ORIENTAÇÕES BASICAS PARA O ESTUDO BÍBLICO

INDICE

Introdução ……………………………………………………………………………

I Unidadetivos Geral e Específicos da Matéria ……………………….

Medidas para aproximação da Bíblia ……………………………..

Princípios de estudo da Bíblia ……………………………………..

Passos básicos para o estudo correto da Bíblia …………….

Conceitos: Método e Meditação ……………………………………

II Unidade – Método Devocional ……………………………………………………

Método Biográfico ……………………………………………………..

III Unidade – Método Analítico ……………………………………………………….

Método Sintético ……………………………………………………..

Método Tópico ………………………………………………………..

Conclusão ……………………………………………………………………………………..

Bibliografia …………………………………………………………………………………….

 

INTRODUÇÃO

Meditar é receber revelação por intermédio da Palavra de Deus. Daniel recebeu a revelação de que nos tempos do fim “o saber se multiplicará”. Mas apesar do aumento do saber e do conhecimento, nos campos mais diversos, que resulta na ampliação do vocabulário humano, o maior conhecimento que alguém pode ter ainda é o de Deus.

A preocupação   vital deste material relaciona-se à compreensão dos vários tipos de métodos que podem ser usados ao estudar-se a Bíblia, não esquecendo que os princípios hermenêuticos são a mola mestra para o desenvolvimento de qualquer método escolhido pelo autor.

Objetivo Geral: A disciplina terá como objetivo oferecer meios hermenêuticos que induzam o aluno a um programa de estudo bíblico preciso e compensador.

Medidas para aproximação da Bíblia:

1ª) Amar a Palavra Sl. 119: 97 – Somente aquele que é nascido de Deus, que já experimentou a regeneração por meio de Cristo e que goza comunhão com Ele pode dizer que ama a Palavra de Deus.

2ª) Receber iluminação do Espírito Santo – Jo. 16:13 – Esta iluminação só virá se o aluno estiver disposto a submeter-se à voz do Espírito Santo e colocar em prática o que dEle recebeu.

3ª) Reverência e Humildade – Uma atitude de apatia ou arrogância em relação à Bíblia não colabora para o entendimento correto da verdade de Deus. As Escrituras são chamadas de santas e devem ser tratadas como tal – II Tm. 3:15.

Nenhum intérprete é infalível. Portanto, ele precisa admitir a possibilidade de sua interpretação de determinada passagem não estar certa.

4ª) Disposição Mental – Heb. 5:14 – A vontade de estudar é fundamental. “As questões de ordem prática não podem ser resolvidas exclusivamente por meios espirituais" ” Bernard Ramm.

5ª) Acurada Investigação – Atos 17:11 – Os bereanos ouviram com atenção o que Paulo e Silas tinham para dizer, mas preferiram averiguar nas próprias Escrituras. É importante que a convicção se forme com o que a Bíblia ensina, em vez de credos, comentários, ou mesmo sermões. Estes podem fazê-lo voltar-se para a Palavra, como fizeram os bereanos, mas durante os tempos de prova é a autoridade da infalível Palavra examinada pessoalmente que permanece. A investigação original é um princípio importante e necessário que o aluno deve incorporar em sua metodologia, derrubando seus próprios pressupostos.

6ª) Reprodução Escrita – Lembremo-nos que nosso cérebro não tem a capacidade de reter 100% de tudo que aprendemos; nem tão pouco confiemos de que o Espírito Santo é obrigado a nos fazer lembrar o que foi registrado em nossos corações. O que é de nossa responsabilidade deve se feito por nós.

7ª) Estudo Constante e Sistemático – Um capítulo aqui, um tópico ali, uma passagem noutra ocasião não são as melhores abordagens para estudar a Bíblia. Delineie um programa de estudo da Bíblia que sistematicamente lhe desenvolva um equilibrado entendimento de toda a Palavra de Deus.

8ª) Estudo Transmissível – II Tm. 2:2. A intenção é, não só que cresçamos e amadureçamos em nosso andar com Ele, mas também de que ajudemos outros a desenvolverem ao máximo o seu potencial em prol de Jesus Cristo. Devemos passar a outros o que tivemos o privilégio de aprender.

Princípios de Estudo da Bíblia

· O que deve ser evitado na interpretação da Bíblia:

1º) Dar ênfase a fatos sem importância – Ex.: Judas, traidor do nosso Senhor, participou da última Ceia com Jesus e os outros discípulos? A prova é inconclusiva, mas apesar disso, alguns se preocupam excessivamente com uma questão como essa, chegando ao ponto de colaborar para a desunião da Igreja. Existem questões na Bíblia que Deus não quis explicar ou revelar. Ele é Soberano – Deut. 29:29.

