ESBOÇO DO LIVRO DE ISAIAS.

 

Esboço do livro de Isaias

 

PARTE UM: (ISAÍAS 1-12)

Isaías fala da intimação e profetiza o livramento do Senhor a Israel e Judá.

ESBOÇO DA SEÇÃO UM ( ISAÍAS 1-2): Isaías descreve a queixa do Senhor com relação a Judá, a futura glória de Sião e o advento do dia do Senhor.

 

  • Deus acusa o seu povo

1.1: O v. 1 serve de título para os caps. 1—12 e talvez até para o livro como um todo. Títulos semelhantes se encontram também em outros livros proféticos (Jr 1.1-3; Os 1.1; Am 1.1; Mq 1.1). Em geral, esses títulos incluem os seguintes elementos: nome do profeta, época e circunstâncias de sua atividade e a quem ele dirigiu a sua mensagem.

1.2-20: Esta seção de Isaías é como se fosse um julgamento no tribunal (Mq 6.1-8). Deus entra em juízo com o seu povo e chama os céus e a terra para serem suas testemunhas (v. 2), pois eles viram tudo o que se passou (Dt 4.26; 30.19; Sl 50.4). Os grandes temas do livro aparecem nesta seção, que funciona como uma introdução a todo o livro.

· Salvação e castigo 1.21-31: O profeta anuncia que Deus vai castigar Jerusalém (vs. 24-25) porque o povo e seus líderes são corruptos (vs. 21-23). Ele vai castigá-los para que fiquem completamente puros (v. 25) e Jerusalém voltará a ser o que era antes (v. 26). Deus salvará os que se arrependerem e condenará os rebeldes e pecadores (vs. 27-3).

  • O reinado de paz de Deus, o Senhor 2.1-5: Esta é uma das mais importantes mensagens a respeito do futuro que aparecem no AT. Fala sobre uma paz universal que tem como centro o reconhecimento de Deus por todos. Mq 4.1-3 é quase igual a Is 2.1-5.
  • O Dia do Senhor 2.6-22: O comércio com outras nações levou muita riqueza e poder, mas também levou a adoração de ídolos e uma atitude de arrogância no Reino de Judá. O profeta denuncia o pecado, suas origens e suas conseqüências (2.6-9) e anuncia o juízo de Deus sobre ele (2.10-22). O pano de fundo histórico dessa mensagem parece ser o início do reinado de Jotão, acontecido logo após a morte do rei Uzias em 740 a.C. (2Cr 26.8,15; Is 6.1).

 

 

I. A Relação de Deus com uma Nação (1.1-31): Israel

A. As iniqüidades (1.1-19, 21-25, 28-31)

1. As ações de Judá (1.1 -8, 16-24)

a. O povo rebelou-se (1.2).

b. O povo rejeitou e abandonou Deus e suas leis (1.1, 3-4, 21-24).

c. O povo rejeitou a correção de Deus (1.5-8): Seu país está em ruínas e suas cidades, assoladas.

2. A resposta de Deus (1.9-15, 25, 28-31): Israel, no passado, foi fiel a Deus, mas se voltou contra Deus; então Deus derramará sua ira sobre Israel.

a. Ele rejeitará suas ofertas e recusará suas orações (1.9-15).

b. Ele derramará sua ira sobre Israel (1.25, 28-31): Todos os peca­dores serão completamente destruídos.

B. O convite (1.16-19, 26-27): Deus insta para que seu povo se arrepen­da e se volte para ele, prometendo purificá-los e restaurá-los.

II. A Relação de Deus com Todas as Nações (2.1-22)

A. Terror prometido (2.6-22): Isaías prediz o que acontecerá com aque­les que se rebelaram.

1. Eles se encolherão de medo (2.6-10, 19-22).

2. Eles serão abatidos (2.11-13): O orgulhoso será humilhado.

3. Eles serão esmagados (2.14-18).

B. Esperança prometida (2.1-5): Isaías descreve o que Deus fará no futuro.

1. Aprenderemos os caminhos de Deus (2.1-3): Todas as nações virão ao Templo em Jerusalém para adoração e instrução nas Escrituras.

2. Viveremos nos caminhos de Deus (2.4-5): O próprio Deus solucio­nará as contendas e trará paz. As nações converterão suas espa­das em relhas de arados e suas lanças em podadeiras.

ESBOÇO DA SEÇÃO DOIS (ISAÍAS 3-4): Isaías descreve o juízo de Deus, sobre os governadores e as filhas de Sião. Descreve lambem a gloria e a purificação futura de Sião.

  • Desordem completa em Jerusalém 3.1-15: Nessa mensagem de juízo sobre Judá e Jerusalém, o profeta descreve a desordem que tomou conta do país (vs. 1-9), reforça o princípio da retribuição para os honestos e para os maus (vs. 10-11), mostra-se comovido com a situação (v. 12) e, por fim, descreve o julgamento de Deus contra as lideranças do país, que são responsabilizadas pela situação (vs. 13-15).
  • Deus repreende as mulheres de Jerusalém 3.16—4.1: Depois do anúncio do julgamento dos líderes do país (2.6-22), vem uma mensagem dirigida contra as mulheres de Jerusalém. Seu orgulho e sua vaidade serão transformados em vergonha (v. 24).
  • A futura felicidade de Jerusalém 4.2-6; Nesta promessa a respeito da futura felicidade de Jerusalém, o profeta anuncia que Deus, depois de ter julgado e castigado o seu povo, lhe levará vida e salvação. Esse trecho lembra o de 2.1-5, que também é uma promessa de glória futura. Entre essas duas promessas, no trecho que vai de 2.6 a 4.1, examina-se a situação atual do povo de Deus, muito distante daquilo que aparece nas promessas. Disso resulta o juízo mandado por Deus, que, por sua vez, será seguido por uma restauração.

 

 

I.A Condenação (3.1 -4.1)

A. O juízo de Deus sobre os líderes (3.1-15)

1. Ele cortará seus suprimentos de alimento e água (3.1).

2. Seus exércitos serão destruídos (3.2-3).

3. A anarquia prevalecerá (3.4-12).

4. O próprio Deus atuará como promotor (3.13-15): Os líderes

e príncipes serão os primeiros a sentir sua ira.

B. O juízo de Deus sobre as mulheres (3.16-4.1)

1. Sua perversão (3.16, 18-23)

a. Elas são arrogantes e egoístas (3.16): Elas andam com o nariz empinado, flertando com os homens.

b. Elas se trajam de forma extravagante (3.18-23): Elas vestem orna­mentos, véus, roupas e acessórios espalhafatosos.

2. Sua punição (3.1 7-18, 24-26; 4.1)

a. Deus porá a descoberto a cabeça delas, com cascas de feridas e escaras (3.1 7).

b. Deus tirará seus enfeites e sua beleza (3.18, 24-26).

II.A Conversão (4.2-6)

A. Deus, o Filho, ministrará ao povo (4.2-3): O título “o renovo do Se­nhor” refere-se ao Messias.

B. Deus, o Espírito, ministrará ao povo (4.4-6): Israel será limpa e purifi­cada de toda a sua imundícia moral e protegida pela nuvem da glória de Deus.

ESBOÇO DA SEÇÃO TRÊS (ISAÍAS 5): Este capítulo descreve o juízo de Deus sobre sua vinha.

  • A plantação de uvas de Deus 5.1-7: Uma parábola em forma de canção, que, talvez fosse cantada no final da colheita das uvas ou durante a Festa das Barracas (Dt 16.13-15). Os ouvintes logo entrariam no embalo e, no fim, ficariam sabendo que Deus iria julgá-los por sua infidelidade. A parábola de Jesus apresentada em Mt 21.33-46; Mc 12.1-12 e Lc 20.9-19 reflete o texto de Is 5.1-2.
  • As maldades são condenadas 5.8-23: Numa série de seis “ais” (vs. 8,11,18,20,21,22), o profeta denuncia as lideranças do país e lhes anuncia o juízo de Deus. Os profetas gostavam de anunciar o juízo de Deus na forma de “ais” (10.1-4; 28.1; 29.1,15; 30.1; 31.1; 33.1; Am 6.1-7; Mq 2.1-5; Jr 22.13-19; Hc 2.6-20). Jesus fez o mesmo (Lc 6.24-26; Mt 23).
  • Deus castigará o seu povo 5.24-30: Por ter desobedecido às leis do Senhor (v. 24), Deus castigará o seu povo através de uma nação que fica lá no fim do mundo (v. 26), isto é, os assírios (8.4,7).

I.A Parábola da Vinha (5.1-7)

A. A identidade desta vinha: Israel (5.1-2): O próprio Deus plantou esta vinha num solo muito fértil, semeando nela as melhores vides.

B. A denúncia desta vinha (5.3-7): Em tempo de colheita, em vez das es­peradas uvas doces, ela produziu só frutos ruins.

II.O Paganismo de Israel (5.8-24): Seis juízos são pronunciados contra Israel por causa de seus pecados.

A. Primeiro juízo (5.8-10): Os ricos compram todas as terras desejáveis, deixando o resto do povo sem lugar para morar.

B. Segundo juízo (5.11-1 7): Ele se torna uma nação de bêbados que rejeitam a Deus, vivendo somente de prazeres carnais.

C. Terceiro juízo (5.18-19): Ele está cheio de engano e escarnece de Deus, desafiando-o seu castigo.

D. Quarto juízo (5.20): Ele distorce a verdade, dizendo que o errado é certo e o certo, errado.

E. Quinto juízo (5.21): Ele é sábio e astuto a seus próprios olhos.

F. Sexto juízo (5.22-24): Ele liberta o culpado mediante suborno e nega justiça ao inocente.

III. A Punição de Israel (5.25-30): O povo do Senhor sofrerá punições por seu andar pecaminoso.

A. Os corpos dos mortos apodrecerão nas ruas (5.25).

B. O Senhor trará nações estrangeiras para Jerusalém, resultando na captura do povo (5.26-30).

ESBOÇO DA SEÇÃO QUATRO (ISAÍAS 6-8): Isaías registra sua visão e um novo comissionamento, seu ministério de encorajamento ao rei Acas e sua mensagem de destruição do reino do Norte.

