RESUMO DO LIVRO TRABALHO PASTORAL

Resumo do Livro – Trabalho Pastoral: Princípios e Alternativas

Autor: Alberto Barrientos

Índice

Primeira Parte – Pricípios do Trabalho Pastoral

1. Pressuposições Teológicas do Trabalho Pastoral
2. Os Objetivos do Pastorado
3. Alvos Finais do Pastorado
4. Os Campos de Trabalho Próprios do Pastor

Segunda Parte – Áreas de Administração Pastoral

5.Vida e Lar do Pastor: Sua Administração
6.Formação dos Cristãos
7. A Evangelização: Generalidades
8. A Evangelização: Como Proclamação
9. A Evangelização e Discipulado
10. A Evangelização e o Envio de Missionários
11. A Evangelização e Formação de Novas Igrejas
12. Ministração da Palavra
13. Os Relacionamentos na Igreja
14. Assistência e Mudança Social
15. O Culto
16. Ordem e Disciplina
17. O Aconselhamento
18. Organização
Primeira Parte

Princípios do Trabalho Pastoral.

Sabemos que o pastor se considera uma pessoa de ação e movimento, porém, este trabalho exige muita observação e incentivo pessoal para com os fiéis, tendo então o pastor uma intimidade com o Espírito Santo. Podemos ver em Jesus e em Paulo exemplos de intensos trabalhos com idéias claras e definidas.
Para obter um belo desempenho o necessário seria usar os conceitos em forma de plataforma teórica do pastorado.

Capítulo 1
Pressuposições Teológicas do Trabalho Pastoral. Enunciados
O fundamento do trabalho pastoral é a palavra de Deus.

1. Deus Está Presente e Ativo no Mundo
Deus criou o homem e a mulher, mas o pecado separou-os de Deus, mas apesar disto Deus com toda certeza continua presente no mundo e nem se desinteressou por sua obra. Sua maior obra que foi através de Seu filho Jesus foi e redenção de nossos pecados, porém por pouco tempo, mas Deus não nos deixou sozinhos nos mandou o Consolador Espírito Santo. Deus se preocupa com todas as pessoas, e o trabalho pastoral está fundamentado nisto. A motivação para tal ministério deve vir de deus, tendo então a pessoa o mesmo sentir de Deus.

2. Há um Povo Especial no Mundo
Os cristãos em suas posições são um povo muito importante para Deus, tanto que fomos chamados de “embaixadores”, e Deus está presente no mundo atuando através deste povo. O trabalho pastoral reconhece a realidade deste povo que se vincula a realidade de Deus, por isto se fundamenta neste princípio.

3. O Povo de Deus Necessita Direção
Deus com sua infinita sabedoria constituiu os ministérios dentro da igreja para que seu povo tivesse correta direção, para que então estejam preparados para servir o Reino de Jesus.

Capitulo 2

Os Objetivos do Pastorado

O trabalho Pastoral deve ter uma direção precisa, não podendo então ter uma visão unificada da obra de Deus, assim poderá desenvolver um trabalho que satisfaça a Igreja e principalmente a Deus.
Primeiro Objetivo: Dar À Igreja um Lugar em sua Comunidade.
A igreja pode estar localizada em qualquer lugar, desde que a vida cotidiana de seus fiéis seja “luz”, ela terá um bom lugar na sociedade.
Segundo Objetivo: Reconciliar e Unir as Pessoas Com Deus.
Este trabalho, porém, se projeta na obra do evangelismo, e o trabalho do pastor é formar íntegros evangelistas.
Terceiro Objetivo: Forma e Aperfeiçoar os Cristão.
Este objetivo este ligado à ação do pastor não se preocupar em levar somente as pessoas a conhecer Jesus, mas em dar assistência à vida toda para que não se tornem crentes mornos, quer dizer que este trabalho deve ser tão intensivo, para que no dia final os cristãos estejam perfeitos.
Quarto Objetivo: Criar e Amadurecer relacionamentos.
O trabalho do pastor é ensinar os cristãos a se relacionar com Deus, uns com os outros, sujeitando-se aos ministérios da igreja, e se relacionar com as pessoas de fora da igreja também, sempre mantendo a ordem e a disciplina, contando com a ação do Espírito Santo.
Quinto Objetivo: Organizar e Mobilizar Capacidades.
Neste o objetivo do pastor, guiado pelo Espírito Santo é separar cada membro para cada função aperfeiçoando para que eles façam a obra de Deus.

Capítulo 3

Alvos Finais do Pastorado

Os pastores têm que se preocupar com a eternidade do cristão, entendendo claramente qual o plano de Deus para seu povo no futuro, o povo sem visão perece. Tendo como objetivos alguns alvos finais:
1. Apresentar Perfeitos os Crentes
2. Preparar os Cristãos para Servir no Reino Terreno de Jesus
3. Apresentar uma Igreja Unida
A visão é necessária para o ministério Pastoral.

Capitulo 4

Os Campos de Trabalho Próprios do Pastor
1. Pessoas
O trabalho pastoral se refere a seres humanos, será preciso primeiramente conhecer cada pessoa, apresentar o plano de Deus e guia-la em Seus caminhos, porém o pastor não enxerga somente a alma que precisa ser salva, mas as pessoas com seus atos em si. O trabalho com as pessoas é construir vida para eternidade, porém, é fundamental que o pastor conheça as pessoas ou aprenda a conhece-las.

2. A Igreja Local

A igreja é um grupo humano, tem que ter a evangelização e adoração, recolher e administrar fundos e desenvolver sua própria liderança. O pastor deve pensar que tem que ser um criador de relacionamentos, com alvos claros e com organização, o Espírito Santo guia os lideres para ordem da igreja e a administração sob a direção do Espírito é necessária porque agrada a Deus.

3.Denominação

O ministério pastoral desempenha um papel muito importante neste objetivo, pois não pode fazer da denominação um circulo único, tem que ser levado em conta que ela faz parte de uma denominação, tendo sempre em mente que a igreja do Senhor é muito mais que a igreja local. O pastor e a igreja devem criar um tipo de vinculo mais próximo com a sua própria denominação.

4. As Outras Denominações

O pastor tem que trabalhar em cima do fato que a igreja é “una” independente das divisões e denominações, porém tem elementos que tem que evitar e outros que deve buscar. Portanto seria bom que todo pastor fizesse parte de conselho de pastores e trabalho evangelísticos. Os pastores têm que seguir um padrão geral a edificação do Corpo de Cristo mesmo trabalhando separadamente.

