as crianças menores, na hora do culto?

 

 

 

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13.

Coordenador das Crianças Visitantes. Vocês possuem alguém na igreja com a responsabilidade de fazer acompanhamento das crianças visitantes? É vital ter alguém que mantenha contato com essas crianças por intermédio de cartões ou visita.

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14.

Pessoas que amam trabalhar com as crianças. Se não estiver sendo implantado nenhum dos itens acima, mas vocês oferecem o afeto e o amor dos membros da igreja, que realmente amam as crianças, você tem o melhor ingrediente para o sucesso.

     
 

Acrescente 1 ponto para cada item implantado na igreja.

25 pontos para o item de número 14.

Some os pontos para ver a pontuação de sua igreja.

 

   

25 – 38 pontos: Maravilha! Vocês são uma igreja amiga das crianças.

   

14 – 24 pontos: Continuem essa boa obra! Vocês estão no caminho de se tornarem uma igreja amiga das crianças.

   

1  – 13 pontos: Opa! Leia novamente este artigo e veja se há algumas

idéias que podem ser implementadas a fim de tornar sua igreja amiga das crianças.

 

Fonte:Calkins, Jack e Ann. Childrem and Worship. AdventSource, 1998. The Children’s Pastor Newsletter. Outono de 1997, vol. 4, nº 3, pp. 1-3.

 

 

Ann Calkins escreve de Lincoln, Nebrasca, onde gosta de ajudar os líderes a encontrarem materiais em seu trabalho na AdventSource.

 

 

 

[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, janeiro – março de 2005, p. 21.]

 

 

 

Oportunidade perdida na Escola Dominical

 

Audrey Andersson

 

 

Aguardar a Chegada dos Retardatários

 

 

    Alguém que se atrasou para um encontro com o Rei Edward VI desculpou-se dizendo: “Antes tarde do que nunca”. Ao que o rei respondeu: “Comigo melhor nunca do que tarde”.

 

    O atraso é uma doença global. Ele tem muitas formas diferentes. Uma das mais comuns ocorre no início das reuniões. Os presentes são, muitas vezes, obrigados a aguardar até a chegada dos retardatários. Esperam pacientemente enquanto os retardatários tomam seu lugar e a reunião inicia.

 

    Pode ser apenas quatro ou cinco minutos, mas se 10 pessoas têm de esperar, é quase uma hora perdida. O que é especialmente pernicioso nessa enfermidade é que quanto mais a situação é acomodada, pior se torna. Dois minutos passam a ser três, cinco, 10.

 

SINTOMAS DA ESCOLA DOMINICAL

 

    Os sintomas são facilmente reconhecíveis na Escola Dominical. O sintoma mais evidente é a agitação e barulho das crianças correndo depois que a Escola Dominical deveria haver começado. Um sintoma menos patente é a corrente constante de crianças que chegam tarde. Pode haver variados motivos para ao atraso, porém, se elas e os pais realmente aprendem que não importa se chegam na hora ou com 10 minutos de atraso, não há incentivo para se chegar cedo.

 

CURA EM UMA HORA

 

    O conceito de ensino em uma hora apresentado no currículo do Elo da Graça é uma cura para o atraso. As lições são preparadas em torno da mensagem da semana – a partir do momento em que as crianças entram na sala.

 

    As atividades preparatórias provêem uma experiência comum para todas as crianças. Use-as! Elas foram destinadas a permitir que as crianças se movimentem, se envolvam e tenham a imaginação captada. As atividades de prontidão agem como um trampolim para o restante da hora. Se as crianças perdem essa parte, poderão perder o que necessitam aprender na lição.

 

    Perder a lição bíblica é como perder o prato principal na refeição. A sobremesa pode ser boa, mas depois de um tempo não é suficiente. As crianças necessitam dos nutrientes espirituais assim como o necessitam do físico.

 

    Se elas perdem a lição bíblica ou participam apenas da última parte dela, o restante da escola dominical pode não lhe chamar a atenção. Como poderão aplicar à sua vida algo que não aprenderam?

 

    Como podem partilhar algo que não viveram? As crianças que não estão ocupadas se tornam indisciplinadas e algumas vezes representam um desafio. Incentivar as crianças a chegarem na hora não apenas incentiva os bons hábitos, mas podem também ser a chave para outros problemas comportamentais que surgem até mesmo na melhor condução da Escola Dominical.