 

  • Isaías é chamado para ser profeta 6.1-13: O profeta tem uma visão de Deus (vs. 1-5), é purificado (vs. 6-7) e chamado a ser mensageiro de Deus (vs. 8-13). Os caps. 6—8 são praticamente os únicos do livro em que o profeta fala sobre si mesmo.
  • Mensagem para o rei Acaz 7.1-9: Este trecho tem como pano de fundo a assim chamada guerra siro-efraimita (2Rs 16.5-9). Por volta de 735 a.C., os sírios e os israelitas (7.2), os dois vizinhos que viviam no Norte de Judá, haviam feito uma aliança para resistir aos assírios e contavam com o apoio do Reino do Judá para esse seu projeto. Acaz, o rei de Judá, não quis se aliar a eles. Por isso, os sírios e os israelitas planejaram um ataque a Jerusalém com a intenção de colocar em lugar de Acaz um rei favorável ao projeto deles (vs. 5-6), o que acabaria com a linhagem de reis que eram descendentes de Davi. Nessa situação, Isaías é enviado a Acaz com uma mensagem em que lhe assegura que Deus está no controle da situação.
  • Emanuel: Deus está com o seu povo 7.10-25: Deus queria dar ao rei Acaz um sinal de que realmente estaria ao lado dele. Quando Acaz disse que não queria pedir um sinal, Deus lhe deu um sinal do mesmo jeito: o sinal de Emanuel (v. 14). Ao mesmo tempo, Isaías anunciou que Deus iria levar sofrimento para o povo de Israel por meio do rei da Assíria (v. 17). Os vs. 18-25 ampliam essa mensagem, na forma de quatro profecias que começam do mesmo jeito: “naquele dia” (vs. 18,20,21,22; ver 4.2, n.).
  • O significado do nome do filho de Isaías 8.1-10: Depois de dar um sinal ao rei Acaz (cap. 7), Deus deu um sinal a todo o povo, para mostrar que os inimigos que eles tanto temiam seriam derrotados pelos assírios. Ao mesmo tempo, anunciou que os assírios invadiriam a terra de Judá (v. 8), mas que não haveria nada a temer, pois Deus está com o seu povo (vs. 8,10).
  • Deus avisa o profeta e os seus seguidores 8.11-20: Deus avisou ao profeta e aos seus seguidores que não andassem no caminho que o povo estava seguindo (v. 11) e que não tivessem medo daquilo de que o povo tinha medo (v. 12). Depois, o profeta falou a seus seguidores para que guardassem a mensagem dele (v. 16) e se opusessem à consulta a adivinhos e médiuns (v. 19).
  • Tempos de aflição 8.21-22: Esta breve mensagem profética anuncia um tempo de grande aflição e humilhação entre o povo. Haverá sofrimento e escuridão, trevas e angústia, das quais não poderão escapar (5.30). Tudo mudará quando Deus se manifestar de novo e uma forte luz brilhar (9.2).

I.O Chamado do Profeta (6.1-13)

A. Isaías e os céus de Deus (6.1-7)

1. A visão de Isaías (6.1-4)

a. O que ele vê (6.1): O Senhor assentado sobre seu trono exalta­do, em glória.

b. O que ele ouve (6.2-4): Os poderosos serafins (seres angelicais) louvando a Deus por sua santidade.

2. A vergonha de Isaías (6.5): Esta maravilhosa vista faz com que Isaías clame, reconhecendo seu próprio pecado e o pecado do seu povo.

3. A visitação de Isaías (6.6-7): Um dos serafins angelicais toca a lín­gua de Isaías com uma brasa quente do altar celestial, purificando o profeta.

B. Isaías e o Deus dos céus (6.8-13)

1. Isaías ouve a voz de Deus (6.8a): Deus quer saber quem deverá enviar como seu mensageiro ao seu povo.

2. Isaías atenta para a voz de Deus (6.8b-13): Isaías oferece-se como voluntário.

II.O Cristo do Profeta (7.1-25)

A. A primeira profecia de Isaías (7.1-12): Deus envia o profeta para reanimar o jovem Acaz, o atemorizado rei de Judá.

1. A necessidade desta confirmação (7.3-9): A tribo do sul de Judá é ameaçada de invasão pelas dez tribos do norte e a Síria.

2. A natureza desta confirmação (7.3-9): Deus instrui Isaías a assegurar a Acaz que isso simplesmente não acontecerá, pois os exércitos inimigos serão esmagados e destruídos.

3. A reação negativa a esta confirmação (7.10-12)

a. O sinal do Senhor (7.10-11): Deus diz ao rei Acaz que peça por qualquer sinal que ele queira para validar a promessa de Isaías.

b. O desprezo do rei (7.12): O ímpio Acaz recusa, não permitindo que Deus demonstre seu grande poder.

B. A segunda profecia de Isaías (7.13-16): Muitos acreditam que estes versículos predizem o nascimento de dois bebês: um que nascerá de forma sobrenatural num futuro distante, e outro que nascerá natural­mente, num futuro imediato

1. O primeiro bebê (7.13-14): Este será o Messias, nascido séculos

mais tarde, filho de Maria.

2. O segundo bebê (7.15-16): Este será Maher-shalal-hash-baz, nascido

menos de um ano depois a Isaías e sua esposa. A Acaz é dito que, antes deste bebê desmamar, os reis inimigos do reino do norte e da Síria serão mortos.

C. A terceira profecia de Isaías (7.1 7-25): Ele alerta sobre o terrível ata­que assírio a Judá.

III. O Filho do Profeta (8.1-22):

Neste capítulo, o próprio nome de Isaías e os nomes de seus dois filhos recebem significado profético do próprio Deus (ver 8.18).

· Isaías significa “O Senhor Salvará”, referência à restauração final de Israel;

· Shear-jashub significa “Um Remanescente Retornará”, referência ao retorno de Israel à terra após várias deportações;

· Maher-shalal-hash-baz significa Rápido-Despojo-Presa-Segura”, ou “rapidamente até os despojos, agilmente até a pilhagem” , referência à destruição dos inimigos de Israel

A. A primeira mensagem de Isaías vinda de Deus (8.1-4): “… se levarão as riquezas de Damasco, e os despojos de Samária”.

B. A segunda mensagem de Isaías vinda de Deus (8.5-16): “Não temais aquilo que ele teme, nem por isso vos assombreis”.

C. A terceira mensagem de Isaías vinda de Deus (8.1 7-18): Os inimigos de Judá logo serão destruídos.

D. A quarta mensagem de Isaías vinda de Deus (8.19-22): Diga a Judá que ele será punido caso se volte para o ocultismo em vez de se vol­tar a mim.

ESBOÇO DA SEÇÃO CINCO (ISAÍAS 9-10): Isaías profere uma mensagem de esperança com relação ao futuro de Isra­el e prediz a invasão assíria à terra de Emanuel.

  • O Príncipe da Paz 9.1-7: Aqui, o profeta anuncia o nascimento do Príncipe da Paz. O nascimento desse menino já havia sido anunciado em Is 7.14-16 e sinalizado em Is 8.1-4. Ele é o descendente de Davi que vai dar liberdade a seu povo e governar em justiça e paz (2Sm 7.1-29; 23.1-7; Sl 2; 89; 110; Mq 5.2; Lc 1.79; 2.14).
  • A ira de Deus contra o povo de Israel 9.8—10.4: Essa seção traz quatro mensagens proféticas (9.8-12; 9.13-17; 9.18-21; 10.1-4) que terminam todas com a mesma afirmação: “a sua mão continua levantada para castigar” (5.25; ver 26.11, n.). As três primeiras mensagens têm em vista o Reino de Israel, isto é, o Reino do Norte, com capital em Samaria (9.9), mas funcionam também como advertência para os líderes e o povo do Reino de Judá, situado no Sul. A última mensagem (10.1-4) parece dirigida diretamente ao Reino de Judá.
  • Os assírios atacam 10.27b-34: Este trecho descreve a invasão de um exército inimigo que vem do Norte e vai em direção ao Sul, conquistando cidade por cidade até chegar à capital, Jerusalém.

 

 

I.O Filho de Deus (9.1-7)

A. O ministério duplo do Messias (9.1-5, 7)

1. A primeira vinda de Cristo (9.1-2): Ele mostra sua glória tanto aos judeus quanto aos gentios que vivem em Israel naquela época.

2. A segunda vinda de Cristo (9.3-5, 7): Ele introduz paz universal e governa o mundo com justiça.

B. A natureza dupla do Messias (9.6): “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu”.

1. O Messias nascerá como um bebê humano (9.6a).

2. O Messias será enviado como presente dos céus (9.6b).

II.A Soberania de Deus (9.8-10.34)

A. Com relação a seus amigos (9.8-10.11, 20-25)

1. O Senhor punirá Israel (9.8-10.11)

a. Pelas mãos dos sírios e filisteus (9.8-21): Embora Israel vá ser des­truída, o povo não se arrependerá nem se voltará para o Senhor.

b. Pelas mãos dos assírios (10.1-11): A Assíria destruirá Israel, mas não perceberá que é o Senhor que está permitindo que isto aconteça.

2. O Senhor protegerá e purificará Israel (10.20-25): Um dia, o escolhi­do de Deus remanescente se voltará para ele e será para sempre restaurado à sua terra.

B. Com relação a seus inimigos (10.12-19, 26-34)

1. Ele destruirá os assírios por causa de seu orgulho (10.12-15).

2. Os resultados desta destruição (10.16-19, 26-34)

a. Um anjo enviará terrível praga sobre as tropas (10.16-18, 26-32): Eles serão destruídos em apenas uma noite.

b. Somente um punhado de soldados sobreviverá (10.19): Uma cri­ança será capaz de contar seus soldados.

c. Deus os cortará como um lenhador corta a árvore (10.33-34).

ESBOÇO DA SEÇÃO SEIS (ISAIAS 11-12): Isaías fala do Rei e do Reino vindouro e recita o hino de salvação de Israel.

  • O reinado de paz 11.1-9: Promessa de um futuro descendente do rei Davi, sobre o qual estaria o Espírito do Senhor. Ele julgará o seu povo com justiça e defenderá o direito dos pobres e necessitados (Sl 72.4,12-14; 98.9). Como resultado disso, a criação voltará a viver em paz e harmonia (vs. 6-9; Gn 2).
  • A volta do povo de Deus para a sua terra 11.10-16: Este trecho pressupõe que os povos de Israel e de Judá estão espalhados pelos quatro cantos do mundo (v. 12). O povo de Judá só seria levado para o cativeiro na Babilônia em 586 a.C. Deus promete levar os cativos de volta à sua terra, num resgate tão impressionante como foi a saída do Egito (v. 16; Êx 14—15). Esse tema voltará em Is 40 e capítulos seguintes.
  • Canções de louvor 12.1-6: A primeira parte do Livro de Isaías (caps. 1—12) termina com dois pequenos cânticos, no estilo dos Salmos. Eles formam uma passagem para a segunda parte do livro (caps. 13—39) ou até mesmo para o restante do livro. O primeiro cântico (12.1-3) parece estar olhando para trás, para os capítulos anteriores; o segundo (12.4-6) volta seu olhar para a frente, para aquilo que virá nos próximos capítulos (“todos os povos”, v. 4). Ambos começam com a expressão “naquele dia” (vs. 1,4), que aparece várias vezes nos caps. 1—12 e que aponta para o tempo do cumprimento das promessas que Deus fez ao seu povo.

