ESTUDO EM ATOS 27 E 28 – CULTO DE DOUTRINA CLIQUE AQUI PARA VER

ESBOÇO GERAL DO CAPITULO 27 E 28:


 
 


 
 


 
 


 

Estudo em atos 27 e 28

Atos 27:1-8

Agora Paulo se embarcou em sua última viagem.

Há duas coisas que devem ter alegrado seu coração. Uma foi a bondade de um estranho, já que durante toda a viagem Júlio, o centurião romano, tratou a Paulo com uma amabilidade e uma consideração que não eram mera cortesia. Diz-se que pertencia à coorte de Augusto. Pode ser que se tratou de um regimento especial que agia como enlace entre o imperador e as províncias. Bem pode ter sido que quando Paulo e Júlio se enfrentaram se reconhecessem como homens valentes.

Em segundo lugar, vem a devoção de Aristarco. Sugeriu-se que havia só uma forma em que Aristarco pôde acompanhar a Paulo nesta última viagem e teria sido inscrevendo-se como escravo do apóstolo. É bem provável que preferisse ser seu escravo a separar-se dele, e a lealdade não pode ir mais longe.

A viagem começou seguindo a costa até Sidom. O próximo porto que deviam tocar era Mira, mas as coisas eram difíceis. O vento que prevalecia nessa época do ano era o vento oeste e só se podia chegar a Mira passando por debaixo de Chipre e remontando a costa em uma rota ziguezagueante. Em Mira encontraram um barco de Alexandria com destino a Roma. Possivelmente levasse um carregamento de cereais, pois o Egito era o celeiro da Itália. Se olharmos o mapa, veremos a longa volta que tinha que fazer, pois esses fortes ventos do oeste impossibilitavam a viagem direta. Para zarpar diretamente a Itália poderia ter cruzado o Mar Egeu, mas os ventos não o permitiam, e depois de vários dias de lutar contra eles se escorreu a vento de Creta, e chegou a um pequeno porto chamado Bons Portos.

PERIGO  NO  MAR

Atos 27:9-20

É bem provável que Paulo fosse o viajante mais experiente no barco. O jejum que se menciona é o dia judeu da Expiação, e esse ano se celebrou na primeira quinzena de outubro. De acordo com as práticas de navegação da época, considerava-se que era muito duvidoso zarpar depois de setembro e virtualmente impossível fazê-lo em novembro. Deve-se recordar sempre que os barcos antigos não tinham nem sextante nem bússola, e em dias nublados e escuros não tinham maneira de achar seu caminho. Paulo aconselhou que hibernassem em Bons Portos. Como vimos, a nave levava uma carga de cereais. O patrão seria o empreiteiro que estava encarregado de levar o carregamento a Roma. O centurião, sendo o oficial principal a bordo, tinha a última palavra.

É significativo que Paulo, que era um prisioneiro, tivesse a oportunidade de dar sua opinião quando consultado sobre o problema. Mas Bons Portos não tinha um bom cais nem havia perto nenhuma cidade na qual a tripulação do barco pudesse hibernar; de modo que o centurião rechaçou o conselho de Paulo e ouviu o patrão e o empreiteiro do barco que desejavam navegar até Fenice que tinha um porto muito mais cômodo e era uma cidade maior.

Um inesperado vento sul fez que os planos parecessem fáceis; e de improviso foram golpeou pelo terrível vento do nordeste. Era um temporal, e o perigo consistia em que se não podiam dominar a nave, seriam levados inevitavelmente às areias de Sirte nas longínquas costas da África do Norte, que eram a tumba de muitos barcos.

Nestes momentos já tinham podido subir a bordo o bote que levavam a reboque, para que não se enchesse de água nem se fizesse pedaços golpeando contra o barco. Começaram a jogar pela amurada toda a equipe desnecessária, para aliviar o barco. Não podendo guiar-se pelas estrelas e sem Sol para os iluminar, não sabiam onde estavam e o terror de ir dar a Sirte dominava de tal forma que abandonaram toda esperança.