 

MEDIDAS SIMPLES

 

    Alguns passos práticos podem fazer toda a diferença em sua Escola Dominical.

 

PASSO 1 – Converse com os pais: Converse com os pais e explique a proposta de hora total do Elo da Graça. Quando eles compreendem que cada item não é uma unidade em si, mas um elo na corrente, com freqüência estão dispostos a fazerem um esforço extra para chegarem a tempo.

 

PASSO 2 – Iniciem na hora: Pense no número de crianças de sua Escola Dominical. A que horas normalmente chegam? Se você aguardar por três ou quatro retardatários, quando tempo será perdido em relação aos demais? Se a Escola Dominical inicia às 9h, então inicie às 9h, ainda que haja apenas uma criança. Se não houver outro efeito, ressaltará que você cumpre o que diz.

 

PASSO 3 – Atividades prévias:  Chegue antes das crianças. Se elas chegarem antes de você, é sinal de que você está atrasada! Tenha atividades diversas para elas. Centros de aprendizagem com informações que posteriormente podem ser relacionadas com a história, são excelentes. Estes oferecem oportunidade para todos os tipos de aprendizagem. É também um tempo excelente para conversar com as crianças, para conhecê-las e a seus interesses, para fazer acompanhamento da lição da semana passada. Procure saber se fizerem as atividades semanais e o que aconteceu quando partilharam a mensagem da semana.

 

PASSO 4 – Use as Atividades Preparatórias: Cada lição no currículo do Elo da Graça inicia com duas ou três atividades preparatórias interessantes. Estas se destinam a captar a atenção das crianças, liberar o excesso de energia e direcionar seus pensamentos para a mensagem.

 

PASSO 5 – Utilize cada minuto: O tempo é precioso. Não é reutilizável; não pode ser reciclado ou recapturado no minuto seguinte. O tempo de que dispomos com as crianças na Escola Dominical também é muito breve. Não podemos nos permitir desperdiçá-lo. O atraso é uma doença global. Pode ser uma doença da Escola Dominical. Porém tem cura se tomarmos os remédios. Por que não? Incentive as crianças a chegarem na hora, poupe tempo e ajude-as a estarem salvas para a eternidade.

 

 

 

Audrey Andersson é formada em Teologia pelo Newbold Colege. Trabalha como consultora de comunicação e editora na Suécia e no Reino Unido. Escritora do Elo da Graça, desde 1996, juntamente com seu marido, Lars, vive em uma fazenda com 400 vacas e dois gatos.

 

[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, janeiro – março de 2005, pp. 22-23.]

Demonstrem apreciação pelo pastor –  no estilo das crianças

 

Sally Dillon

 

 

    As crianças aprendem a apreciar seu pastor quando ouvem comentários positivos a respeito dele ou quando passam tempo de qualidade com o pastor. Estas são algumas das formas pelas quais você pode tornar isso possível.

 

MENSAGEM DE APRECIAÇÃO AO PASTOR

 

    Até mesmo as crianças do Jardim da Infância podem contribuir para encher uma cesta com mensagens de apreciação ao pastor. Embora ainda não saibam escrever, elas gostam de desenhar. Dê a cada criança uma folha de papel e lápis de cor ou giz de cera e peça-lhes para fazer um desenho para o pastor. No verso de cada folha, escreva o nome da criança e a mensagem que ela deseja enviar ao pastor. Enrole cada folha e amarre com um fitilho.

 

PIQUENIQUE COM O PASTOR

 

    Planejem um piquenique de “muito obrigado” ao pastor. Permita que a classe inteira planeje o piquenique ou almoço na igreja e convide o pastor e sua família. Peça a alguém para fazer e decorar um bolo com a mensagem: “Amamos Nosso Pastor”. Planejem atividades que permitam às crianças passarem momentos agradáveis com o pastor e sua família.

 

EU © MEU PASTOR

 

    Iniciem a campanha “Eu©Meu Pastor”. Preparem adesivos com a frase “Eu©Meu Pastor” e que as crianças usem-no durante o domingo. Incentive as crianças a buscarem conversar com o pastor a cada domingo.

 

BILHETES DE APRECIAÇÃO

 

    Veja que as crianças mais velhas escrevam bilhetes de apreciação ao pastor. Isto pode ser incluído no programa do Décimo Terceiro Domingo, quando as crianças entregam folhas de bloquinhos de anotações à congregação a fim de que todos escrevam palavras de apreciação ao pastor. As crianças recolhem os bilhetes e os entregam ao pastor.