I. A Pessoa do Messias (11.1-16)

A. Sua linhagem (11.1): O Messias virá da família de Davi.

B. Sua unção (11.2): O Santo Espírito de Deus repousará sobre o Messi­as, dando a ele poder e sabedoria infinitos.

C. Seu governo (11.3-5): Seu reino será justo e reto, pois ele defende o oprimido e derrota o ímpio.

D. Seus feitos (11.6-16)

1. O Messias introduzirá paz universal sobre a humanidade e perfeita harmonia entre os animais (11.6-9): Todos viverão juntos em paz.

2. Todas as nações se achegarão a ele (11.10, 12a).

3. Ele recolherá os exilados de Israel de todo o mundo e os reintegrará à própria terra natal (11.11, 12b-14): A inveja entre Israel e Judá terminará, e eles se juntarão para lutar contra seus inimigos.

4. Ele construirá uma estrada de paz desde o mar Vermelho até o rio Eufrates (11.15-16).

II. O Louvor ao Messias (12.1-6):

Isaías recita um cântico de louvor que será entoado pelo povo de Deus quando o Messias cumprir sua missão

A. O agradecimento ao Senhor (12.1-3)

1. Por perdoá-lo (12.1): Deus estava irado com o povo, mas agora o perdoou.

2. Por força e livramento (12.2-3): Deus é sua salvação; o povo confia nele e não teme.

B. O testemunho ao mundo (12.4-6): O povo de Israel louvará a Deus por aquilo que o Senhor fez e se tornará um testemunho da presença de Deus entre eles, diante das nações.

PARTE DOIS (ISAÍAS 13-23)

Isaías fala do juízo do Senhor sobre as nações.

ESBOÇO DA SEÇÃO SETE (ISAÍAS 13-14): Isaías profetiza juízo para a Babilônia, a Assíria e a Filístia.

I. A Condenação de Deus Imposta a Seus Inimigos (13.1-22; 14.12-32)

A. Babilônia (13.1-22; 14.12-27)

1. A destruição profetizada (13.1-22)

a. O rigor da destruição (13.6-16)

(1) Todo o povo ficará atemorizado quando Deus destruir a Babilônia (13.6-8).

(2) A terra será devastada e o povo será destruído (13.9).

(3) Os céus escurecerão (13.10): Nenhuma luz brilhará do sol, das estrelas e da lua.

(4) Os sobreviventes serão tão raros quanto o ouro (13.11-13).

(5) Os exércitos babilônicos fugirão às suas próprias terras como a gazela caçada (13.14).

(6) Os filhos serão mortos e as mulheres, estupradas (13.15-16): Todos os que forem pegos serão atravessados pela espada, e suas casas serão saqueadas.

b. A fonte da destruição (13.1-5, 17-22): Deus despertará os me­dos e os persas contra a Babilônia.

2. A destruição cumprida (14.12-27)

a. O símbolo (14.12-14): Alguns acreditam que estes versículos se referem à queda de Satanás, primeiro rebelde da história, que foi lançado dos céus por causa de seu terrível orgulho. Se este for o caso, Isaías usa o diabo como uma lição sobre a destruição da Babilônia por sua arrogância e sua crueldade.

b. A chacina (14.15-27): As cidades babilônicas serão destruídas, seu povo será morto e a terra se tornará desolada, sendo transformada num pantanal deserto.

B. A Filístia (14.28-32)

1. O alerta (14.28-30): Deus diz para a Filístia não se regozijar com a morte de seu terrível opressor (Salmanasar V), pois seu filho será um flagelo ainda maior.

2. O lamento (14.31-32): Os filisteus logo começarão a se lamentar, pois sua nação está condenada.

 

II. A Compaixão de Deus para com Seus Amigos (14.1-11)

A. A salvação (14.1-3): Deus promete perdoar, restaurar e restabelecer seu povo na terra para sempre.

B. O sarcasmo (14.4-11): Israel é convidada a escarnecer de seus inimigos, especialmente da Babilônia.

ESBOÇO DA SEÇÃO OITO (ISAÍAS 15-18): Isaías profetiza juízo sobre Moabe, Damasco e Etiópia.

I. Profecias contra Moabe (15.1 -16.14)

A. O sofrimento de Moabe (15.1, 9; 16.1-5, 13-14)

1. Suas duas cidades-chave, Ar e Quir, serão destruídas em uma noite (15.1).

2. Suas mulheres serão abandonadas como pássaros sem ninho (16.1-5): Elas clamarão por ajuda e defesa contra seus inimigos.

3. Dentro de três anos, restarão poucas pessoas vivas (16.13-14): A glória de Moabe terminará.

4. Os leões caçarão os sobreviventes (15.9): Os rios ficarão verme­lhos de tanto sangue.

B. O pecado de Moabe (16.6): A terra está cheia de arrogância e insolência.

C. A dor de Moabe (15.2-8; 16.7-12)

1. As lágrimas do povo (15.2-4, 8; 16.7-8, 12}: Os moabitas demonstra­rão sua mágoa.

a. Eles rasparão a cabeça e cortarão a barba (15.2).

b. Eles vestirão pano de saco (15.3-4): Vagarão pelas ruas e o la­mento será ouvido em todas as casas.

c. Seu lamento será ouvido por toda a terra (1 5.8; 16.7-8).

d. Eles orarão a seus ídolos, pedindo ajuda (16.12): Eles orarão aos deuses em seus templos, mas ninguém os salvará.

2. As lágrimas do profeta (15.5-7; 16.9-11): O próprio Isaías chora por causa do juízo sobre Moabe.

II.Profecias contra a Síria e o Reino do Norte (1 7.1-14)

A. O rigor (1 7.1-6, 9-11): Primeiro, as duas nações serão punidas por sua idolatria.

B. A salvação (1 7.7-8, 12-14): Por fim, uma nação (Israel) se voltará para Deus e será libertada.

 

III.Profecias contra a Etiópia (18.1-7): Adestruição virá sobre a Etiópia.

A. Etiópia, a nação forte (18.1-4): É temida por seu grande poder em destruir outras nações.

B. Etiópia, a nação atacada (18.5-6): O próprio Deus destruirá os exér­citos etíopes, assim como um homem poda sua vinha, ao mesmo tempo que eles planejam destruir Jerusalém.

C. Etiópia, a nação salva (18.7): Durante o glorioso Milênio, o povo tra­rá suas dádivas ao Senhor em Jerusalém.

ESBOÇO DA SEÇÃO NOVE (ISAÍAS 1 9.1 -21.16): Isaías profetiza juízo sobre o Egito, a Etiópia, a Babilônia, Edom e a Arábia.

 

I. O que Deus Faz com o Egito (19.1 -20.6)

A. A condenação do Egito (19.1-3, 5-1 7): A nação recebe uma punição quádrupla de Deus por causa de seu pecado.

1. Pavor (19.1, 16-17): O coração das pessoas está cheio de pavor, especialmente ao ouvir a menção de Israel.

2. Discórdia (19.2): Deus os faz brigar uns com os outros.

3. Mudez (19.3, 11-15): Deus transforma a sabedoria de seus sábios em tolice e estupidez.

4. Seca (19.5-10): O rio Nilo não enche, causando a morte de peixes e plantações.

B. Um duro senhor do Egito (19.4; 20.1): Isto se refere ao rei assírio Sargão, que captura a terra e deporta seus cidadãos.

C. O pecado contra o Egito (20.2-6)

1. A movimentação (20.2): Durante três anos, Isaías recebe a ordem de andar despido e descalço.

2. O significado (20.3-6): Deus logo permitirá que a Assíria desnude e humilhe a terra do Egito.

D. A salvação do Egito (19.18-25)

1. A fala do Egito (19.18): Cinco de suas cidades começarão a falar na língua hebraica.

2. Os sacrifícios do Egito (19.19, 21): Será edificado um altar, no qual sacrifícios a Deus serão oferecidos em uma das cinco cidades.

3. A súplica do Egito (19.20, 22): Deus ouvirá as orações dos egípci­os e os livrará.

4. A segurança do Egito (19.23-25): Uma estrada ligará o Egito a Isra­el e à Assíria, garantindo a unidade e a segurança das três nações.

II.O que Deus Faz com a Babilônia (21.1-10)

A. A destruição da Babilônia profetizada (21.1-4)

1. A revelação do profeta (21.1-2): Isaías enxerga este terrível evento acontecendo em uma visão proveniente de Deus.

2. A reação do profeta (21.3-4): Isaías fica fisicamente enjoado com a chacina que logo ocorrerá.

B. A destruição da Babilônia executada (21.5-10)

1. O ataque (21.5-7): Isaías refere-se a um banquete, provavelmente o de Belsazar no processo em que os medos e os persas atacam a Babilônia (ver Daniel 5).

2. O anúncio (21.8-10): Consiste em palavras assustadoras: “Caiu, caiu Babilônia!”.

 

III.O que Deus Faz com Edom (21.11-12):

A mensagem divina a Edom é: “O dia do teu juízo está às portas. Tua única esperança é o arrependimento”.

 

IV.O que Deus Faz com a Arábia (21.13-17):

Dentro de um ano, esta poderosa nação será reduzida a poucos sobreviventes.

ESBOÇO DA SEÇÃO DEZ (ISAÍAS 22-23): Isaías profetiza juízo sobre Edom, Arábia, Jerusalém, Tiro e Sidom.

I. O Juízo de Deus sobre Jerusalém (22.1-14)

A. A revelação (22.1-7): Em uma visão, Isaías observa a cidade de Jerusalém sendo atacada por um poderoso e cruel inimigo (provavelmente a Assíria ou a Babilônia).

B. O motivo (22.8-14): Judá, no passado, voltou-se contra Deus; então Deus voltou-se contra Judá.

II. O Juízo de Deus sobre Sebna (22.15-25)

A. Sua remoção (22.15-19, 25): Deus rejeitará este ganancioso e pretensioso administrador do palácio, que difama seu ofício, e permitirá que seja levado cativo.

B. Sua substituição (22.20-24): Eliaquim, filho justo de Hilquias, será escolhido para assumir as tarefas de Sebna, posto em desgraça.

III. O Juízo de Deus sobre Tiro (23.1-18)

A. A destruição de Tiro, pelo Senhor (23.1-14)

1. A dor (23.1-14)

a. A labuta (23.1-7): Isaías diz aos mercadores que chorem pela destruição vindoura dos ancoradouros. Eles não mais receberão comércio dos vários portos distantes do mundo.

b. A fonte (23.8-14): O próprio Deus trará os exércitos babilônicos contra Tiro para fazer o que os assírios não conseguem, ou seja, destruir completamente seus palácios e reduzir o local a ruínas.