5. A Comunidade Civil

A igreja precisa sentir-se parte desta comunidade e contribuir com ela de alguma forma, e o pastor considerar a comunidade.
Segunda Parte
Áreas de Administração Pastoral
O trabalho pastoral é muito mais que um bom pregador e visitador de irmãos, requer uma preocupação com todas as tarefas, é um trabalho de organização com o propósito de alcançar os objetivos propostos através de uma ação de toda igreja unida.

Capítulo 5

1. Viver Jesus
O pastor primeiramente tem que viver Jesus, então sua pregação se tornará um exemplo vivo de sua vida para com a igreja, requer-se então uma intimidade maior com o Espírito Santo e sincera conversão a Deus, o pastor não só ensina nos sermões mais através do que vive e do que fala.

2. Seu Treinamento

A necessidade do estudo para o ministério pastoral é muito grande, porém ele pode melhorar sua formação com o estudo pessoal diário, a visão, no entanto é para que o pastor sempre esteja procurando se aprimorar no seu ministério de alguma forma. Os pastores em geral na medida do possível deveriam ter um estudo secundário, também estar sempre informado com as notícias culturais. A distribuição do tempo do pastor é muito importante tanto para o que se dedica parcialmente como o de tempo integral. Em geral, parte da tarefa do pastor é saber analisar e solucionar problemas, isso permite que a igreja cresça com ordem, o necessário é que o pastor conheça as características, necessidades e oportunidades de sua região para vir se aperfeiçoar nesta área.

3. Seus Relacionamentos

Seus círculos de relacionamentos geralmente são os irmãos da igreja que vão até um certo limite, isso porque tem medo de ser criticado por ter preferência por algumas pessoas. Assim como na bíblia fala que Jesus e Paulo tinham alguns relacionamentos mais íntimos de amizade, o pastor também deve ter alguém que possa o conhecer e que ele conheça melhor, porém o pastor igualmente aos fieis necessita ajudar e ser ajudado, é necessário que o pastor melhore e amplie seus relacionamentos com a igreja.
Deve-se também cultivar os relacionamentos com o outros pastores, se eles viverem entre si com atitudes negativa não vão prejudicar a si mesmo como vai refletir na igreja toda. Todo pastor deve conhecer as pessoas importante de sua comunidade e se possível colaborar com elas. Seu trabalho será mais amplo á medida que se relacionar mais amplamente.
4. Sua Família
O pastor não necessariamente precisa ser casado, sabendo ter cuidado com seus relacionamentos para que não venha cair nos laços do diabo. A família do pastor pode servir de alicerce ou de perturbação, é muito importante saber administrar a atenção com o lar e com o Senhor. O pastor tem que entender que para Deus não há homem ou mulher, portanto o homem deve dar o devido respeito a mulher, para que então no seu lar possa ter um relacionamento de paz e harmonia, e a mulher responderá com amor e submissão. O sexo, porém, deve existir dentro do lar do pastor junto com sua esposa, e de consciência limpa de igual para igual, criando um laço de amor e diálogo.
A esposa do pastor pode ajuda-lo em todas as funções da igreja, sabendo ambos qual é o ministério que Deus determinou para tal mulher, e que a mulher não acabe abandonando seu lar devido ao trabalho ministerial, porém deve ser comunicado á igreja qual o cargo em a esposa ou o pastor ocupará.
Ë muito importante ressaltar que o pastor deve ter um momento de privacidade com sua família dentro de sua casa, mas, nem sempre isto é conseguido, geralmente quando a casa pastoral fica do lado ou nos fundos da igreja se torna o ponto de encontro, então não se descarta ser melhor que o pastor venha morar um pouco mais distante. Seus filhos são como de todos os outros fiéis, e não como algumas pessoas pensam que filho de pastor tem que ser santo, no entanto o pastor deve educa-lo com a direção do Espírito Santo e guia-lo para o caminho de Deus, sabendo que mesmo assim só o fato dele ser filho de um pastor irá ser muito mais cobrado e criticado. Referente as finanças do pastor, não é necessário que o pastor viva somente da obra, ele pode, porém trabalhar secularmente sem receios, pois o pastor é uma pessoa como as outras e pode ter uma vida secular bem sucedida.

Capítulo 6
Formação dos Cristãos
Esta, porém, é o que diferencia uma igreja unida com uma igreja cheia de problemas, a bíblia nos ensina que Jesus determinou que fazer discípulos era necessário, e ensina-los todas as coisas, o discípulo aprende de seu mestre e espera ser igual a ele, se propondo a tal. O pastor não deve fazer tudo na igreja, ele tem que formar e capacitar cada um com sua função, assim como no corpo humano cada órgão tem sua função dirigida pela cabeça, que neste caso é Jesus, ele deve formar os cristãos para que se um dia vier faltar ele possa ter um bom sucessor.
1. Pressuposições que Precisam ser Corrigidas.
1.1- A converção como meta final.
Para uma pessoa chegar até Jesus precisa de muita oração, portanto não é somente entregar sua vida a Ele e pronto já acabou, o resto da vida dessa pessoa importa muito, ela está começando a viver dignamente nos caminhos do Senhor, então vamos ressaltar que a formação desta vida é tão importante como a converção.
1.2- Não deve haver diferenciação na igreja.
O pastor não deve favorecer alguma pessoa dentre as outras, mas a diferenciação tem que haver para que cada um cresça conforme sua raiz, tendo como exemplo a área de ensino, cada membro deve ter sua classe na escola bíblica para ter sua correta formação.
2. O Sermão Como Varinha Mágica
Não devemos ter o sermão como alicerce dentro da igreja, porque não haverá formação, o sermão não ensina muito, também não dá para saber quem é que houve, guarda e pratica-o, por isso não se deve usa-lo como meio de comunicação, e ainda a igreja que só tem este ato como prática acaba formando crente que só ouve a palavra com o pensamento de que não tem nada a fazer na casa de Deus.
3. Programa Básico de Formação Cristã
A igreja pode trabalhar com um esquema básico de quatro níveis.
4. Programa de Evangelização
Pode-se estabelecer curso de evangelização não muito extenso para que cada vez que chegar uma pessoa não crente seja formado neste, guiados pelas pessoas que cresceram no curso.
5. Programa de formação inicial
Deve iniciar-se assim que a pessoa se entregar a Jesus, seria viável que a mesma pessoa que a conquistou para Cristo a guiasse neste curso, para isso o pastor e o novo crente deve ter um modelo do processo de formação, isso ajuda e orienta a nova vida em Jesus. Este modelo porém é o próprio Jesus, devemos ensinar que temos que crescer ficar da estatura de Jesus, este é o alvo de todo cristão, diferente de somente ganhar aquela vida e ensinar que é somente isto e pronto.
6. Curso Bíblico
Um curso curto e prático sobre a Bíblia, principalmente abrangendo o Novo Testamento, praticado por aqueles que já foram discipulados e estão discipulando alguém. As pessoas que estiverem neste curso, portando deve ter muita atenção e procurar comprar alguns livros a respeito da matéria para que, portanto no futuro possa vir ser um professor. Assim a igreja forma seus próprios ensinadores.
7. Cursinhos
O objetivo deste aspecto é de formar equipes para trabalhar conforme a necessidade da igreja, usando um conjunto de cursos. Deve-se fazer este, as pessoas que já tenham concluído os cursos supra citados.