“TENDE  BOM  ÂNIMO”

Atos 27:21-26

O barco perigava em forma desesperador. Esses barcos de cereais não eram pequenos. Podiam ter como quarenta e cinco metros de comprimento por doze de largura e onze de bordado. Mas em uma tempestade tinham grandes desvantagens. Tinham igual forma na proa que na popa; só que a popa se levantava como o pescoço de um ganso. Não tinham leme como os barcos modernos, mas sim se guiavam por meio de dois grandes remos curtos que saíam dos lados da popa. De modo que era muito difícil dominá-los. Além disso, tinham só um mastro, e nele se içava uma vela quadrada, que às vezes era de linho e outras de couros unidos.

Com semelhante vela não podiam aventurar-se em vento forte. E o pior era que, o mastro único e a grande vela faziam tanta força sobre a armação do barco durante a tormenta, que muitas vezes a desarmavam e o barco naufragava. Para evitar isto amarraram o barco. Isto quer dizer que passaram cabos por debaixo do barco e os ajustaram ao redor do mesmo com ganchos de maneira que literalmente mantinham o barco unido como se fosse um pacote atado. Podemos ver facilmente o perigo que corriam. E de repente aconteceu algo surpreendente, porque está claro que Paulo tomou o comando. O prisioneiro se converteu em capitão, devido a que era o único homem que ainda tinha coragem.

Conta-se que uma vez em um de suas viagens a tripulação do barco do Sir Humphrey Gilbert estava aterrorizada; sentiam que estavam navegando fora do mundo na névoa e as tormentas de mares desconhecidos. Aproximaram-se e lhe pediram que voltasse. Ele se negou a fazê-lo: “Estou tão perto de Deus no mar”, disse, “como o estive na terra.” O homem de Deus é aquele cuja coragem se mantém firme quando o terror invade o coração de outros. É um condutor de homens porque ele próprio é guiado por Deus.

ESPERANDO  O  DIA

Atos  27:27-38

Neste momento já tinham perdido todo domínio da nave. Deixavam-se levar atravessando o Adriático à deriva: e como não havia estrelas nem Sol não sabiam onde estavam. Na escuridão ouviam o romper das ondas em alguma costa distante; jogaram âncoras da popa para diminuir a velocidade do barco que podia se fazê-los chocar contra rochas que não se podiam ver. Foi então quando Paulo tomou o mando. Os marinheiros planejavam escapar no bote, que teria sido inútil para duzentas e setenta e seis pessoas; mas Paulo frustrou o plano. A tripulação teria que afundar-se ou nadar com todos.

Logo segue um episódio muito humano e sugestivo. Paulo insistiu em que deviam comer. Paulo era um visionário e um homem de Deus; mas também era intensamente prático. Não tinha a menor duvida de que Deus faria seu parte, mas também sabia que os homens deviam fazer a sua. Nunca se poderá dizer de Paulo como se disse de alguns outros, que “tinham suas mentes tão postas no céu que não eram de utilidade na Terra”. Sabia que os homens famintos não valem nada; de modo que reuniu a todos os viajantes e os fez comer.

Enquanto lemos o relato, uma estranha calma parece imperar em meio da tormenta. O homem de Deus de algum modo tinha feito com que outros se sentissem seguros de que Deus tinha tudo em suas mãos. As pessoas mais úteis do mundo são aquelas que sendo valentes ajudam a que outros também o sejam; e que, sendo tranqüilos, outorgam a outros o segredo da confiança. Paulo era assim; e todos os seguidores de Jesus devem ser resolvidos quando outros estão confundidos.

SALVOS  DA MORTE

Atos 27:39-44

Mais uma vez ressalta o bom caráter deste centurião romano. Os soldados queriam matar os prisioneiros por medo de que escapassem: e é difícil acusá-los, devido a que a lei romana estabelecia que se um homem escapava, seu guardião devia sofrer a mesma sentença e a pena que teria sofrido o prisioneiro; mas o centurião interveio e salvou a vida de Paulo e dos outros prisioneiros. De modo que esta história tremenda chega a seu fim com uma oração que pareceria ser um suspiro de alívio. Salvaram-se todos os que viajavam no barco; e o fato é que deveram sua vida a Paulo. Uma coisa é evidente: se Paulo não tivesse sido o maior de todos os missionários,  teria sido um dos homens de ação mais grandiosos que existiram, devido a que acima de todas as coisas era um homem no sentido mais completo desta palavra.