2. A época (23.15-1 7): Durante 70 anos, Tiro será esquecida. Depois disso, Deus a fará reviver, mas inutilmente, pois logo Tiro voltará aos seus caminhos pecaminosos.

B. A devoção de Tiro ao Senhor (23.18): Tiro, por fim, dará uma porção de sua vasta riqueza para sustentar os sacerdotes de Deus.

PARTE TRÊS (ISAÍAS 24-27)

Isaías fala do juízo futuro de todas as pessoas e da bênção futura do povo de Deus.

ESBOÇO DA SEÇÃO ONZE (ISAÍAS 24-25): Isaías profetiza um juízo universal de Deus e o triunfo final sobre o mal.

I. A Vinda da Grande Tribulação (24.1-13, 16b-22): Embora o contexto imediato possa referir-se à devastação de Judá seguida ao cativeiro babilônico, ele parece ter seu cumprimento final durante a Grande Tribulação.

A. A Grande Tribulação: o que é (24.1-4, 6-13, 16b-22)

1. O próprio Deus desolará toda a terra (24.1): A terra se tornará um grande deserto, e as pessoas serão dispersadas.

2. Todas as pessoas e os anjos caídos serão julgados (24.2-4, 21-22): Ninguém será poupado da ira de Deus, e os anjos caídos serão aprisionados.

3. Poucos sobreviverão (24.6): Uma maldição consumirá a terra e o seu povo, que será destruído pelo fogo.

4. Não haverá mais felicidade (24.7-13): Toda a alegria da vida terá terminado.

5. O mal e a traição estarão por toda a parte (24.16b-18): Pessoas possuídas de terror fugirão de um perigo para serem confrontadas por algo ainda mais aterrorizante.

6. A terra cambaleará como um bêbado (24.19-20): Ela cairá e desa­bará como uma tenda, incapaz de reerguer-se por causa do peso de seus pecados.

B. A Grande Tribulação: por que ela ocorre (24.5): A humanidade dis­torceu as leis de Deus e infringiu seus mandamentos.

II. O Glorioso Milênio Vindouro (24.14-16a, 23; 25.1-12)

A. A promessa (24.14-16a, 23)

1. Alegria e canto encherão a terra (24.14-16a): O povo exclamará e cantará de alegria, declarando a majestade de Deus.

2. A glória de Deus brilhará mais do que o sol (24.23): Ele governará de forma gloriosa, a partir de Jerusalém.

B. Os louvores (25.1-12): Isaías agora adora e exalta a Deus pelo seguinte:

1. Sua fidelidade (25.1): Deus promete coisas maravilhosas e as cumpre.

2. Sua salvação para os gentios (25.2-3): Fortes nações proclamarão sua glória e implacáveis nações o adorarão.

3. Sua misericórdia (25.4-5): Ele é gentil ao pobre e necessitado.

4. Sua provisão (25.6-7): Ele dará um banquete a todos e removerá a nuvem tenebrosa de sobre a terra.

5. Sua vitória sobre a morte (25.8): Ele tragará a morte para sempre.

6. A restauração de Israel (25.9): Israel se regozijará na sua salvação.

7. O juízo de seus inimigos (25.10-12): Deus destruirá os moabitas e porá fim aos seus atos perversos.

 

ESBOÇO DA SEÇÃO DOZE (ISAÍAS 26-27):Estes capítulos, relatados nas letras de dois cânticos, contêm mensagem de Isaías sobre a exaltação final de Israel, da parte de Deus.

I. Primeira Estrofe — O Salvador de Israel (26.1-15): Esta parte da música será cantada como testemunho de Israel a Deus durante o Milênio. O povo fará três coisas:

A. Agradecerá a Deus por sua força e paz (26.1-6)

B. Agradecerá a Deus por seu justo juízo (26.7-11)

C. Agradecerá a Deus por sua singularidade (26.12-15): Ele somente, diferente dos ídolos mortos que Israel adorou certa feita, é o verda­deiro e único Deus.

II. Segunda Estrofe — O Sofrimento de Israel (26.16-18; 27.7-11): O povo falará sobre duas coisas:

A. O pecado (26.16; 27.7-11): O próprio Deus permite o sofrimento de Israel como punição por seus pecados.

B. O símbolo (26.1 7-18): Israel sofre como uma mulher que dá à luz.

III. Terceira Estrofe — A Salvação de Israel (26.19; 27.12-13): Israel experimenta duas coisas:

A. Ressurreição da morte (26.19)

B. Restauração à terra (27.12-13)

IV. Quarta Estrofe — A Segurança de Israel (26.20-21; 27.1-6): Israel desfrutará de duas coisas:

A. Proteção durante a Grande Tribulação (26.20-21; 27.1)

B. Produtividade durante o glorioso Milênio (27.2-6)

PARTE QUATRO (ISAÍAS 28-35): Isaías transmite seis ais, ou mensagens de juízo, contra Israel, Jerusalém e as nações vizinhas (28-33), e uma mensagem de bênção para Israel (34-35).

 

ESBOÇO DA SEÇÃO TREZE (ISAÍAS 28-29): Isaías profetiza suas três primeiras mensagens de ai: contra Efraim, contra Jerusalém e contra o Líbano.

I. A Rejeição de Israel (28.1-4)

A. As dez tribos do norte (28.1-4)

1. O pecado (28.1): O reino do norte tornou-se uma nação de bebados arrogantes.

2. O sofrimento (28.2-4): Deus trará os assírios contra o seu povo, resultando na sua deportação.

B. As duas tribos do sul (28.7-29; 29.1-4, 9-13, 15-16)

1. As perversões (28.7-10, 14-1 5; 29.9, 1 5-1 6)

a. Embriaguez (28.7-8): Os sacerdotes e os profetas ficam incapazes de desempenhar suas atividades.

b. Desprezo (28.9-10): Os líderes religiosos ridicularizam o alerta de Isaías.

c. Descrença (28.14-15, 29.9)

(1) No poder de Deus (28.14-15): Na época de perigo, eles se voltam para o Egito em busca de ajuda.

(2) Na promessa de Deus (29.9).

d. Engano (29.15-16): Eles tentam esconder a seus pecados e a si mesmos de Deus.

2. A punição (28.11-13, 16-22; 29.1-4, 10-13): A terrível ira de Deus sobre seu povo será dupla:

a. Para Judá, os horrores do cativeiro babilônico (28.11-13, 1 7-22; 29.1-4): As pessoas se recusam a ouvir a Deus, então ele enviará o inimigo como um dilúvio, para destruí-los.

b. Para todo o Israel, um adormecer espiritual, fazendo com que o povo, em sua cegueira, mais tarde rejeite seu próprio Messias (28.16; 29.10-13): Os eventos futuros são semelhantes a um livro selado.

3. A parábola (28.23-29): Isaías compara as obras de Deus entre as nações com o trabalho do fazendeiro em sua terra.

II. A Restauração de Israel (28.5-6, 16; 29.5-8, 1 7-24)

A. O Redentor (28.16): O próprio Jesus Cristo é a Pedra Angular de Israel.

B. A redenção (28.5-6; 29.5-8, 1 7-24)

1. Ele provera força e justiça para seu povo (28.5-6): Ele será o orgu­lho e a alegria do povo remanescente.

2. Ele provera vitória e proteção para seu povo (29.5-8, 20, 22): Os inimigos de Israel desaparecerão, e o povo não ficará mais teme­roso.

3. Ele provera cura e alegria para seu povo (29A 7-19, 21, 23-24): Os campos se tornarão férteis e verdejantes, o surdo ouvirá, o cego enxergará e a justiça prevalecerá.

 

ESBOÇO DA SEÇÃO CATORZE (ISAÍAS 30-31): Isaías profetiza a quarta e a quinta mensagem de ai, ambas alertando con­tra fazer aliança com o Egito.

I. A Devastação sobre Israel (30.1-14, 16-17; 31.1-3)

A. O que Israel faz a Deus (30.1-11): O povo faz planos sem consultar a Deus. Ordena que seus profetas parem de pregar sobre o pecado e só ouve sermões acalentadores.

B. O que Deus fará a Israel (30.12-14, 16 1 7)

1. Seu juízo cairá sobre eles como um muro abaulado (30.12-14): Eles serão esmagados como pedaços de barro.

2. Mil deles fugirão de um único soldado inimigo (30.16-1 7): Eles co­locaram a confiança no Egito, em vez de colocá-la em Deus, e se­rão punidos por isso.

II. O Convite a Israel (30.15, 18; 31.6-7): Deus emite convites, instando para que seu povo se arrependa e se volte para ele.

III. A Salvação de Israel (30.19-33; 31.4-5): O Senhor fará várias coisas a Israel:

A. Confortará seu povo e ouvirá suas orações (30.19): Deus será gracioso e responderá aos seus clamores.

B. Ele os ensinará e os guiará (30.20-22).

C. Dará a eles colheitas abundantes (30.23-26): Os animais serão bem alimentados, e o sol e a lua serão mais brilhantes.

D. Derrotará seus inimigos (30.27-28, 30-33; 31.4-5, 8-9): O Senhor virá e peneirará as nações orgulhosas, levando-as à destruição.

E. Encherá o coração deles de alegria (30.29): Eles cantarão músicas como as cantadas em festas santas

ESBOÇO DA SEÇÃO QUINZE (ISAÍAS 32-33): Isaías profetiza acerca do reinado de Deus sobre uma Israel restaurada e dá o sexto ai – este contra os assírios. Isaías descreve duas épocas, uma no futuro e outra no presente.

I. O Futuro de Israel: As Maravilhas (32.1-8, 15-20; 33.16-24): Aqui, o profeta fala com relação ao Milênio.

A. O ministério do Filho de Deus (32.1-8; 33.16-24): O próprio Messias aparecerá em toda a sua glória e beleza para efetuar um ministério quíntuplo:

1. Reinar como o Rei justo da terra (32.1): Príncipes honestos reinarão sob seu comando.

2. Restaurar e regenerar Israel (32.2-4): Todos voltarão os olhos para Deus e o ouvirão.

3. Corrigir todos os erros (32.5-8): O ímpio será exposto, mas os gene­rosos serão abençoados por tudo o que fazem.

4. Suprir as necessidades de todo o povo (33.16): Eles terão uma for­taleza, comida e água.

5. Anunciar a paz mundial (33.18-24): O Senhor reinará e será juiz e rei. Ele cuidará de seu povo e o salvará.

B. O ministério do Espírito de Deus (32.15-20)

1. Ungir o povo de Deus (32.15): O Espírito será derramado dos céus.

2. Gerar justiça mundial (32.16-1 7): A justiça de Deus trará paz.

3. Garantir colheitas abundantes (32.18-20): Onde quer que o povo plante, terá colheitas generosas.

II. O Presente de Israel: As Advertências (32.9-14; 33.1-15): Aqui, o profeta fala sobre sua própria época.

A. Ele alerta as mulheres de Israel (32.9-14)

1. Ouçam a palavra de Deus (32.9-10): A colheita não acontecerá por­que elas foram preguiçosas.

2. Atentem para a palavra de Deus (32.11-14): Sua terra será demasia­do grande, e suas casas se perderão.

B. Ele alerta os guerreiros da Assíria (33.1-15): Israel será ameaçada e aterrorizada por tropas assírias que avançam.

1. A oração por livramento (33.2-4): Judá deseja ser salva da domina­ção assíria.

2. A promessa de livramento (33.1, 5-15)

a. Os destruidores assírios serão eles mesmos destruídos (33.1): Eles nunca experimentaram a destruição, mas serão traídos e destruídos.

b. Os exércitos assírios serão cortados como espinhos e queima­dos (33.5-15): Deus mostrará seu poder e sua força contra os assírios.