Capítulo 7
A Evangelização: Generalidades
O objetivo do ministério pastoral fica estabelecido que é o de unir as pessoas com Deus. E nós vamos tratar disso neste capítulo.
1. O Lugar da Evangelização na Igreja
Esta é a responsabilidade é da igreja, e deve ser levado muito a sério, e o esforço pastoral tem de ser específico à evangelização. Sendo tarefa de toda a igreja, o Espírito Santo derrama sobre seu povo a autoridade do evangelismo e a bíblia também nos orienta a cerca disto. O problema é que não é toda a igreja que se mobiliza a fazer este trabalho, porém, o fruto é mais reduzido. Temos que nos atentar ao modelo bíblico “O trabalho de evangelização deve partir da igreja local através de uma ação pastoral adequada”.
2. Modelo Bíblico
É importante que o pastor motive sua igreja para uma evangelização total, permanente e profunda. O ideal é que tenha uma programação que treine e motive os irmãos para este propósito, tendo com base Jesus dentro desta programação. Para ter cristãos maduros os pastores devem começar corretamente o fundamento, ensinado que Jesus salva, cura e liberta mas não enfatizando nenhuma das três características para que a pessoa não venha à Ele somente por isso. É preciso que a pessoa saiba que somente será salvo pela fé e não só ir até Ele, mas tomar seu jugo.
3. Bases Gerais Para Uma Boa Evangelização
Para obter uma boa evangelização será necessário alguns quesitos:
3.1 É necessário conhecer a mensagem: Para os irmãos levarem o evangelho propriamente dito as pessoas, e não somente o testemunho de vida e converção. Por isso o pastor deve ensinar toda a igreja o conteúdo fundamental do evangelho, e que essa mensagem seja compreendida pelos irmãos.
3.2 É necessário viver em Jesus: As pessoas crêem mais no que vêem na vida dos cristãos, do que no que eles dizem.
3.3 É Necessário Traçar um Plano: Deve ser traçado um plano ou estratégia evangelizadora de acordo com cada igreja, este plano, porém, deve satisfazer os povos que a igreja quer ou tem de alcançar. Não importa que a igreja de todo o mundo tenha planos diferentes de se trabalhar o importante é ser guiada pelo Espírito Santo para alcançar vidas.
4. Objetivos de Um Programam de Evangelização
O processo de evangelização é muito mais que pregar a palavra nos cultos, a partir de uma igreja local ela deve reunir os quatro elementos básicos que é: enviar missionários, fazer discípulos, proclamar o evangelho e formar igrejas novas.

Capítulo 8
A Evangelização Como Proclamação
1. A Mensagem.
Na igreja a mensagem é definida e simples, o ser humano é separado de Deus por causa do pecado, pecado este que às vezes o leva até a separação da sociedade, porém, a mensagem tem de passar que Deus nunca nos desamparou e que ele esta esperando a nossa decisão para termos nova vida. Também tem que passar que esta vida com Deus inclui: o perdão de deus e o esquecimento de toda vida passada, amar e ser amado pelo povo de Deus e fazer parte dele e segurança de vida eterna. Deve ter uma visão do que significa a converção a Deus, isso ajudará o pastor e quem se converte ou vai se converter a levar uma vida de fé com Deus.
2. Condições Para Proclamação do Evangelho
A proclamação deve ser em uma via pública onde as pessoas ainda não conhecem a Jesus, e para obter conversões sólidas é preciso declarar o amor de Deus para com o ser Humano e o que Deus oferece e exige em seu amor ao pecador. O pastor, porém, deve estar ciente das dificuldades de proclamar o evangelho e das barreiras que poderá enfrentar, então deve ser feita não somente com muita oração, mas também com o coração.
3. A Proclamação Através de reuniões ao Ar Livre
É muito diferente dos cultos feitos nas igrejas, porém deve ser levado em conta que não pode ser uma palavra longa, mas objetiva, deve ter uma música bem alegre, os irmãos que acompanharem o pregador deve estar ciente que estão indo para trabalhar, pode-se oferecer oração às pessoas presentes pelas suas dificuldades, e se acontecer algum imprevisto de ter que parar o culto os irmãos se espalhem para se encontrarem em um lugar combinado.
4. A Proclamação Através do Rádio
Primeiramente deve ser definido qual tipo de pessoa vai ser abrangida, os crentes ou os que não conhecem a palavra, se for o item dois, então o programa deverá ser breve, ter uma contato com o ouvinte seno que depois o pastor deverá visitá-lo, as músicas devem ser mais conhecidas e não tão religiosas, não criticar outras igrejas e se a região tiver dois idiomas, o pastor deve se orientar para ver qual dos dois é mais conhecido entre o povo.
5. A Proclamação Pelas casas
Este trabalho pode ser realizado em toda a comunidade próxima a igreja, portanto deve-se ter um plano ou mapa da região, se tiver mais igrejas na redondeza pode-se aderir um agrupamento entre os irmãos. O folheto ou o texto bíblico sempre é mandatório, mas esmo assim é necessário a palavra, o testemunho é de extrema importância para a família visitada tenha exemplo vivo do que deus pode fazer com ela, se houver interesse deve-se combinar uma data para outra visita.
6. A Proclamação Através de Campanhas
È uma das formas de proclamação somente, nas campanhas deve ter espaço para que o poder de Deus cure e liberte, se feita em publico deve-se depois ter um acompanhamento entre os presentes por que as vezes a pessoa professa sua fé mas não sabe ao certo o que isso significa, é preciso saber que o importante nessa área é a ação de deus através da oração de seu povo e a atuação do Espírito Santo no ensino da palavra.
7. A Proclamação Através de Células
Uma maneira muito dinâmica para o desenvolvimento da proclamação do evangelho por meio de empresas, escolas, escritórios etc. Portanto quando há um ou mais crentes nesses estabelecimentos é necessário começar juntos o trabalho de evangelismo, deixando de lado qualquer tipo de diferença, recomendando a igreja mais próxima da casa da pessoa interessada. Deve-se ter um encontro semanal entre os crentes para preparar juntos a próxima reunião, comunicar a diretoria da empresa é um fator muito importante, a reação sendo negativa devem, porém fazer de uma forma secreta.
8. Proclamação em Lares
Como Paulo nos recomenda que sejamos bondosos para com todos (Fp. 4:5), é de extrema importância que tenhamos um bom relacionamento para com nossos visinhos, e não passarmos por estranhos. Os vizinhos nos proporciona um bom campo de evangelização, pode ser distribuído literatura entre a vizinhança, ter uma atividade em ruas, condomínios, tais como filmes evangelísticos ou estudo da palavra. Para que isso aconteça é importante que a pessoa responsável pelo trabalho seja muito bem treinada ao assunto.