 

 

 

Este artigo foi adaptado do material escrito por Sally Dillon, publicado na revista Kids’ Stuff, verão de 1993.

 

 

 

[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, janeiro – março de 2005, p. 24.]

 

 

Sugestões para líderes e professores da Escola Dominical

 

Noelene Johnsson

 

 

       Seria bom que vocês fizessem planos para que o domingo se prolongasse. Estas são algumas sugestões que podem ser de ajuda:

 

1.  Torne cada parte da Escola Dominical tão viva, significativa e interessante que as crianças não consigam esquecê-la durante a semana.

 

2.  Torne precioso cada minuto da Escola dominical.

 

3.  Assegure-se de que ao as crianças deixarem a classe da Escola Dominical saibam qual é seu alvo ou tarefa espiritual para a semana seguinte. Elas poderiam escrevê-lo.

 

4.  Vez por outra, contate a criança durante a semana. Pergunte como ela está passando e lembre-a do alvo para a semana.

 

5.  No início do programa, a cada semana, peça a várias crianças para contarem a respeito de como cumpriram o alvo ou a tarefa da semana. Logo a memória delas irá melhorar e irão levar a sério seu alvo.

 

 

RENOVAÇÃO DA SALA DA EBD

 

1.  Verifique quanto tempo faz desde que a sala foi pintada pela última vez. Se necessário, veja que as paredes sejam pintadas. Ou, se não for possível, procure lavar as paredes, o chão, mesas e cadeira, etc.

 

2.  Avalie detidamente toda as figuras – de feltro e impressas. Os cantos estão amassados, o papel está amarelado? As pessoas retratadas são de décadas atrás? Se este for o caso, comece a buscar materiais novos e atualizados.

 

3.  As flores de plástico realmente indicam a idade de sua sala. Elas são de fato necessárias? Será que poderiam ser substituídas por plantas verdadeiras ou por flores de seda?

 

4.  Dê uma boa olhada nas cortinas e nas janelas. Elas permitem a entrada suficiente de luz? Será que uma cortina nova e mais clara não daria maior luminosidade? As crianças ficam de frente para as janelas? Se este for o caso, veja que fiquem de costas para a janela.

 

5.  Sua sala possui um mural ou outra estrutura similar bonita? Veja se há necessidade de reformulá-lo.

 

 

 

SUGESTÕES PARA OS MOMENTOS DE LOUVOR

 

    As crianças de todas as idades ainda gostam de cantar – assim como o faziam as crianças das décadas de 1950 e 1960. Hoje, há muitos mais hinos disponíveis. Estas são algumas sugestões para tornar os momentos de louvor mais significativos em sua Escola Dominical:

 

1.  Escolha um repertório de 15 a 20 hinos para serem cantados na Escola Dominical até que as crianças saibam cantá-los bem. Inclua, pelo menos, cinco hinos novos a cada ano. Ensine um hino por vez.

 

2.  Proveja a letra para as crianças que sabem ler, mas incentive-as a memorizarem a letra o quanto antes possível.

 

3.  Incentive as crianças a cantarem bem e elogie-as por isso.

 

4.  Introduza variedade na forma de cantar ao, de vez em quando, ver que um verso seja cantado em solo ou ao pedir que os meninos cantem um verso e as meninas outro.

 

5.  Se possível, utilize instrumentos. Talvez uma ou mais crianças na sala saibam tocar.

 

6.  Incentive os estilos musicais ponderados e reverentes. Elogie as crianças, as fileiras ou seções que estão cantando bem.

 

 

SUGESTÕES PARA MOSTRAR APRECIAÇÃO

 

    Estas são algumas expressões de agradecimento que podem ajudá-lo em seu esforço de demonstrar apreciação por aqueles que trabalham com você, quer sejam remunerados, voluntários ou pais:

 

1

Uma vela: “Obrigado por deixar sua luz brilhar”.

1

Um potinho com balas de goma: “É muito gostoso trabalhar com você”.

1

Cesta com frutas: “Para alguém cheio dos frutos do Espírito”.

1

Pão feito em casa: “Obrigado por ser o fermento do reino de Deus”.

1

Vidro com suco de uva: “Obrigado por sua efervescência”.

1

Depois do período de férias ou ausência, anexe um cartão a uma lixa: “Foi difícil sem a sua presença”.