 

 

ESBOÇO DA SEÇÃO DEZESSEIS (ISAÍAS 34-35): Isaías profetiza sobre o dia do Senhor, a restauração e a glória de Israel no Reino.

I. A Angustiante Punição de Deus (34.1-1 7)

A. juízo sobre todas as nações (34.1-4): Estes versículos referem-se à chegada da Grande Tribulação.

1. Os exércitos do mundo serão destruídos (34.1-2): A ira do Senhor será derramada sobre eles.

2. Dos montes fluirá o sangue dos cadáveres não enterrados (34.3): Os corpos dos mortos permanecerão insepultos.

3. Os céus se dissolverão, e as estrelas cairão (34.4): Eles serão como folhas secas e frutos caídos da árvore.

B. juízo sobre uma nação (34.5-1 7): Esta nação condenada é Edom.

1. A severidade do juízo de Deus (34.5-15)

a. O povo de Edom será destruído como animais (34.5-8): A espa­da do Senhor será coberta com sangue e gordura, como se esti­vesse sendo usada em sacrifícios.

b. O chão estará coberto de fogo (34.9): Até os ribeiros serão chei­os de piche incandescente.

c. A terra se tornará desolada e desabitada (34.10-15).

2. A garantia do juízo de Deus (34.16-1 7): Ele garante tudo isso por escrito.

II. A Gloriosa Provisão de Deus (35.1-10): Este capítulo refere-se ao Milênio.

A. A vida na era da perfeição – as características (35.1-2, 5-10)

1. Os desertos florescerão (35.1-2, 6-7): O aleijado andará e o mudo exclamará e cantará.

2. O cego enxergará e o surdo ouvirá (35.5).

3. Um Caminho Santo será construído (35.8-10).

B. A vida na época presente – o desafio (35.3-4): O glorioso fato da vin­da do Milênio deve servir de força e consolo a todos os crentes que vivem em meio a dificuldades.

PARTE CINCO (ISAÍAS 36-39): Uma seção histórica é incluída, relatando um ataque assírio e a doença e a recuperação de Ezequias.

 

 

ESBOÇO DA SEÇÃO DEZESSETE (ISAÍAS 36-37): Estes capítulos contêm informação histórica, descortinando a crise assíria. Isaías descreve o cerco de Jerusalém imposto por Senaqueribe e o glorio­so livramento dado pelo Senhor.

I. Ezequias e o Perigo Assírio (36.1-22; 37.1-20): Pouco antes de atacar Jerusalém, o rei Senaqueribe da Assíria envia seu comandante militar para ameaçar, ridicularizar e intimidar o rei Ezequias e seu povo.

A. Senaqueribe e Ezequias: primeiro assalto (36.1-22; 37.1-7)

1. Os homens do rei (36.1-3): Três dos mais altos oficiais de Ezequias — Eliaquim, Sebna e Joá — encontram-se com o comandante mili­tar de Senaqueribe.

2. A mensagem ao rei (36.4-21): Na verdade, o alerta do comandante é duplo:

a. O que Judá não pode fazer (36.4-12, 18-21)

(1) Ele não pode depender do Egito (36.4-6): O Faraó não é confiável.

(2) Ele não pode depender de Deus (36.7-12, 18-21): Ezequias insultou a Deus.

b. O que Judá deve fazer (36.13-17): Em uma só palavra: rendição.

3. A angústia do rei (36.22; 37.1): Ezequias rasga suas vestes e veste panos de saco.

4. O homem de Deus e o rei (37.2-7)

a. O pedido de Ezequias a Isaías (37.2-4): O rei informa Isaías so­bre o terrível perigo e implora que ele ore a Deus, pedindo socorro.

b. O consolo de Ezequias por parte de Isaías (37.5-7): Isaías diz ao rei que seu inimigo Senaqueribe logo experimentará derrota e morte.

B. Senaqueribe e Ezequias: segundo assalto (37.8-20)

1. O rei assírio e o rei judeu (37.8-13): “Eu o destruirei”.

2. O rei judeu e o Rei dos reis (37.14-20): “Livra-nos.”

II. Ezequias e o Livramento Angelical (37.21-38)

A. Deus condena Senaqueribe (37.21-29)

1. Seu orgulho (37.21-28): O ímpio rei arrogantemente ridiculariza o Santo de Israel.

2. Sua punição (37.29): Senaqueribe será levado de volta para a Assí­ria com um anzol no nariz e um freio na boca.

B. Deus consola Ezequias (37.30-38)

1. As promessas (37.30-35): Deus assegura o rei de duas coisas:

a. A terra logo desfrutará de colheitas abundantes (37.30-32): Ao terceiro ano, o povo será capaz de semear e plantar vinhas.

b. Os assírios jamais entrarão em Jerusalém (37.33-35): Deus defen­derá a cidade.

2. O poder (37.36-38): Naquela mesma noite, o anjo do Senhor destrói 185 mil guerreiros assírios. Senaqueribe foge para Nínive, onde é morto por seus próprios filhos.

ESBOÇO DA SEÇÃO DEZOITO (ISAÍAS 38-39): Estes capítulos contêm informação histórica, descortinando a crise babilônica. Isaías descreve a doença, a cura e a auto-exaltação do rei Ezequias.

I. A Cura de Ezequias (38.1-22)

A. A doença do rei (38.1): Ele é afligido por uma doença fatal.

B. A súplica do rei (38.2-3): Desesperado, ele clama ao Senhor.

C. A salvação do rei (38.4-6): Isaías diz ao rei que Deus acrescentará mais 15 anos à sua vida.

D. O sinal para o rei (38.7-8): Deus diz que a sombra de Ezequias dimi­nuirá 10 graus, como um sinal para assegurá-lo de que ele será cura­do.

E. O resumo, feito pelo rei (38.9-22)

1. De sua depressão (38.9-16)

a. Ele se sente traído (38.9-12): Parece injusto ser retalhado quando ainda se está no auge da vida.

b. Ele se sente quebrado (38.13-16): E como ser despedaçado por leões.

2. De seu livramento (38.1 7-22)

a. O que Deus fez (38.1 7-18): Deus curou o corpo de Ezequias e perdoou seus pecados.

b. O que Ezequias fará (38.19-20): Ele escreverá músicas sobre a fi­delidade de Deus e cantará diariamente.

c. O que Isaías diz aos servos de Ezequias (38.21): Eles devem fa­zer uma pasta de figos e espalhar sobre os tumores de Ezequias para que ele se recupere.

d. O que Ezequias pede (38.22): Um sinal que lhe assegure que ele irá ao Templo em três dias.

II. A Hospitalidade de-Ezequias (39.1-8)

A. A tolice do rei (39.1-2): Ele mostra, de forma nada sábia, todos os tesouros de Judá a alguns oficiais babilônicos.

B. O erro do rei (39.3-8)

1. A reprovação (39.3-7): Isaías adverte ao rei que, um dia, todo o exército babilônico estará de volta, desta vez para saquear e escra­vizar o povo de Judá.

2. A reação (39.8): O rei egoísta responde: “Haverá paz e verdade em meus dias”.

PARTE SEIS (ISAÍAS 40-48)

Isaías transmite palavras da conforto e livramento ao povo de Deus.

 

ESBOÇO DA SEÇÃO DEZENOVE (ISAÍAS 40): Este capítulo é a chave do restante da profecia e contém a mensagem do profeta, afirmando que Deus consolará seu povo depois de julgá-lo.

I. Uma Introdução ao Deus de Israel (40.1-26): Este capítulo descreve oito atributos de Deus.

A. Sua misericórdia (40.1-2),

1. Ele consola (40.1): Ele quer que seu povo seja confortado.

2. Ele perdoa (40.2): Jerusalém foi perdoada e completamente punida por seus pecados.

B. Sua glória (40.3-5)

1. O mensageiro (40.3): Isaías profetiza o ministério de João Batista.

2. A mensagem (40.4-5): João convida Israel a arrepender-se, preparando-o para o glorioso surgimento do Messias.

C. Sua eternidade (40.6-9): A palavra de Deus permanece eternamente, ao contrário das pessoas, e seu povo é chamado para proclamar a vinda do Senhor.

D. Sua bondade (40.11): Deus trata os seus da mesma forma que um pastor trata seu rebanho.

E. Sua onipotência (40.10, 12, 26): Ele é o Senhor de toda a natureza.

F. Sua onisciência (40.13-14): Ele conhece e compreende todas as coi­sas e não precisa de ninguém para aconselhá-lo.

G. Sua soberania (40.15-1 7, 21-24)

1. Todas as nações são como um pingo num balde, como um grão de pó na balança, diante dele (40.15-1 7).

2. Ele está entronizado acima da redondeza da terra (40.21-22): Esten­de os céus como uma cortina e faz deles sua tenda.

3. Ele governa sobre todos (40.23-24).

H. Sua singularidade (40.18-20, 25): Nada e ninguém pode ser compa­rado a ele.

II. Um Convite do Deus de Israel (40.27-31)

A. O problema de Israel (40.27-28): Tendo aparentemente esquecido os maravilhosos atributos de Deus, os israelitas concluem que Deus não os conhece nem se preocupa com eles.

B. A promessa de Israel (40.29-31): Se o povo pedir, Deus renovará suas forças, permitindo que ele subam com asas, como águias.

ESBOÇO DA SEÇÃO VINTE (ISAÍAS 41 -42): Isaías garante ao povo que Deus os livrará e apresenta o verdadeiro servo do Senhor.

I. As Conquistas de Ciro (41.1-7, 25-29): Aproximadamente dois séculos antes do nascimento deste rei persa, Isaías profetiza suas vitórias, até mesmo chamando-o por seu nome (ver também 44.28; 45.1).