Capítulo 9
Evangelização e Discipulado
Este trabalho é muito importante dentro das igrejas, mesmo porque é um mandado de Jesus: “Ide e fazei discípulos”, os pastores, porém não podem ficar restritos em somente pregar o evangelho, mas sim formar discípulos para que haja um avanço da igreja.
1. Benefícios e Condições
Praticando um tipo de discipulado as igrejas tem encontrado muitas vantagens, porém, o pastor só deve desenvolver este trabalho se quiser ter uma equipe de liderança e não teme-la.
2. Discipulado: Vida e Método
Primeiramente deve-se saber diferenciar o ser discípulo do fazer discípulos, o ser discípulo é um viver a fé, e fazer discípulos tem uma metodologia variada.
3. Modelo de Um Discípulo de Cristo
Há seis áreas básicas em que podemos formar um discípulo:
Aprende e transmite a fé e a doutrina (2Tm 6.20,02. 2,02, 2Tm 1.13-14, Jô 8.31).
Aprende a amar e servir a Deus (Jô 12.25-26, 2Co 5.14).
Aprende a amar e servir no Corpo de Cristo (Jô 13.34, 1Pe 1.22, 1Jo 8.20-21).
Aprende a amar e servir todas as pessoas (Rm 13.17-21, Gl 6.10, Fl 4.5, Tm 3.8).
Aprende a valorizar a sua própria vida (Lc 14.16-17, Rm 12.3-6, Jô 10.10).
Aprende a viver dentro das estruturas do mundo (Mt 5.13-16, Lc 16.8).
4. Como Fazer Discípulos
Começa pela vida do pastor, que tem quer ser um exemplo de discípulo de Jesus, que precisa de muita ajuda do Senhor. O alvo é igreja, para isso deve-se planejar um discipulado de anos talvez,para uma base sólida e permanente na igreja o processo inicial é de um curso de oito a doze meses. A igreja deve ser informada e motivada com estudos sobre a missão que Deus lhe tem dado, esta forma ajuda muito, os grupos não podem ser numerosos, o ideal é ter grupos de até doze pessoas, esses grupos devem ser misturados entre homens, mulheres e jovens com maturidade, que para o discipulado a maturidade é muito importante, deve-se reunir uma vez por semana com uma freqüente presença. O estudo da bíblia ou de um tema pode-se levar ao diálogo dentro do grupo, e este é muito importante entre os demais, o pastor deve acompanhar mais estes irmãos levando-os a retiros de oração ou em alguma campanha, se vai orar ou ungir um enfermo deve estar acompanhado de algum dos irmãos.

Capítulo 10
Evangelização e Envio de Missionários
O trabalho pastoral a tal assunto será guiar a igreja a uma visão missionária, e em todas as igrejas deve-se haver irmãos dispostos a viajar para levar a palavra do Senhor, para isso é necessário um bom discipulado.
1. Objetivos Missionários
O envio de missionários deve abranger áreas especificas, compreender com clareza cada área, afim de fazer um trabalho bom e correto. O campo missionário abrange tais áreas:
-Áreas geográficas
-Grupos Étnicos
-Grupo de Ocupação Especifica
-Outros grupos, (os presidiários, os que vivem em sanatórios, e os refugiados).
2. Recrutamento Missionário
Para começar um programa missionário, é bom ter um curso de formação e um curso bíblico abrangendo a tarefa missionária, dada pelo próprio pastor ou por algum seminarista mais experiente nesta área, incluindo: onde se quer trabalhar, característica do local, qual a posição das pessoas a palavra de Deus, ter um conhecimento das pessoas influentes do povoado, traçar um plano inicial, que meios usaram para começar uma campanha, qual a literatura usada, qual meio de locomoção, de onde virá o dinheiro para o sustento, quais os objetivos, e o que vão fazer com os resultados. Uma estratégia para conseguir algum resultado é a seguinte: jejum e oração, visitação e campanhas, avaliação dos resultados e se os foram conseguidos, continuação do trabalho com base nos pontos, reavaliação deste, estabelecimento de uma nova igreja, abertura de novos campos, oferecer seminário de missões e estabelecer novos trabalhos, Com essa estratégia a igreja pode obter um resultado missionário muito bom, assim continua-lo com os novos convertidos.