Atos 28

Bem-vindos a Malta – 28:1-6

Ajudando e curando – 28:7-10

Assim, pois, chegamos a Roma – 28:11-15

Judeus frios – 28:16-29

Abertamente e sem impedimento – 28:30-31

BEM-VINDOS  A  MALTA

Atos 28:1-6

Paulo e os que viajavam no barco foram  lançados sobre a  ilha de Malta. O grego chama barbaroi aos maltenhos; mas para  os gregos os bárbaros eram pessoas que diziam barbar,  o  que  significa, que falavam  uma  linguagem  estrangeira incompreensível e  não a flexível e bela  língua grega. Estamos mais  perto do  significado quando  os  chamamos  simplesmente  nativos.  Esta  passagem lança luz sobre certos  aspectos da personalidade de Paulo. Por um lado, encontramo-nos com o formoso e caseiro detalhe de que Paulo era um  homem  que  não  podia  estar sem fazer  nada;  tinha  que  mostrar-se útil;  era preciso acender uma fogueira e manter seu  calor e ali estavam juntando ramos seca para  ela.  

Mais uma vez vemos que Paulo além de ser um visionário era um  homem  prático; e o que é mais, vemos que, apesar de ser um grande homem, não se envergonhava de ser útil também para as pequenas coisas.    

Conta-se que Booker T. Washington em sua juventude caminhou centenas de quilômetros para chegar a  uma  das  poucas universidades  que  aceitavam estudantes negros. Ao chegar ali foi-lhe dito que os cursos estavam completos. Ofereceram-lhe um trabalho para que  arrumasse as  camas e  varresse  os pisos.  Não franziu seu nariz diante disso;  aceitou; e  realizou sua tarefa tão bem que em pouco tempo o tomaram como estudante e chegou a ser assim um dos maiores eruditos e administradores  de seu povo.    

Só o homem pequeno se nega a fazer o  trabalho insignificante. O que é mais, vemos Paulo como um homem  de temperamento dócil e calmo. Em  um de  seus  molhos de  ramos seca  havia  uma  víbora;  o  calor  a despertou e se aferrou à sua mão.  É difícil  dizer se foi um  fato milagroso ou não.  É certo que ao  menos em nossos dias não existem víboras venenosas em Malta; e na época de Paulo  havia  uma espécie de  víbora  que  parecia  venenosa  mas que não o era. O mais provável é que Paulo conseguisse escapar da víbora antes de que o mordesse. De qualquer modo agiu como se o assunto não importasse; e os maltenhos creram que se tratava de um milagre. Evidentemente, Paulo era um homem que não fazia exibições!

AJUDANDO  E  CURANDO

Atos 28:7-10

Parece que em Malta o chefe da ilha era um funcionário; e Públio pode ter sido o principal representante romano dessa parte da ilha. Seu pai estava doente e Paulo teve a oportunidade de exercitar seu dom de curar e levar-lhe consolo.

Mas no versículo 9 se destaca uma possibilidade muito interessante. O versículo diz que o resto das pessoas que estavam doentes também vinham e eram curados. A palavra que se utiliza é a que se refere a receber atenção médica; e há estudiosos que pensam que isto pôde significar não só que se aproximavam de Paulo, mas também vinham a Lucas, o doutor, o médico amado, que lhes brindava sua habilidade. Se foi assim, esta é um das passagens mais interessantes do Novo Testamento; isso nos daria a conhecer a primeira cena que possuímos da tarefa de um médico missionário; e seria o primeiro relato de um tipo de cena que se veio repetindo em todo o mundo inumeráveis vezes depois. Há um fato que ressalta nesta passagem. Paulo exercia o dom de curar; e entretanto, teve que suportar sempre seu aguilhão na carne. Curava a outros e não podia curar-se a si mesmo. Como seu Mestre, em outro sentido, salvava a outros e não podia salvar-se a si mesmo.