A. A fonte do poder de Ciro (41.1-4, 25-29): O próprio Deus direciona e permite as vitórias de Ciro.

B. A força do poder de Ciro (41.5-7): Nenhuma nação é capaz de resistir a seus ataques.

II. O Escolhido de Deus (41.8-24; 42.18-25): Nestas passagens, Deus consola e corrige Israel, sua nação escolhida.

A. O consolo de Israel (41.8-24): Deus escolheu Israel como seu povo.

1. O motivo para a escolha de Deus (41.8-9): Israel foi escolhido por causa de Abraão, seu fundador, um amigo especial de Deus.

2. Os resultados da escolha de Deus (41.10-24)

a. A proteção divina (41.10-16): Ele fortalecerá, socorrerá e susten­tará seu povo. Qualquer um que se opuser a ele será destruído pelo Senhor.

b. A provisão divina (41.17-24): Ele planta árvores e prove a água.

B. A correção de Israel (42.18-25)

1. Seu pecado (42.18-21): Não ouve nem vê o que Deus faz.

2. Seu sofrimento (42.22-25): É roubado, escravizado e aprisionado.

III. A Vinda de Cristo (42.1-9)

A. A unção do Messias (42.1): Ele está cheio do Espírito Santo.

B. Os feitos do Messias (42.2-4)

1. O que e/e não faz (42.2b, 3a, 4a)

a. Não grita nem faz ouvir sua voz em público (42.2b).

b. Não esmaga o fraco (42.3a).

c. Não pára até que a verdade e a justiça prevaleçam (42.4a).

2. O que ele faz (42.2a, 3b, 4b)

a. Age com bondade (42.2a).

b. Traz justiça a todos (42.3b).

c. Anuncia um reinado de justiça (42.2b): Até mesmo terras distantes esperarão por suas instruções.

C. A segurança do Messias (42.5-9): O próprio Deus Pai garante tudo isso.

IV. O Coro da Criação (42.10-1 7)

A. Os cantores (42.10-12): Todas as criaturas da terra são impelidas a louvar a Deus.

B. O cântico (42.13-17): Deus deve ser louvado por duas coisas:

1. Por derrotar seus inimigos (42.13-1 5).

2. Por livrar seu povo (42.16-1 7).

 

 

ESBOÇO DA SEÇÃO VINTE E UM (ISAÍAS 43-44): Isaías proclama o amor de Deus por seu servo Israel e a superioridade de Deus sobre os ídolos.

I. Isaías Revela o Único Deus Verdadeiro (43.1-28; 44.1-8, 21-28).

A. Por causa de sua graça (43.1-21; 44.1-8, 21-28): O Senhor faz várias coisas pelo povo de Israel:

1. Ele o protege (43.1-2, 14-1 7)

a. Do fogo e da água (43.1-2)

b. De seus inimigos (43.14-1 7)

2. Ele o elege (43.3-4): Ele é escolhido dentre todas as outras nações.

3. Ele o recolhe (43.5-9): Ele o traz de volta a Israel.

4. Ele o designa como sua testemunha especial (43.10-13; 44.6-8): O povo sabe que somente o Senhor é Deus.

5. Ele anuncia o Milênio para seu povo com seu Espírito (43.18-21): Ele prepara tudo para que seu povo volte para casa.

6. Ele os enche com o seu Espírito (44.1-5).

7. Ele os perdoa (44.21-24).

8. Ele reconstrói seu Templo (44.25-28): Ele faz com que Ciro ordene a reconstrução de Jerusalém e a restauração do Templo.

B. Apesar do pecado deles (43.22-28): Deus faz tudo isso, apesar de Israel, por várias vezes, entristecê-lo.

II. Isaías Ridiculariza os Vários Deuses Falsos (44.9-20).

A. Os falsos ídolos desprezíveis (44.9-10): Aqueles que fazem e adoram falsos ídolos são tolos.

B. A ira sobre os falsos ídolos (44.11): Um dia, Deus julgará todo o pa­ganismo.

C. A execução do trabalho dos falsos ídolos (44.12-1 7): Isaías descreve o trabalho extenuante exigido para moldar esses falsos ídolos.

D. A perversidade oriunda dos falsos ídolos (44.18-20): Aqueles que es­culpem ídolos ficam propositadamente cegos para com a verdade.

 

ESBOÇO DA SEÇÃO VINTE E DOIS (ISAÍAS 45-48): Isaías proclama a mensagem de Deus a Ciro, com relação à queda da Ba­bilônia, à soberania do Senhor e ao livramento de seu povo.

I. O Ungido de Deus (45.1-21): Isaías profetiza que Ciro, o Grande, fundador do poderoso império persa, agirá como servo escolhido de Deus.

A. Ciro e as nações gentílicas (45.1-3, 14-21): Ele é divinamente capaci­tado a esmagar babilônios, egípcios, etíopes e outros exércitos.

B. Ciro e a nação judaica (45.4-13): Deus permite que Ciro seja bem-sucedido por causa de Israel.

II. A Ira de Deus (46.1-2; 47.1-15): Isaías descreve o juízo da Babilônia efetuado por Deus.

A. Os pecados da Babilônia (47.6-8, 10)

1. Crueldade (47.6-7): A Babilônia não demonstra misericórdia para com os israelitas.

2. Materialismo e orgulho (47.8, 10): O povo sente-se auto-suficiente e é ávido por prazeres.

B. A vergonha da Babilônia (47.1-4): A Babilônia é despida e exposta ao público.

C. O sofrimento da Babilônia (46.1-2; 47.5, 9, 11-15)

1. Seus ídolos são esmagados (46.1-2): Os ídolos não podem prote­ger o povo, e o povo não pode proteger seus ídolos.

2. A Babilônia é esmagada e jamais levantará novamente (47.5).

3. A destruição acontece subitamente, em apenas um dia (47.9, 11-15).

III. Os Atributos de Deus (45.22-25; 46.3-13; 48.1-22): Nestas passagens, Isaías lista pelo menos sete características ou atributos de Deus.

A. Sua salvação (45.22-25; 48.20-22)

1. Oferecida universalmente, a todas as nações (45.22-25): Todo o jo­elho se dobrará e toda a língua confessará submissão ao nome de Deus.

2. Oferecida nacionalmente, a Israel (48.20-22): O Senhor redime o povo de Israel.

B. Sua fidelidade (46.3-4; 48.16-17)

1. Cuidando dos seus (46.3-4): Ele os criou e cuida deles durante sua existência.

2. Corrigindo os seus (48.16-1 7): Ele lhes ensina o que é bom e qual é o caminho a ser seguido.

C. Sua singularidade (46.5-9): Nenhum ídolo, qualquer que seja sua arte ou seu preço, pode retratá-lo, mesmo rasamente.

D. Sua onipotência (46.10-13; 48.13-15)

1. Ele criou tudo (48.13): Ele falou, e tudo veio a ser criado.

2. Ele escolheu um pagão persa chamado Ciro para completar a reconstrução do Templo (46.11-13; 48.14-15): Ciro destruirá a Babi­lônia e permitirá a reconstrução do Templo.

3. Ele faz o que deseja (46.10): Ele é o único que pode dizer o que vai acontecer porque tem tudo sob-controle.

E. Sua eternidade (48.12): Ele é tanto o primeiro quanto o último.

F. Sua graça (48.1-11): Apesar da rebelião dos israelitas, o Senhor refina seu povo na fornalha da aflição e o redime por causa de seu nome.

G. Seu desgosto (48.18-19): Seu coração dói quando ele contempla as bênçãos que Israel teria desfrutado caso lhe tivesse obedecido.

PARTE SETE (ISAÍAS 49-57): Isaías prediz a obra do Servo Sofredor de restaurar o povo de Deus de volta à sua terra.

 

ESBOÇO DA SEÇÃO VINTE E TRÊS (ISAÍAS 49-50) Isaías profetiza sobre o Servo do Senhor (o Messias), sua missão e sua obe­diência. Estes capítulos relatam a comunicação entre o Pai, o Filho e Israel.

I. O Pai e Emanuel (49.1-13; 50.4-9)

A. As palavras de Deus a Cristo (49.3, 5-13)

1. “Por quem hei de ser glorificado” (49.3).

2. “Para tomar a trazer-lhe Jacó, e para reunir Israel a ele” (49.5): Deus encarrega seu Filho de trazer Israel de volta.

3. “Te porei para luz das nações” (49.6): O Filho trará salvação até os confins da terra.

4. “Ao que é desprezado… eles te adorarão, por amor do Senhor” (49.7): Os reis o verão, e os príncipes se curvarão quando ele passar.

5. Ele anunciará o Milênio (49.8-13): Tudo se tornará perfeito para Israel.

B. As palavras de Cristo a Deus (49.4): “Debalde tenho trabalhado, inú­til e vãmente… todavia, o meu direito está perante o Senhor”.

C. As palavras de Cristo a si mesmo (49.1-2; 50.4-9)

1. “O Senhor chamou-me desde o ventre” (49.1).

2. “Fez a minha boca qual espada aguda” (49.2): Suas palavras de juí­zo são afiadas como uma espada.

3. “O Senhor Deus me deu a língua dos instruídos para que eu saiba sustentar com uma palavra o que está cansado” (50.4).

4. “Eu não fui rebelde, não me retirei para trás” (50.5-7): Ele não se omitiu nem se rebelou contra o plano do Pai.

5. “Perto está o que me justifica” (50.8-9): Todos os seus inimigos serão destruídos.

II. O Pai e Israel (49.14-26; 50.1-3, 10-11)

A. A reclamação (49.14): Jerusalém sente que Deus a abandonou e a esqueceu.

B. A correção (50.1-3): Deus rapidamente destaca que, na verdade, foi Israel quem o abandonou e o esqueceu.

C. O conforto (49.15-26): Apesar do pecado de Israel, Deus tranqüiliza seu povo, assegurando-o de que ainda o ama.

1. O poder do amor de Deus (49.1 5): Ele é mais forte do que o de uma mãe que amamenta seu bebê.

2. A figura do amor de Deus (49.16): Ele os estampou nas palmas de suas mãos.

3. As promessas do amor de Deus (49.1 7-26)

a. Seus inimigos serão destruídos (49.17-18).

b. Eles serão reunidos de volta a Jerusalém (49.19-21): A terra será cheia com o povo que retorna.

c. Eles serão honrados por todas as nações (49.22-26): Todas as suas necessidades serão supridas.

D. O desafio (50.10-11): Temam e obedeçam a Deus. Olhem para ele, e não para si.

 

ESBOÇO DA SEÇÃO VINTE E QUATRO (ISAÍAS 51-52) Isaías transmite o encorajamento de Deus ao seu povo fiel e conclama Is­rael a preparar-se para a vinda do Senhor.