2º) Usar a própria idéia – Ex.: Mc. 16:17,18. Alguns entendem esta passagem descritiva como uma ordem para fazer todas as coisas mencionadas, lendo-a como um mandado para fazê-las, quando tudo que Jesus está fazendo é descrever o que vai acontecer em certas situações na Igreja Primitiva, quando algumas pessoas tinham o dom de operar milagres.

3º) Usar apenas um texto – Quando isto acontece há toda probabilidade para interpretações distorcidas, por isto, deve ser verificado todo o contexto cultural, histórico, etc. A falta de conhecimento do todo dificulta a interpretação da parte.

4º) Usar textos bíblicos para tentar Deus – Mt. 4:6

Passos básicos para o estudo correto da Bíblia:

· Observação – Papel de detetive. É o registro do que se pode ver num método adotado de estudo da Bíblia. É o ato de reconhecer e anotar um fato ou ocorrência; significa estar mentalmente ciente do que se vê. O propósito da observação no estudo da Bíblia é saturar-se do conteúdo da passagem da Escritura, ficar tão familiarizado quanto possível com tudo o que o escritor bíblico está dizendo, explícita ou implicitamente.

Adote a atitude mental certa – utilize estes cinco requisitos no processo da observação:

1º) A observação exige um ato de vontade – você precisa ter a disposição e o desejo de saber o que está no texto bíblico, e, depois de perceber e reconhecer o que lá está, você precisa está determinado a conhecer e a aprender.

2º) A observação exige persistência em saber – aprender nunca é fácil! Requer diligência e disciplina eficiente se não for uma pessoa disciplinada. Um dos segredos da persistência no estudo pessoal da Bíblia consiste em ver que os resultados realmente valem o esforço e o labor nele empenhados.

3º) A observação exige paciência – numa época em que você tem comunicação num instante, tudo num instante, a tendência é querer ter instrução num instante. Todavia, a verdadeira aprendizagem toma muitíssimo tempo. Não tome atalhos no processo da aprendizagem. Os caminhos aparentemente mais curtos são na verdade curtos-circuitos; levam a resultados vãos. No estudo pessoal da Bíblia, como também em tudo mais na vida cristã, o processo é tão importante como o produto.

4º) A observação exige registro diligente – registre diligentemente todas as observações que fez em seu estudo pessoal bíblico.

5º) A observação exige cautela! Esteja atento a três advertências:

5.1. Não se perca nas minúcias; divida o seu tempo proporcionalmente para todas as partes da passagem em estudo;

5.2. Não pare com as observações, mas continue a fazer perguntas e procurar respostas significativas;

5.3. Não dê igual valor a tudo; procure discernir cuidadosamente o que é mais importante.

Adote também as seis questões básicas:

1- QUEM? Ouça todas as pessoas envolvidas.

2- O QUE? Que sucedeu? Que idéias estão expressas? Quais os resultados?

3- ONDE? Onde isso teve lugar? Qual é a localização geográfica?

4- QUANDO? Quando se deu? Qual o fundo histórico?

5- POR QUE? Por que aconteceu isso? Qual o propósito, ou qual a razão expressa?

6- COMO? Como se realizaram as coisas? Com que eficiência? Com que rapidez? Por meio de qual método?

· INTERPRETAÇÃO – Papel de promotor de decisão. A observação procura responder à pergunta: “Que diz?” A interpretação procura responder à pergunta: “Que significa?” Interpretação significa compreender o sentido daquilo que foi observado no estudo da Bíblia; é o ato ou processo de explicar.

Ao observar o que a Bíblia diz, você está fazendo uma sondagem; ao interpretá-la, está fazendo uma reflexão. Observar significa descobrir; interpretar significa digerir. A observação consiste em descrever; a interpretação, em determinar o sentido. A primeira é exploração; a segunda, explicação.

O alvo da boa interpretação é simples: Chegar ao “sentido claro do texto”.

Cuidados na Interpretação:

1- Contexto:

1.1. Histórico – este difere de livro para livro, visando a época e a cultura do autor e dos seus leitores, ou seja: os fatores geográficos, topográficos e políticos que são relevantes ao âmbito do autor; e a ocasião do livro, carta, salmo, oráculo profético, ou outro gênero. Todos os assuntos deste tipo são especialmente importantes para a compreensão.

1.2 Literário – as palavras somente fazem sentido dentro de frases, e, na sua maior parte, as frases na Bíblia somente têm significado em relação às frases anteriores e posteriores. É necessário descobrir a linha de pensamento do autor. O que o autor está dizendo e por que o diz exatamente aqui?