Muitos homens outorgaram a outros dons que a eles, possuindo-os, lhes negava usá-los em si. Beethoven, por exemplo, deu ao mundo sua música imortal que ele próprio, devido a sua surdez, nunca pôde escutar.

Uma das maravilhas da graça é que esses homens não se amarguraram, mas sim se contentaram sendo canais desses dons que eles mesmos não podiam compartilhar.

ASSIM,  POIS,  CHEGAMOS  A  ROMA

Atos 28:11-15

Depois de três meses Paulo e seus companheiros de navegação conseguiram obter passagens para a Itália em outro barco cargueiro de cereais que tinha hibernado em Malta. Nesses dias os barcos levavam uma figura na proa. Dois dos deuses favoritos das pessoas de mar eram os Gêmeos Celestiais, Castor e Pólux; e este barco tinha as imagens esculpidas de ambos. Esta vez a viagem foi tão próspera como desastrosa tinha sido a primeira. Putéoli era o porto de Roma. O coração de Paulo deve ter-se estremecido ao achar-se na soleira da capital do mundo, a imortal Roma.

O que aconteceria a um pequeno fabricante de tendas judeu na maior cidade do mundo? Ao norte estava o porto do Miseno no qual ancorava a frota romana; e ao ver os barcos de guerra na distância Paulo deveu ter pensado no poder de Roma. Perto dali estavam as praias de Baiae, repletas de gente e com as velas coloridas dos barcos de passeio dos romanos ricos. Putéoli, com seus cais e depósitos e seus celeiros e seus barcos, foi chamada a “Liverpool do mundo antigo”. O coração de Paulo se deve ter contraído ao pensar que tinha que enfrentar a Roma sozinho.

Mas aconteceu algo. O Foro de Apio está a uns setenta quilômetros de Roma e as Três Tabernas a uns cinqüenta. Estavam sobre a grande Via Ápia que unia Roma com a costa. Uma delegação de cristãos romanos saiu a recebê-lo. Isto é muito sugestivo: a palavra que se utiliza em grego para significar encontro é a mesma que se utiliza quando uma delegação de uma cidade sai a dar as boas-vindas a um general ou a um rei ou um conquistador. Deveriam receber a Paulo como a um dos grandes da Terra; e ele agradeceu a Deus e ganhou coragem.

O que foi que alentou tão especialmente o coração de Paulo? A resposta é bem clara com segurança: de repente se deu conta de que não estava sozinho. O cristão nunca está sozinho.

(1)          Tem consciência de que existe uma nuvem imperceptível de testemunhas a seu redor e perto dele. Sabe que parte em uma grande procissão na qual todos os santos têm postos seus olhos, e pelo mesmo caminho que eles pisam.

(2)          Tem consciência de pertencer a uma comunidade mundial. É um membro da Igreja de Cristo cujos limites são o mundo. Em qualquer lugar que vá haverá um círculo de pessoas com as quais se encontrará como em seu casa.

(3)          Tem consciência de que Deus está em qualquer lugar ele vá. Os antigos cartógrafos estavam acostumados a escrever em seus mapas sobre as terras desconhecidas: “Aqui há dragões; aqui há areias ardentes e temíveis.” O cristão pode escrever em cada lugar: “Aqui está Deus.”

(4)          Tem a segurança de que o Senhor ressuscitado está com ele. Tem a promessa: “Eis aqui eu estou convosco sempre”; e é a promessa de Alguém que nunca falha à sua palavra.