I. A Semente Escolhida (51.1-23; 52.1-12): Isaías continua sua análise da relação de Deus com a nação de Israel.

A. O patriarca (51.1-2): Deus lembra aos israelitas que eles são descen­dentes de Abraão e Sara.

B. A promessa (51.3-8): Estes versículos referem-se à vinda do Milênio, tempo no qual Deus promete destruir os inimigos de Israel e reinar sobre as nações.

C. A oração (51.9-11): Pela fé, Israel clama para que Deus faça tudo o que prometeu.

D. Ã proteção (51.12-16): O Senhor assegura pessoalmente aos israeli­tas que os protegerá.

E. As proclamações (51.1 7-23; 52.1-6, 11-12): Jerusalém recebe dois chamados divinos para despertar.

1. Primeiro chamado: a punição de Deus (51.1 7-23): Esta punição re­laciona-se à transferência do cálice da ira de Deus.

a. Ele será retirado da cidade de Jerusalém (51.1 7-22): Eles já sofre­ram o suficiente. Sua dor será removida.

b. Ele será dado aos inimigos de Jerusalém (51.23): Eles beberão daquele terrível cálice.

2. Segundo chamado: o poder de Deus. (52.1-6, 11-12)

a. Vistam-se com a força de Deus (52.1-2).

b. Sejam libertados pela força de Deus (52.3-6, 11-12): O povo de Deus será libertado da Babilônia e reconhecerá sua voz.

F. A pregação (52.7-10): Israel deve proclamar as gloriosas notícias da salvação de Deus do topo das montanhas.

II. O Servo Escolhido (52.13-15): Aqui, aparentemente, Isaías apresenta toda a obra de Cristo de forma sintetizada.

A. Seu ministério terreno (52.13a): Meu servo prospera.

B. Sua crucificação (52.14): Ele foi espancado e está ensangüentado e desfigurado.

C. Sua ressurreição (52.13b): Ele é altamente exaltado.

D. Sua redenção (52.15): Ele causa admiração a várias nações.

 

ESBOÇO DA SEÇÃO VINTE E CINCO (ISAÍAS 53) Este capítulo contém a mensagem do profeta, descrevendo o sofrimento do Messias. Isaías descreve com detalhes a crucificação de Cristo, aproxi­madamente 800 anos antes de seu cumprimento.

I. O Panorama (53.1-2)

A. Fatos sobre a mensagem de Isaías (53.1): Isaías percebe que suas predições do Calvário são tão impressionantes que poucos acreditam nele.

B. Fatos sobre o Messias de Isaías (53.2)

1. O pano de fundo (53.2a): Jesus cresce como um renovo de uma raiz numa terra seca.

2. A figura (53.2b): Nada há de extraordinário em sua aparência — nada atraente em sua figura física.

II. A Origem (53.4, 10a): Quem é o responsável pela morte de Cristo?

A. Os inimigos do Messias (53.4): Ele morre pelos pecados daqueles que o odeiam, ou seja, todos nós.

B. O Pai do Messias (53.10a): Surpreendentemente, é plano do próprio Deus ferir seu próprio Filho.

III. A Provação (53.3, 5-6, 8-9)

A. Ele é menosprezado durante a vida (53.3): Cristo é desprezado e rejeitado pelos líderes de Israel.

B. Ele é brutalizado em sua morte (53.5-6, 8-9)

1. Ele suporta o aprisionamento e vários julgamentos injustos (53.8): Eles o levaram da prisão para o julgamento, e deste, para a morte.

2. Ele é ferido, espancado e machucado (53.5-6): Isto acontece por nossos pecados.

3. Ele é enterrado como um criminoso comum (53.9): É colocado na sepultura de um homem rico.

IV. A Obediência (53.7): Como uma ovelha perante seu tosquiador, o Messias suporta todos os seus sofrimentos calado. Ele é levado como um cordeiro ao matadouro.

V. O Resultado (53.10b-12)

A. Sua morte assegura vida espiritual a incontáveis multidões (53.10b): Elas desfrutarão vida longa e prosperarão.

B. Ele é ressuscitado e goza os frutos de seu sacrifício (53.11).

C. Ele é honrado por sua grandeza (53.12).

 

 

ESBOÇO DA SEÇÃO VINTE E SEIS (ISAÍAS 54-55): Isaías descreve a missão do Messias e emite uma convocação para que o Messias seja aceito.

I. Uma Proclamação Nacional — Com Relação à Cidade de Deus (54.1-1 7): Isaías descreve o relacionamento entre uma esposa especial e seu marido.

A. A esposa afligida (54.1-4)

1. Quem é ela (54.1): Ela representa Jerusalém, retratada tanto como uma mulher estéril quanto como uma viúva triste por causa dos pecados de sua mocidade.

2. O que ela deve fazer (54.2-4): Ela deve aumentar seu lar, preparan-do-o para a multidão de filhos que logo serão seus.

B.O marido glorioso (54.5-1 7)

1. Quem é ele (54.5): Ele é ninguém menos que o Criador e Reden­tor, o Santo de Israel e Deus de toda a terra.

2. O que ele faz (54.6-1 7)

a. Ele, no passado, puniu Jerusalém brevemente (54.6-10): Agora a abençoa para sempre.

b. A cidade é restaurada a um estágio de beleza sem precedentes (54.11-12): A cidade é feita de pedras preciosas.

c. Ele instrui, protege e prospera os cidadãos de Jerusalém (54.13-17): Eles têm um governo justo e seus inimigos estão bem longe.

II. O Convite Universal — Com Relação à Graça de Deus (55.1-9): Este é um dos maiores convites das Escrituras.

A. Os participantes (55.1a): É apenas para os que têm sede.

B. O produto (55.1b): Leite e vinho à vontade.

C. O preço (55.1 c-2): É de graça.

D. A promessa (55.3-5): Esta bebida gratuita salva a alma.

E. A súplica (55.6-9): Os pecadores são instados a buscar o Senhor ago­ra, antes que seja tarde demais.

III. A Ilustração Natural — Com Relação à Palavra de Deus (55.10-11): Isaías compara o tempo à palavra de Deus.

A. O tempo de Deus (55.10): A chuva desce dos céus para produzir alimento para o corpo.

B. A Palavra de Deus (55.11): A palavra de Deus desce dos céus para produzir alimento para a alma.

IV. Uma Aplicação Pessoal — Com Relação ao Povo de Deus (55.12-13): Algum dia, durante o Milênio, todos os crentes habitarão pacífica e alegremente num mundo perfeito.

ESBOÇO DA SEÇÃO VINTE E SETE (ISAÍAS 56-57): Isaías proclama salvação para os gentios e graça para os ímpios líderes deIsrael. Ele descreve como Deus lida com sete tipos de indivíduos.

I. Indivíduos Justos (56.1-8; 57.1-2, 14-21)

A. Aqueles que fazem o que é certo (56.1-2): Deus abençoa os que são justos e os que honram o dia especial do Senhor.

B. Gentios salvos (56.3a, 6-8)

1. Eles não são vistos como cidadãos de segunda classe (56.3a): Quando se voltam para o Senhor, são aceitos da mesma forma que os judeus.

2. Seus sacrifícios são aceitos (56.6-7).

3. Eles experimentam a alegria de Deus no Templo (56.7-8): Seu Tem­plo é uma casa de oração para todas as nações.

C. Eunucos dedicados (56.3b-5): Deus dá a eles mais honra que filhos e filhas jamais poderiam oferecer.

D. Os bons que morrem cedo (57.1-2): Algumas vezes, Deus permite que tudo isso aconteça para que eles sejam poupados de um futuro perverso.

E. O contrito (57.14-21): Isaías descreve o relacionamento de Deus com os humildes e penitentes.

1. Com relação à pessoa de Deus (57.1 5a): Ele é o Santo, Altíssimo e Sublime, que habita a eternidade.

2. Com relação às promessas de Deus (57.14, 1 5b-21)

a. Reúne os contritos com segurança (57.14): Deus abre caminho para que seu povo retorne do cativeiro.

b. Revive seus espíritos (57.15b): Ele lhes alivia e lhes dá coragem.

c. Jamais os acusa por causa de seus pecados (57.16-1 7): Ele não briga com eles eternamente.

d. Cura, guia e conforta (57.18).

e. Comunica a eles sua paz (57.19): Ele os cura e eles o louvam.

II. Indivíduos Ímpios (56.9-12; 57.3-13)

A. Os líderes religiosos de Israel (56.9-12)

1. A transgressão (56.10-12)

a. Eles sofrem de cegueira autogerada (56.10): Não estão alertas quando o perigo se aproxima.

b. Eles são gananciosos e egoístas (56.11): Seguem seus próprios caminhos, visando ganho pessoal.

c. Eles são bêbados materialistas (56.12): Compram vinho e se em-bebedam.

2. O problema sério (56.9): Por causa de seu pecado, o rebanho de Deus é despedaçado por animais selvagens do campo.

B. Os idolatras de Israel (57.3-13)

1. Sua impiedade (57.3-4): Eles são a prole de adúlteros e de prostitu­tas, filhos de pecadores e mentirosos.

2. Sua adoração (57.5-11): Eles amam e adoram deuses de pedra.

3. 5ua esperança (57.12-13): Nada pode salvá-los, a não ser confiar em Deus.

PARTE OITO (ISAÍAS 58-66): Isaías prediz a vinda do Senhor e a complementação da restauração do povo de Deus.

 

ESBOÇO DA SEÇÃO VINTE E OITO (ISAÍAS 58-59): Isaías detalha a hipocrisia e a necessidade de arrependimento da nação.

I. Os Pecados de Israel (58.1-14; 59.3-8)

A. Hipocrisia (58.1-12): Este pecado vem à tona durante seus últimos dias de jejum.

1. A forma errada de jejuar (58.1-5): Eles se vangloriam de seu jejum e pensam que Deus ficará feliz.

2. A forma correta de jejuar (58.6-12)

a. Os fatos (58.6-10): Eles deveriam partilhar suas roupas e seus ali­mentos com os pobres e parentes necessitados.

b. Os frutos (58.11-12): Eles serão guiados pelo Senhor.