2- Conteúdo – tem a ver com os significados das palavras, com os relacionamentos gramaticais nas frases, incluindo certamente os contextos. As ferramentas para isto são: um bom dicionário da Bíblia, um bom Manual Bíblico (ou Introdução à Bíblia), uma boa tradução, e bons comentários. Mas note, por favor, que consultar um comentário, por essencial que isto seja, às vezes, é a última coisa que se faz.

· CORRELAÇÃO – Papel de coordenador. Relacionar o que está sendo estudado com outras porções das Escrituras e dentro do próprio trecho em estudo. Desde que a Bíblia é verdade, e que toda a verdade, devido à sua origem divina, é una, é importante relacionar várias verdades, umas com as outras. Isto mostra a coerência das Escrituras e ajuda o estudante a harmonizar-se com o que o restante da Bíblia diz sobre qualquer assunto dado, porém, todo cuidado é pouco quando se trata de relacionar, é necessário verificar se o contexto do verso citado condiz com o texto meditado.

Ÿ APLICAÇÃO – Papel de executor. Praticar na vida cristã o que foi estudado. A regra seis, quanto aos princípios de interpretação, afirma: “O propósito primário da Bíblia é mudar as nossas vidas, não aumentar o nosso conhecimento”. Ao fazer aplicação pessoal, é importante distinguir entre emoção e volição. Muitas vezes, aplicar a Palavra de Deus é uma experiência emocional. Todavia, o que Deus quer é ação, não apenas sentimento.

Princípios relativos à aplicação, considerando-se a pertinência e a atitude esperadas:

1º) Fundamentar a aplicação na interpretação – certifique-se de que a aplicação decorre diretamente de uma interpretação exata. “A interpretação sensata é a única certeza para uma aplicação correta”.

2º) Descobrir a atitude que se esperava do público original – é importante indagar na primeira fase da aplicação que atitude (s) os autores esperavam dos leitores originais.

3º) Basear as aplicações em elementos que sejam comuns entre os leitores de hoje e o público original – os aspectos comuns entre o público da época e os leitores de hoje formam a base das aplicações válidas. Ex.: Col. 3:2 – “pensai nas coisas lá do alto”.

4º) Entender que a atuação divina varia ao longo das eras – como o tratamento divino dispensado à humanidade varia de uma dispensação para outra, precisamos tomar consciência dessa variação para colocarmos a Bíblia em prática. É claro que certas coisas nunca mudam. Ex.: “Amar ao próximo”.

Êx. 20:13 “Não matarás”. Mt. 5:21 e I Jo. 3:15 condena tanto o assassinato quanto o ódio “todo aquele que odeia a seu irmão é assassino".

5º) Descobrir o que se aplica aos dias de hoje – não generalizar em nossos dias tudo o que aconteceu nos tempos bíblicos. O fato de Deus ter feito algo por alguém no passado não significa que podemos esperar que faça o mesmo conosco.

Conceitos: Método e Meditação

Método – é uma maneira organizada para atingir um determinado fim. É também uma maneira de se proceder para chegar ao conhecimento. Um plano traçado para se conseguir o que se deseja.

Meditação – é uma prática devocional que consiste em pensar nas palavras de um ou mais versículos da Palavra de Deus, com o coração aberto, permitindo que o Espírito Santo aplique essa Palavra ao nosso interior, dando-nos uma nova vida. Nossa parte, após essa atuação dele, é assimilar a verdade bíblica. Alguém definiu a meditação como “a faculdade que a alma tem de digerir”.

II Unidade

Método Devocional – Também chamado Método de Análise do versículo no estudo da Bíblia, é o estudo de um ou dois versos da Bíblia com referência ao seu contexto imediato.

Comece da seguinte forma:

1- Separe um livro e escolha um capítulo desse livro;

2- Leia com atenção e pausadamente ( no mínimo, 5 vezes) – Campbell Morgan (50 vezes);

3- Tome anotações dos fatos e idéias;

4- Escolha os versos a serem trabalhados e utilize-se do Método OICA!

Método Biográfico – Este método consiste em escrevermos ou discorrermos sobre a vida dos personagens bíblicos organizando os fatos, as obras e o caráter de cada um.

Como usar o método biográfico:

1. A escolha do personagem – a quem você deseja estudar;

2. Reunir todas as passagens bíblicos referentes à pessoa em estudo. A seguir, verificar o contexto de cada personagem;

3. Pôr os fatos e os acontecimentos em ordem cronológica, como por exemplo:

3.1. Qual o seu nome?

3.2. Onde se deu o seu nascimento?

3.3. Quando nasceu? Ano, época, período histórico;

3.4. Há algo de diferente quanto ao seu nascimento?

3.5. É casado? Quem foram sua esposa e filhos?