1

Escreva uma mensagem de agradecimento no verso da foto onde mostra a pessoa em ação.

1

Uma caneca com guloseimas.

1

Uma camiseta de “obrigado” decorada pelas crianças.

1

Diário para registrar as lembranças durante o ano.

1

Cesta com chás diversos.

1

Um vasinho de flores.

1

Bolsa/pasta para carregar o material da igreja.

1

Avise as pessoas que você está orando por elas.

1

Avental (para a pessoa que deu aulas de culinária para as crianças).

1

Cartão personalizado de A a Z (Atencioso, Bem-disposto, Camarada, etc.).

1

Descubra o doce, música, flor –  preferida da pessoa. Dê um presente inesperado.

1

Na igreja, vez por outra, faça reconhecimento público.

1

Realize, a cada bimestre, reuniões de treinamento sobre tópicos diferentes: idéias, disciplina, etc.

1

Observe como a pessoa alcança as crianças e felicite-a por isso.

1

Coloque no mural uma mensagem de agradecimento.

1

Faça pegadas humanas em cartolina, anote os nomes dos voluntários, e coloque-as na direção de um cartaz de agradecimento.

1

Sorria e ria com freqüência.

 

    Empregue sua criatividade e acrescente itens a esta lista. A última sugestão aqui: Deixe as pessoas saberem que você as aprecia.

 

 

Feryl Moorhouse Harrisé Diretora dos Ministérios da Criança da Associação Mountain View e defensora das crianças e dos líderes dos ministérios das crianças.

 

 

 

[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, janeiro – março de 2005, p. 5.]

 

Cofrinho e Bomboniere

 

 

Este porta-moedas e bomboneira podem parecer-se com criaturas estranhas – porém, o mais importante é o que há no seu interior – não devemos julgar pela aparência exterior, mas ver o coração.

 

 

MATERIAL NECESSÁRIO

COMO FAZER

1.

Lata de aveia, leite, etc.

 

? Passe cola na lata e envolva-a com papel cartão.

?Desenhe o rosto utilizando os pompons, os olhos, os marcadores, feltro e a lã.

?Ajude a criança a fazer as pernas ao perfurarem a lata – um centímetro acima do fundo e cinco centímetros abaixo da cara.

?Insira as “pernas” feitas com lã ou barbante e com os puxadores de madeira ou carretéis, etc. para concluir a criatura.

Pode ser usado como uma bomboneira criativa ou pode ser feito um corte na tampa e usado como cofrinho.

2.

Papel cartão de várias cores.

3.

Marcadores.

4.

Lã, barbante, feltro

5.

Puxador de madeira ou carretéis.

6.

Pompons.

7.

Cola.

8.

Tesoura.

9.

Olhos para artesanato.

 

 

 

 

 

 

 

       

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bonnie Laing gosta de associar a criatividade da criação de Deus com artesanatos que apreciamos.

 

 

[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, janeiro – março de 2005, p. 9.]

Dez mandamentos para os pais

 

 

1.        Você viverá de tal forma que transmitirá a seus filhos corpo forte e saudável.

2.        Você será o líder em seu lar e irá modelar em sua vida a lei de amor e justiça de Deus.

3.        Você preservará o amor pela mãe de seus filhos e promoverá o amor entre os filhos.

4.        Você não ensinará apenas por preceito, mas também pelo exemplo pessoal.

5.        Você viverá de forma tão proposital para agradar e servir a Deus que inspirará o mesmo zelo em seus filhos.

6.        Você procurará inspirar e desenvolver o potencial de cada filho no máximo possível, a fim de que sejam bênção a seus semelhantes e glória para Deus.

7.        Você proverá e participará de diversões recreativas e liderará a família nos divertimentos e brincadeiras saudáveis.

8.        Você promoverá e liderará o culto familiar diário de tal forma que seus filhos desenvolvam confiança na Palavra de Deus e também a fé, pela oração.

9.        Você dará o exemplo ao, juntamente com sua esposa, assistirem regularmente à Escola Dominical e ao culto.

10.  Você terá como primeiro objetivo apresentar cada filho a Jesus, como Senhor e Salvador, e assim adequá-los para viverem aqui e qualificá-los para a vida eterna e para a reunião do círculo familiar completo no céu.

 

– Selecionado

 

 

 

[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, janeiro – março de 2005, p. 12.]

 

 

 

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