Capítulo 11
Evangelização e Formação de Novas Igrejas
As igrejas devem ser como as pessoas que nascem crescem e reproduzem, todas as igrejas deveriam ter ciência de formar outra igreja, mas igreja não significa somente reunir pessoas e pregar o evangelho é muito mais que isso. Aqui tem um plano básico de formação de igreja:
1. O Alvo
A primeira idéia que todo pastor que quer formar uma igreja deve ter é de uma igreja com atitudes maduras. Os elementos básicos da igreja madura são os seguintes:
1.1 Um grupo de pessoas que ouvem o evangelho e se converta e Cristo.
1.2 Um conjunto de crenças aceita por todos.
1.3Relacionamentos que se caracteriza da seguinte forma: (1) Relacionamentos internos, (2) relacionamento com a igreja mãe, (3) relacionamento com a denominação e (4) relacionamento com o restante do corpo de Cristo, (5) relacionamento com a comunidade.
1.4 Governo e liderança própria.
1.5 Estrutura administrativa.
1.6 Programa de trabalho
1.7 Lugar para reunir-se.
1.8 Sustento econômico
1.9 Capacidade de reprodução.
2. Passos a Seguir
Para se alcançar o alvo é necessário que a igreja defina seus passos com a proclamação, resultados da proclamação e desenvolvimento da liderança e organização.

Capítulo 12
Ministração da Palavra
É uma das partes mais importantes no ministério pastoral, por isso é bom que seja muito bem desenvolvido, para que a igreja ande na presença e na vontade de Deus.
1. Exame de Certas Práticas.
É muito comum hoje nas igreja caracterizar um bom pastor por sua forma de pregar, ou seja, um bom pregador seria um bom pastor, mas não podemos generalizar a igreja somente com pregação, para ser um bom pastor é necessário ter uma boa noção de administração e boa pregação, outro aspecto é de multiplicar a forma de se pregar a palavra não ficar somente restrito em fazer o sermão no púlpito, mas usar várias técnicas e maneira que venha a envolver o povo da igreja. O principal propósito da pregação é fazer com que tanto o pregador como o fiel seja atingido com a palavra e aplique isto em sua vida.
2. Possibilidades de Ministração da palavra.
É importante ressaltar que a bíblia deve ser lida de tal maneira que provoque na pessoa uma reflexão e vivencia, e isso é possível. Bom seria se envolvesse a igreja toda com a leitura da palavra, pois, uma leitura feita dessa forma sempre é proveitosa, depois disso pode-se dar um espaço para que cada um fale um pouco do que entendeu, essa prática é muito preciosa, por que cada membro pode aplicar na sua vivencia atual e tentar melhorar, as igrejas devem aplicar tal método para saber o valor da reflexão. Pode-se também usar outros métodos de pregação, como fazendo perguntas e obtendo respostas ou usar o quadro negro para uma explicação melhor, todos esses métodos são para obter uma variação da ministração da palavra para que não fique restrita somente a um monólogo de pregar em púlpito.
3. Profecias e Visões.
Este tema está relacionado com a palavra de Deus, mas temos quer ver alguns conceitos: tais dons podem vir de Deus, mas também pode ver do homem ou de satanás, então deve ser muito bem analisado quando alguém ministra uma profecia, por isso é necessário pedir discernimento para Deus e isso é responsabilidade da liderança da igreja.
4. Programa de Pregação.
Existem dois aspectos de pregação, os de temas que surgem com os problemas diários, e os que são inspirados da própria bíblia, porém, o mais correto é o segundo e para este deve ser muito bem estudada a palavra de Deus e ler livros do tema, já o primeiro não é muito recomendado, pois o pastor acaba crendo que os problemas que surgem podem ser resolvidos no púlpito.
5. Reflexão e Apelo
A palavra deve ser pregada de maneira que envolva o ouvinte, a ponto do pastor ser guiado pelo Espírito Santo para fazer o apelo e então as pessoas sejam atingidas pelo poder da palavra e acabar se entregando a Cristo.
6. Pregação e meio Ambiente
O mais comum tipo de pregação utilizada pelos pastores é a de organizar esboços com alguns tópicos, mas nem sempre esse é o melhor método, o mais viável é o que flui e vai para frente como um rio, um pensamento leva a outro, um bom pregador não é caracterizado pela proporção ou pela organização de esboço e sim pela comunicação da Palavra de Deus, e a forma pode-se variar de ajuste com cada circunstância.
7. Pregação do Pastor
O pastor não deve se preocupar somente com a pregação do próximo domingo e sim com os próximos anos de seu ministério, então deve ter em mente que a leitura bíblica devocional todos os dias não é suficiente para o estudo dos sermões, o ideal é separar um tempo de no mínimo duas horas diárias para o aprofundamento da palavra, estudando cada livro com suas bênçãos, origens, personagens etc.

Capítulo 13
Relacionamentos na Igreja
A igreja é um corpo com membros diferente que obedecem uma mesma cabeça “Jesus”, para crescer e desenvolver é viável que haja harmonia e trato amoroso internamente entre si.
1. Igreja Primitiva
Toda converção a Jesus implica em uma mudança nos relacionamentos uma transformação na maneira com interagem as pessoas. Vemos muitos exemplos na bíblia de união e falta de amor. Amor: no caso dos três mil convertidos (At. 2:43-47). Desunião: Vemos a igreja de Corinto de desfazendo pela falta de amor.
Isto nos mostra que a união nas igrejas é muito importante, hoje em dia é muito evidente vermos as igrejas começarem, mas não ir em frente por falta de relacionamentos verdadeiros dentro delas.
2. Principais Áreas de Relacionamentos
As principais áreas são:
-Relacionamentos entre o pastor e os irmãos
-Relacionamentos entre irmãos e irmãos
-Relacionamentos entre pastor e lideres
-Relacionamentos entre anciãos e lideres
-Relacionamentos entre os próprios líderes
-Relacionamentos entre jovens e adulto
-Relacionamento entre as igrejas
-Relacionamentos entre igreja e denominação
-Relacionamentos entre igreja e comunidade civil
3. Causas de Problemas nos Relacionamentos
Primeiramente o pastor deve estudar a raiz do problema e quem está envolvido nele, depois o pastor de estudar formas de resolver cada tipo de problema, a principais causas desses problemas são:
-Problemas de Autoridade
-Problemas de Administração
-Assuntos Doutrinários Secundários
-Pessoas Problemas
-Situações de Mudanças
4. Rumo à Maturidade nos Relacionamentos
Começa a partir da converção, a pessoa além de se relacionar com Deus ela também faz parte do corpo de Cristo, pó isso, deve se relacionar muito bem com toda a igreja, isso quando a converção for genuína para isso a igreja deve oferecer ao novo convertido um curso básico para que a pessoa tenha tempo de conhecer a sua fé e ter um relacionamento com os irmãos. Após isso, é hora de consertar as brechas, detectado o problema é necessário fazer as correções que exija o caso e por as coisas no lugar devido, porém, o ensino não deve ser voltado para o problema em si e nem para qualquer tipo de problema ele deve ensinar as pessoas e oferecer horizontes mais amplos, agora quando o casa é com uma pessoa específica deve ser tratado diretamente com essa pessoa, para que não venha prejudicar o corpo todo de Cristo. Também pode acontecer do pastor descobrir que o causador de problemas é ele próprio, neste caso o importante é reconhecer a possibilidade que temos em Jesus de descobrir problemas internos, supera-los e ainda libertar-nos deles através do poder do Espírito Santo e da ajuda de outras pessoas. Para finalizar existe variadas formas de relacionamentos como os de organizar grupos de discipulados, os cultos variados não sendo necessariamente formal, a Santa Ceia nos lares, passeios, retiros, tardes de lazer, pode-se fazer uma comunhão de tempo em tempo, visitas a outras igrejas e muitas outras formas de relacionamentos dentro e fora da igreja.