B. Negligência (58.13-14): Aparentemente, a nação não tem guardado o sábado convenientemente.

C. Derramamento de sangue (59.3a): Suas mãos são de assassinos, e seus dedos estão imundos com pecado.

D. Mentira (59.3b-4): Ninguém se importa com a verdade.

E. Desonestidade (59.5-8): Eles se apressam para fazer o que é errado.

II. O Sofrimento de Israel (59.1-2, 9-11): Seu pecado resulta no seguinte:

A. Orações não respondidas (59.1-2): Deus não ouve suas orações por causa de seus pecados.

B. Desespero (59.9): Eles estão nas trevas e na escuridão por causa de sua desobediência.

C. Cegueira espiritual (59.10): Eles vagueiam como se fossem cegos.

D. Frustração completa (59.11): Eles procuram a justiça, mas ninguém consegue achá-la.

III. A Súplica de Israel (59.12-1 5a): A nação reage à repreensão de Isaías e confessa seu pecado.

IV. O Salvador de Israel (59.15b-21)

A. A difícil situação de Israel (59.15b-16): Deus vê que não há justiça na terra, nem ninguém que tome o partido de Israel, por isso intervém pessoalmente.

B. Os planos de Deus (59.1 7-21): Primeiro, punir o pecado; depois, dar início à justiça.

1. A Grande Tributação (59.17-18): Nesta época, o mundo inteiro sente sua ira.

2. O glorioso Milênio (59.19-21): Durante esta época, seu nome é glorificado e seu povo é maravilhosamente abençoado.

 

ESBOÇO DA SEÇÃO VINTE E NOVE (ISAÍAS 60-62) Isaías profetiza sobre a glória e a restauração de Sião.

I. O Esplendor do Povo de Deus (60.1-22; 61.4-62.12)

A. Fatos sobre sua cidade (60.1-3, 5-7, 10-22; 62.1-4, 12)

1. Jerusalém iluminará toda a terra (60.1-3): Todas as nações verão sua luz.

2. Ela será visitada e honrada pelos gentios (60.5-7, 10-16): As nações virão para ver Jerusalém e trazer presentes ao seu povo.

3. Ela será protegida pelo próprio Deus (60.1 7-18): A violência desaparecerá da terra.

4. Ela brilhará para sempre em seu esplendor (60.19-21): O povo não terá necessidade do sol e da lua, pois o Senhor será sua luz eterna.

5. Sua população aumentará muito (60.22): A menor das famílias se tornará um grande clã.

6. Ela será conhecida por vários nomes novos (62.1-4, 12): Isaías ora a Deus para que retire a vergonha de Israel e lhe dê um novo nome.

a. Hefzibá, que significa “Minha Delícia”, e Beulá, que significa “Noi­va” de Deus (62.4): Jerusalém perderá seus nomes vergonhosos.

b. “Cidade-Não-Deserta” (62.12): Eles serão chamados “Povo Santo” e “Redimidos do Senhor”.

B. Fatos com relação à nação (60.4, 8-9; 61.4-11; 62.5-11)

1. A promessa a Israel (60.4, 8-9; 61.4-9; 62.5, 8-11)

a. Seus filhos se preocuparão com ele (62.5): Deus se regozijará nele.

b. O povo será reunidos de entre todas as nações (60.8-9; 62.10-11): Ele virá para casa, trazendo suas riquezas.

c. Ele reconstruirá as cidades há tanto tempo destruídas (61.4).

d. Os gentios servirão a Israel (61.5): Eles alimentarão os rebanhos israelitas, ararão seus campos, cuidarão de suas vinhas.

e. Será uma nação sacerdotal (61.6): Serão chamados sacerdotes do Senhor.

f. Toda a repreensão será substituída por grande honra entre as na­ções gentílicas (61.7-9): Será um povo abençoado pelo Senhor.

g. Ele jamais será derrotado novamente (62.8-9): O povo estará li­vre de seus inimigos para sempre.

2. O louvor da nação de Israel (61.10-11): No futuro, Israel dará teste­munho da fidelidade de Deus por toda a terra.

3. As orações pela nação de Israel (62.6-7)

a. O povo não descansará até que Jerusalém esteja estabelecida (62.6): Eles orarão noite e dia pelo cumprimento das promessas de Deus.

b. O povo instará com Deus até que Jerusalém esteja estabelecida (62.7): Jerusalém será objeto de louvor por toda a terra.

II. O Salvador do Povo de Deus (63.1-3)

A. Sua unção (61.1a): O Messias é designado pelo Pai e ungido pelo Es­pírito.

B. Suas tarefas (61.1 b-3)

1. Ele prega as boas novas ao pobre (61.1b).

2. Ele conforta o quebrantado de coração (61.1c).

3. Ele liberta cativos e prisioneiros (61.1 d).

4. Ele transforma cinzas em coroa, dor em alegria e desespero em louvor

(61.2-3): O Senhor está com seu povo, para sua própria glória.

 

ESBOÇO DA SEÇÃO TRINTA (ISAÍAS 63-64) Isaías profetiza juízo e salvação.

I. O Deus de Israel (63.1-9)

A. Como um Soldado (63.1-6)

1. Pergunta (63.1a, 2): Quem é o guerreiro vestido como rei, com sua roupa manchada com sangue de seus inimigos?

2. Resposta (63.1b, 3-6)

a. O vencedor (63.1b): É o próprio Deus.

b. A vitória (63.3-6): Em justa indignação, Deus destrói completa­mente seus inimigos (provavelmente, no Armagedom) como um homem esmaga uvas no lagar.

B. Como um Salvador (63.7-9): Com amor e misericórdia, Deus redime e cuida carinhosamente de Israel, através das eras.

II. O Israel de Deus (63.10-64.12)

A. Sua rebelião (63.10): Israel voltou-se contra Deus no deserto.

B. Sua reflexão (63.11-14): A nação mais tarde lembrou-se da fidelidade de Deus durante a travessia do mar Vermelho.

C. Sua percepção (63.15-16; 64.5-8): Israel livremente reconhece quem é e quem Deus é.

1. Ele é seu Pai e Redentor eterno (63.16): Ele tem estado com eles desde os tempos da antigüidade.

2. Aos seus olhos, até mesmo seus atos justos são como trapos imundos (64.5-7): Como folhas do outono, eles murcham, caem e são varridos.

3. Ele é o oleiro, e eles são o barro (64.8): Eles são formados pelas mãos de Deus.

D. Seus pedidos (63.1 7-19; 64.1-4, 9-12)

1. O retorno de Deus para salvá-los de todos os seus inimigos (63.1 7-19; 64.1-4): Querem que Deus os trate como se ainda fossem seu povo.

2. O perdão e o esquecimento de todos os seus pecados (64.9-12): Eles acham que já sofreram o suficiente.

 

ESBOÇO DA SEÇÃO TRINTA E UM (ISAÍAS 65-66): Isaías fornece um vislumbre do reino de Deus estabelecido na terra.

I. Os Pagãos e Deus (65.1, 1 7, 20-25; 66.6, 15-1 7, 22-24)

A. Sua relação atual com as nações gentílicas (65.1): Deus se revela ao povo não judeu e, por um momento, está escolhendo salvar os genti­os, em vez de Israel, para realizar sua vontade.

B. Sua relação futura com as nações gentílicas (65.1 7, 20-25; 66.6, 15-1 7, 22-24): O mundo inteiro estará sujeito à punição universal, e en­tão, à perfeição.

1. A punição (66.6, 15-1 7): Uma referência à Grande Tribulação

a. Deus toma vingança abrasadora sobre seus inimigos (66.6): Há grande comoção na cidade e um terrível barulho vem do Tem­plo.

b. Muitos milhões de pecadores são mortos nesta hora (66.15-17): O Senhor vem com fogo para distribuir sua punição.

2. A perfeição (65.1 7, 20-25; 66.22-24): Uma referência ao glorioso Milênio. A seguir, algumas características desta época:

a. Não haverá morte de crianças (65.20a).

b. Todos, menos os rebeldes, viverão para comemorar seu centési­mo aniversário (65.20b): Somente os pecadores morrerão jo­vens.

c. Uma época de grande prosperidade (65.21-23): Eles vivem em suas próprias casas, comem de suas próprias vinhas e são aben­çoados pelo Senhor.

d. Uma época em que as orações serão respondidas imediatamen­te (65.24): Antes que a oração seja feita, Deus a responde.

e. Lobo, cordeiro, leão e boi viverão harmoniosamente.

f. A permanente criação de novos céus e nova terra (65.1 7; 66.22): Ninguém mais pensará nos antigos céus e terra, pois os novos serão lindos e eternos.

g. Adoração universal de Deus (66.23): Todos adorarão a Deus re­gularmente.

h. Uma solene lembrança da santidade de Deus (66.24): Os rebel­des serão devorados por minhocas e destruídos pelo fogo.

II. O Povo de Deus (65.2-16, 18-19; 66.1-5, 7-14, 18-21)

A. O antigo Israel (65.2-15; 66.1-5)

1. Os rebeldes (65.2-7, 11-15; 66.3-4)

a. Suas perversões (65.2-5; 66.3)

(1) Idolatria (65.2-3): O povo rebela-se contra Deus e o insulta.

(2) Bruxaria (65.4): O povo adora espíritos maus e come alimento proibido.

(3) Hipocrisia (65.5; 66.3): O povo cheira mal às narinas de Deus porque escolhe seus próprios caminhos.

b. Sua punição (65.6-7, 11-15; 66.4)

(1) Pagar completamente por seus pecados (65.6-7): O povo paga por seus pecados e pelos de seus antepassados.

(2) Ser morto pela espada (65.11-12): O povo é destruído por não ouvir o Senhor.

(3) Sofrer fome e sede (65.13).

(4) Clamar de dor (65.14).

(5) Tornar-se uma maldição entre os povos (65.15): O Senhor destrói o antigo Israel.

(6) Trazer sobre eles todas essas coisas (66.4): Eles não dão ouvidos ao Senhor.

2. Os justos (65.8-10; 66.1-2, 5): Estes versículos referem-se à fidelida­de de Deus com o povo remanescente, ao longo das épocas.

a. Ele será preservado e próspero na terra (65.8-10).

b. Ele será estimado por Deus por causa de sua humildade (66.1-2).

c. Ele ouvirá sua voz tranqüilizadora (66.5): O povo ouvirá Deus dizendo que não se sinta desanimado, caso seja desprezado.

 

B. O novo Israel (65.16, 18-19; 66.7-14, 18-21)

1. A duração (66.7-9): A nação renascerá num único dia.

2. A descrição (65.16, 18-19; 66.10-14, 18-21)

a. O povo será totalmente perdoado (35.16): Deus colocará de lado sua ira e perdoará o mal.

b. Jerusalém será reconstruída e repleta de regozijo (65.18-19): Não haverá mais choro na cidade.

c. A cidade desfrutará de prosperidade financeira (66.10-12): A ri­queza das nações fluirá para a cidade e ela será abençoada com paz.

d. O povo será consolado pelo próprio Deus (66.13): Ele o confor­tará tal qual a mãe conforta seu filho.

e. O povo se regozijará (66.14): Quando vir sua cidade, se encherá de alegria.

f. O povo verá a glória de Deus (66.18-21): Eles virão de todas as nações ao seu santo monte.

 

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