JUDEUS  FRIOS

Atos 28:16-29

Há algo imensamente maravilhoso no fato de que até o fim de seus dias, em qualquer lugar que fosse, Paulo começava com os judeus. Durante algo mais de trinta anos tinham estado fazendo todo o possível para estorvá-lo, arruinar seu trabalho, e até matá-lo; e entretanto, sempre oferecia sua mensagem em primeiro lugar a eles. Existe algum outro exemplo de esperança e de amor como aquele que surge do ato de Paulo quando, também em Roma, pregou primeiro aos judeus? No final chega à conclusão implícita na citação de Isaías que utiliza. Considera que isto também é obra de Deus; esse rechaço de Jesus por parte dos judeus é precisamente o que abriu as portas aos gentios.

Há um propósito em tudo. Acima de todas as coisas está a mão do piloto invisível: Deus. Um fio duplo percorre todo Atos. Por um lado se manifesta a forma gloriosa em que os gentios aceitaram a Jesus; por outro, está a tragédia da forma em que os judeus o rechaçaram; mas na estranha economia e na divina alquimia de Deus essa mesma tragédia foi a causa do triunfo. A porta que os judeus fecharam foi a mesma que se abriu aos gentios; e mesmo este não é o fim, porque em algum momento, ao chegar o fim dos tempos, haverá um rebanho e um pastor.

ABERTAMENTE  E  SEM  IMPEDIMENTO

Atos 28:30-31

Até o final de seus dias Paulo é Paulo. A frase “em uma casa alugada” obscurece um ponto. O verdadeiro significado é que viveu custeando todos os seus gastos; sustentou-se com seu próprio trabalho. Até em sua prisão suas duas mãos cobriam suas necessidades; não representava uma carga para ninguém; viveu independentemente de todos os homens até o final. E não estava ocioso. Ali na prisão escreveu as Cartas aos Filipenses, aos Efésios, aos Colossenses e Filemom. Nem tampouco esteve todo o tempo sozinho. Lucas e Aristarco tinham vindo com ele e Lucas permaneceu até o final (2 Timóteo 4:11). Timóteo ia vêlo muito seguido (Filipenses 1:1; Colossenses 1:1; Filemom 1).

Por um tempo desfrutou da companhia de Epafrodito (Filip. 4:18). Às vezes Tíquico o visitava (Efésios 6:21). E outras, Marcos o acompanhava (Colossenses 4:10). Nem tampouco desperdiçou o tempo. Diz aos Filipenses que tudo isto contribuiu para o progresso do evangelho (Filipenses 1:12). E isto era assim especialmente porque, como teria que traduzir-se, suas prisões eram conhecidas por toda o guarda pretoriana (Filipenses 1:13).

Estava em sua própria casa alugada, mas dia e noite havia um soldado com ele (Atos 28:16). Estes soldados pertencentes ao quartel geral eram membros do corpo escolhido do imperador, a guarda pretoriana. Em dois anos muitos deles devem ter passado longos dias e noites com Paulo. E Paulo nunca teria desperdiçado semelhante oportunidade. Deve ter conversado com os soldados dia e noite, e muitos deles devem ter deixado sua guarda com Cristo em seus corações.

De modo que o livro dos Atos chega ao final com um grito de triunfo. Em grego as palavras abertamente e sem impedimento são uma e ressoam como um grito de vitória. É o ponto culminante da história de Lucas. Perguntamo-nos por que razão nunca nos foi relatado o que foi que aconteceu com Paulo, se foi executado ou posto em liberdade. A razão é que esse não era o propósito de Lucas. No início deu-nos um plano de Atos quando nos relata que Jesus encomendou a todos os seus homens para que pregassem em Jerusalém, em Judéia, em Samaria e nos limites da Terra (Atos 1:8).

A história terminou; começou em Jerusalém quase trinta anos atrás e finalizou em Roma. É nada menos que um milagre de Deus. A Igreja que no início de Atos podia ser facilmente dividida em dezenas, agora não podia ser numerada em centenas de milhares. A história do Crucificado de Nazaré tinha percorrido todo mundo em seu curso de conquista e agora abertamente e sem impedimento estava sendo pregada em Roma, a capital do mundo. O evangelho alcançou o centro do mundo e pode ser proclamado livremente, e a tarefa de Lucas terminou.

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