Capítulo 14
Assistência e Mudança Social
1. O Aspecto Material Também Importa
Quando se enfatiza “salvar almas” sincretiza-se um descuido com a parte material, por essa razão, a tarefa do pastor é mostrar ao povo que o corpo tem necessidades espirituais e materiais.
2. As Coisas em Sua Ordem
A ordem é evidente deve ser cumprida da seguinte forma:
1º A Igreja e suas necessidades.
2º Assistência social deve andar junto com evangelismo.
3º Dentro da assistência deve-se ensinar as pessoas a se cuidar sozinhas, para que não fiquem sempre dependendo Da igreja.
4º Examinar condições impostas para ver se é a vontade de Deus
5º As igrejas podem criar seus próprios meios de solução de problemas.
3. Necessidades da Casa
Todas as igrejas têm problemas de ordem material, o ideal é o pastor estudar cada região seu problema e formar um programa de assistência, para isso o ideal é formular um quadro de necessidades, um plano ordenado que permita ir dando passos ainda que sejam lentos, mas firmes, pode ir criando na igreja experiência, espírito de fé e de compromisso permanente.
4. Os Dons do Espírito
O Espírito da dons de serviço, de compartilhar, de misericórdia, de aconselhar próprio a cada situação, também da dons de cura e operação de milagres, estes são praticados em várias igrejas assim como também serve de auxilio para com os irmãos como o dom de cura, pena que em algumas igrejas seja tão ressaltado o dom de línguas estranhas e acabem se esquecendo que este é único e exclusivo de uso pessoal. Além disso, quando diferentes dons operam, o propósito divino é claramente visto.
5. Presentes nas Necessidades da Comunidade
A participação da igreja na comunidade deve ser durável, pois a igreja não pode ter uma atitude egoísta e se fechar perante a sociedade, deve começar por um desejo sincero de amparar e dar, nem sempre é com dinheiro a ajuda, mas oferecendo condições da igreja para com a comunidade. O pastor precisa ter um quadro de necessidades da comunidade e estruturar a igreja para oferecer ajuda nestas áreas, isso auxilia no evangelismo.
6. Mudança Social
Os pastores devem enfrentar a realidade de seu país com maior franqueza, objetividade e esperteza, já que os cristãos não escapam das circunstâncias que os rodeiam e tomam ou tomaram parte de tal.

Capítulo 15
O Culto
1. Bases do Culto
O culto cristão reúne dois rudimentos básicos que é o relacionamento entre Deus e seu povo e o relacionamento entre os membros do povo de Deus.
2. Elementos Básicos do Culto Cristão
Primeiramente o pastor deve passar para a igreja o que Paulo passou para igreja de Corinto que é o amor, a inteligência e a disciplina no culto, e também ter uma atenção totalmente voltada para Deus, pois é Ele quem deve ser destacado. Os elementos básicos para tal formação começar por adoração depois comunhão plena, testemunhos, desenvolvimento de relacionamentos, reflexão na palavra, ministração do amor e do poder de Deus e informação de atividades tudo isso com a presença a ação de Deus.
3. Ordem do Culto
Deve-se ter uma liberdade com ordem ou uma boa direção com liberdade, não necessariamente a igreja tem que ter uma liturgia ou ordem de culto formal fixada, o ideal é deixar o tempo e as atividades da igreja se encontrarem.
4. A Simplicidade do Culto
O culto deve ser de maneira que os fieis dêem graças à Deus, amor uns para com os outros , sabendo que podem edificar os outros e serem edificados, para que o culto se torne uma vivencia da comunidade em que todos se tornam agentes do Senhor.
5. Preparação dos Dirigentes do Culto
O pastor pode formar pessoas para o auxiliar nos cultos, fazendo um curso preparatório uma ou duas vezes no ano. Com estas pessoas o pastor pode ficar tranqüilo quando tiver que realizar outros trabalhos.
6. Observações Gerais Para os Dirigentes de Cultos
O principal é reconhecer que o centro dos cultos é sempre o Senhor, então é necessário que seja impedido qualquer exaltação do pregador para si próprio.
6.1 É necessário planejar as reuniões dos cultos.
6.2 Os obreiros devem estar atentos para as manifestações estranhas no culto.
6.3 Os dirigentes devem estar sempre apresentáveis, sempre com uma bela postura.
6.4 O inicio do culto deve ser sempre alegre para que as pessoas se sintonizem em uma total adoração a Deus.
6.5 Toda a equipe de liderança deve ser informada se vai ter algum hino novo, para que quando comece saiba cata-lo.
6.6 Ao ensinar um novo cântico, o ideal é passa-lo a igreja, cantando-o várias vezes até que a igreja cante pelo menos o coro. O correto é cantar um cântico novo somente a cada culto.
6.7 Deve haver coordenação entre os dirigentes e os levitas.
6.8 Todo o culto deve ter momentos de silencio e movimentos, nenhuma reunião pode ser somente com agitação. Isso pode ser um mau costume.
6.9 Deve sempre se preocupar com as crianças nos cultos, incentivando-as a participar, dando testemunhos etc.

Capitulo 16
Ordem e Disciplina
1- Critérios Gerais
A primeira atitude na igreja deve ser o amor, ajuda uns aos outros, misericórdia, e oração uns pelos outros, principalmente para aquele irmão mais necessitado, esta ajuda dos irmãos dentro da igreja é fundamental, tanto para o crescimento da igreja como para o tratamento dos casos mais difíceis. Deve-se aderir a disciplina em último caso, primeiramente deve-se tentar aconselhar o irmão, mas quando isso acontecer deve ser com amor e não com ódio ou rancor.
A igreja deve ficar sempre atenta, pois a disciplina deve ser aplica em casos de pecados que possa vir prejudicar o corpo inteiro de Cristo, caso não venha ser tomada esta medida, a igreja dará margem para o pecado se proliferar e criar raízes. O pastor deve analisar cada caso, lembrando-se que cada pecado é um caso diferente dos outros, também avaliar o que gerou o tal pecado.
O ensino e a ministração espiritual, são as melhores bases para prevenir tais situações, um programa de orientação espiritual, oportunidades de serviço, oportunidades de recreação sadia, oportunidades de cultivar os relacionamentos normais e satisfatórios, pode ser a melhor prevenção contra certos tipos de pecados.
2- Procedimentos
2.1 A exortação oportuna pode ajudar a prevenir muitas dores de cabeça.
2.2 Toda exortação deve ter um fundamento suficiente, Paulo alerta ter duas ou mais testemunhas.
2.3 Não escutar somente aquelas pessoas que adoram ver pecado em tudo, neste caso o ideal é uma declaração por escrita para que não desminta quando o pastor for até a pessoa indicada para aconselha-la.
2.4 Quanto maior a quantidade de dados do ocorrido melhor.
2.5 Evitar levar o caso a toda igreja.
2.6 Se o cristão insistir em pecar, deve-s então comunicar o órgão máximo da igreja, uma pessoa que não obedece a liderança de uma igreja precisa de uma ação de toda comunidade amorosa, mas forte.
2.7 Tem igrejas que adere a disciplina por algum tempo fixo, mas o caso que Paulo cita é completamente o contrário, quando o cristão peca e se arrepende, e ainda por cima mostra sinais de mudanças deve ser integrado rapidamente no convívio da igreja para que Satanás não venha ganha esta alma para o inferno.
2.8 Tem casos de recém convertidos que requer mais atenção, como os de usuários de drogas, prostitutas e alcoólatras, estes porém necessitam de muito amor e carinho de toda a igreja.
Tudo isso mostra ao pastor e a igreja que, diante das situações de pecados de algumas pessoas, é importantíssimo conhecer bem seus antecedentes.

Capitulo 17
O Aconselhamento.
1- Níveis de Aconselhamento.
É muito diferenciar o aconselhamento da repreensão, muitas vezes o pastor confunde estas duas coisas apesar de ser parecidas são duas coisas distintas.
1.1- Aconselhamento Popular: é o que ocorre nos relacionamentos diários das pessoas que trocam conselhos entre si.
1.2- Aconselhamento Comunitário: geralmente acontece em tribos indígenas, onde alguém tem algum problema e leva para o grupo de aconselhamento, nas igrejas latino americano esta prática não é muito usada, mas todo pastor deveria descobrir o valor que tem neste tipo de aconselhamento.
1.3- Aconselhamento Pastoral.
1.4- Aconselhamento Profissional: este se refere aquelas pessoas intituladas conselheiros, psicólogos e psiquiatras.
2- Objetivo do Aconselhamento.
O aconselhamento não é uma indicação do que a pessoa deve fazer em uma situação de crise, é um meio, através dele ajuda-se a pessoa a ter uma visão global do problema e não reparar apenas nos detalhes, descobrir as causas, tomar as decisões, amadurecer para que em situações futuras, possa resolve-los por si mesma.
Mas também existe um outro fator, tem casos em que requer realmente a cura interior, com isso o pastor conta com o Senhor.
3- Um Modelo de Aconselhamento
3.1 Conhecer o lado externo da situação.
3.2 Reconhecer os fatores que entram em jogo.
3.3 Descobrir causas:
a) Descobrir causas simples: Propor soluções, definir alvos e avaliar o processo.
b) Descobrir causas profundas: Propor soluções, avaliar o processo e ministrar libertações.
4- Problemas Comuns.
4.1 Problemas Matrimoniais – neste caso podemos detectar vários tipos de problemas que leva um casal a ter a crise matrimonial, exemplos:
a) O sexo – este porém, é um fator muito comum entre os casais, mas para que o pastor possa ajudar o casal te que saber a raiz do problema.
4.2 Problemas Econômicos
São motivados por:
a) Gastar mais do que ganha.
b) Não ganhar o suficiente para as necessidades básicas.
c) Gostar de estar comprando coisas desnecessárias e de luxo.
d) Pagar contas alheias, ser fiador de outros.
e) Não saber trabalhar ou não ter treinamento profissional.
f) Haver na família pessoas que podem trabalhar mas vivem “encostadas”.
g) Situações imprevisíveis como um incêndio, roubo, morte do pai.
h) Irresponsabilidade no trabalho.
i) Ambos ter de trabalhar fora de casa.
4.3 A intervenção de terceiros
Em um lar quando tem outras pessoas tomando decisões cabíveis ao casal, começa gerar muitos problemas.
4.4 Os filhos
Os filhos são uma benção, mas ainda pode causar problemas, não eles próprios, mas as atitudes dos pais.
4.5 A religião
Os problemas por causa da religião podem ocorrer tanto onde os conjugues são de religião diferente como onde ambos são cristãos, a religião por si só não é um elemento que soluciona problemas. As vezes, cria problemas ou os agrava, conforme forem as atitudes.
Portanto, vale a pena ter em mente as recomendações da Palavra de Deus.
4.6 Ciúmes
Isso demonstra insegurança e desconfiança, e o tratamento dos ciúmes pode ser tanto psicológico como espiritual.
4.7 A terceira Idade
Para alguns casais essa é uma época muito difícil, porque eles vêem seus filhos grandes a maioria casados e eles se sentem só, é onde gera a crise.
4.8 Situações Inesperadas
Todos nós estamos sujeitos a essas situações, mas tem determinados casais que deixam de se entender quando acontece algo que interfere na vida afetiva.

Capitulo 18
Organização
1. A Importância da Organização na Igreja
1.1 É necessário que os relacionamentos, a estrutura, as funções, as ofertas, etc…, sejam guiados por critérios inteligentes, a Bíblia nos da vários exemplos de organização dentro da Igreja. Moisés é um em (Ex. 18:13-27).
1.2 É necessário que as igrejas reconheçam entre a relação entre os dons e o ministério, seu correto emprego no corpo,e a relação que tem com os ministérios, para que lá na frente não haja conflito ou ressentimentos entre irmãos e irmãos, ou até mesmo entre pastor e fiel.
1.3 O pastor desempenha um papel muito importante, á pastores que são magníficos pregadores e pessoas excelentes pessoas, mas tratando-se de organização podem até prejudicar seu ministério, deve-se combinar uma coisa e outra.
2. A Estrutura
Toda igreja e pastor precisam continuamente tomar decisões, são os casos de nomeação de tesoureiro, diáconos, pastores. As decisões podem ser corretas, mas muitas vezes o que causa dificuldade é o que se segue.
Em uma igreja as decisões são tomadas com base em dois elementos básicos.
A. Sua estrutura mais ampla.
B. Sua estrutura interna.
3. Prever o Futuro.
Um pastor pode direcionar seu trabalho exclusivamente para manter a igreja em certo estado, neste caso ele não consegue ver além do sermão do próximo domingo, esta será uma igreja estática e com pouco futuro. Mas também pode ver a igreja com alguns anos de antecedência. Não apenas como ela é atualmente como ele gostaria que venha a ser.
4. Analisar o Presente.
É muito importante ter uns três pontos de vista:
– O do Pastor
– O da própria igreja
– O da comunidade não cristã
Quando se consegue reunir uma visão tríplice como a indicada pode-se ter um quadro mais amplo. A avaliação permite aos irmãos expressar-se e dialogar com o pastor e com eles mesmos sobre a situação da igreja.
Ela pode ser feita uma vez por ano ou a cada dois anos, através de um questionário distribuído entre todos.
5. Delegar
O pastor ou grupo de lideres não deve pretender fazer tudo, mas aprender a delegar as responsabilidades. Delegar é atribuir tarefas, responsabilidade e autoridade.
6. Planejar
A igreja deve-se estabelecer certos objetivos para o futuro, que abrange várias áreas como, por exemplo:
6.1 Em relação à evangelização
6.2 Em relação às necessidades materiais dos irmãos
6.3 No tocante aos relacionamentos.
7. Programar.
Os objetivos traçados devem ser alcançados, e para isto é preciso traçar um plano de ação, com muito cuidado, para não programar menos que o necessário ou, mais.
8. Mudanças
O pastor e a igreja que desejam cumprir uma missão mais ampla devem fazer mudanças em seu estilo de vida em seu estilo de vida e de programação.
8.1 Mudanças é necessária
8.2 A mudança produz resistência.
8.3 Para a mudança deve-se contar com o Senhor.
Deve-se orar e jejuar e buscar ao Senhor quando houver uma mudança, as mudanças devem ser feitas por intermédio do Espírito Santo e não pela carne.
9. Orçamentar e Controlar Finanças
Na obra de Deus o dinheiro pode ser uma benção mas pode ser um obstáculo, por mais que o pastor não administre as finanças ele deve desenvolver um plano básico para passar segurança a igreja toda.
Teremos um exemplo:
9.1 Mão fora da Bolsa: é viável que o pastor cuide somente da área espiritual da igreja.
9.2 A igreja deve ter uma política clara sobre o manejo das finanças: é necessário que haja um principio definido de administração, e que toda a igreja esteja ciente disso.
9.3 A estrutura: O correto seria nomear uma comissão administrativa de várias pessoas, quando a igreja tem diáconos o ideal seria que fossem eles, nomeava o tesoureiro dentre um deles. Caso a igreja seja nova, então o pastor se encarregaria deste trabalho até preparar uma pessoa.
9.4 Sistema de controle de ofertas: O dinheiro recolhido deve ser contato pelo menos por duas pessoas, anotando-se o total em duas vias assinadas por ambos, ficando uma com o tesoureiro e outra com o secretário da igreja.
9.5 Sistema para guardar as ofertas: O mais conveniente é depositar todo dinheiro numa conta bancária, e se no povoado não tiver banco, o correto é procurar um meio seguro de guardar este dinheiro.
9.6 Orçamento: É sempre melhor ter um orçamento ou cálculo elaborado, antecipado do que se vai receber e do que se vai gastar durante um ano, deve ter equilíbrio entre o que os irmão podem dar, o que recebem do escritório central da denominação, e as necessidades que devem cobrir.
1. As entradas
2. As saídas
3. O orçamento anual
4. O controle mensal
5. Analise do orçamento
É necessário que esses feitios seja bem avaliados por todos da administração, e que sejam colocadas no papel e forme parte de um regulamento estabelecido para a administração dos bens da igreja. Tudo para evitar mal entendidos.
10. Coordenação
A igreja deve trabalhar com base em objetivos e com programas variados, a coordenação procura fazer com que as idéias e atividades se realizem.

(extraído do portal www.creiaemjesus.com.br.)

4 thoughts on “RESUMO DO LIVRO TRABALHO PASTORAL

  1. Graa e Paz, estou querendo muito adquirir o livro, trabalho pastoral, por favor envie o contato da editora ou como fazer para compra-lo.

    Abraos, Pr. Marcos – Natal RN

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  2. Ol ! nobre e amado Pr. Josias Moura, solicito que por sua grande bondade com seus fs, mim envie para meus estudos de Seminarista: Liturgia de casamento; Liturgia de batismo, para meu aprendizado, como seminarista concluinte. Ficamos super agradecido pela sua cordial ateno. Meus contato: msorui@hotmail.com; Igreja Presbiteriana do Brasil em Natal-RN, sou Presbtero e estarei concluindo meu curso de teologia este ano/2013.Meu abrao em Cristo.

    Date: Mon, 4 Nov 2013 12:25:28 +0000 To: msorui@hotmail.com

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  3. Pastor Josias estou muito satisfeito com as suas mensagens que tem chegado até mim, agradeço a Deus pela sua vida.
    elizaldo bispo cabral.
    assembleia de Deus em Coqueiro Ananindeua-PA.

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