3.6. Quem foram seus pais? Exerceram influência boa ou má sobre seus filhos?

3.7. Qual era a sua ocupação nos primeiros anos de sua vida?

3.8. Qual era a sua ocupação quando adulto?

3.9. Quais foram os acontecimentos principais da sua vida?

3.10. Como morreu? Por que? E quais as causas de sua morte?

3.11. Qual a influência que deixou depois de sua morte? Positiva ou negativa?

4. Analise o caráter da pessoa: traços distintivos da personalidade. Ex.: Se era violento, manso… Para tal, devemos procurar notar:

4.1. Os elementos de poder e êxito do personagem;

4.2. Os elementos de fraqueza e de fracasso. Por ex.: Moisés tinha um defeito: complexo de inferioridade – “Senhor, sou pesado de língua”;

4.3. As dificuldades vencidas e que auxílio teve para vencer. Ex.: Jacó quando teve que fugir do irmão – o auxílio foi a misericórdia de Deus;

4.4. Os privilégios de que abusou. Ex.: O rei Usias aproveitou por ser rei e entrou no altar para queimar incenso – II Cr. 26: 16-23, e por isso ficou leproso;

4.5. As oportunidades que desperdiçou e as que aproveitou;

4.6. Os perigos que evitou;

4.7. Se houve crescimento espiritual em sua vida.

Unidade III

Método Analítico – Consiste em analisar cuidadosa e completamente uma passagem bíblica, ou um texto, ou até mesmo um pequeno livro da Bíblia. Seu objetivo é reconstruir tão claramente quanto possível o pensamento original do escritor. Nessa reconstrução, iremos encontrar os fatos que levaram o autor a dizer o que disse, da maneira que disse.

Cuidados a serem evitados neste estudo:

1- Ignorar a distinção entre o pensamento humano e o divino;

2- Menosprezar o contexto bíblico e histórico;

3- Deixar de se aprofundar na idéia e no sentido do texto.

Regras para o estudo analítico:

1º) Procure uma passagem com tema completo ( parágrafo, seção ou livro );

2º) Leia repetidamente, até sentir que está de posse do texto;

3º) Já conhecedor do texto, resuma-o; escreva pequenas sentenças (com propósitos definidos) ou parafraseie;

4º) Focalize o assunto central, veja de que trata o texto. Auxilie a si mesmo, sublinhando os versos que revelam as ações da passagem;

5º) Esboce o texto, descubra o assunto-chave, designando com algarismos romanos os pontos, procure subdividi-los;

6º) Faça uma leitura biográfica – tudo que lança luz sobre o autor e os indivíduos importantes mencionados;

7º) Busque a situação histórica, social, geográfica e cultural do escritor e seus leitores originais;

8º) Tempo de ação (uso) – passado, presente.

9º) Penetre e aplique-se ao texto. Não se esqueça de analisar o verso e a Palavra. Procure o sentido de cada parte, seu emprego nas Escrituras e sua aplicabilidade à vida.

Método Sintético – Consiste na abordagem de cada livro da Bíblia como uma unidade, procurando entender o seu sentido como um todo. Sintético vem da palavra “síntese”, que significa “reunir” partes ou elementos a fim de formar um todo. O objetivo é apresentar o conjunto gráfico do livro como resultado da identificação de suas partes principais e do relacionamento das partes entre si e em relação ao todo.

Para o estudo de um livro observe as seguintes regras:

1ª) Leia o livro do começo ao fim, se possível de uma só vez:

· Leia-o continuamente, sem observar suas divisões em capítulos e versículos;

· Leia-o repetidamente até que esteja certo (a) de tê-lo assimilado no mínimo 3 vezes, no máximo 5 vezes para explorar melhor a idéia do autor a fim de perceber o tema central;

· Leia-o devocionalmente com oração e dependência do Espírito.

2ª) Localize o livro no tempo e espaço, isto é, conheça o texto histórico, como seja:

· Quando foi escrito?

· Onde foi escrito?

· Quem escreveu?

· Para quem?

· Como era a sociedade em que viviam os leitores?

3ª) Procure descobrir o tema central e o propósito do livro;

4ª) Divida o livro em temas;

5ª) Seja claro, conciso e pertinente.

Método Tópico – Este método consiste na investigação sobre um tópico escolhido em toda a Bíblia ou numa porção dela. Ele pode ser:

– Literal : são as frase ou palavras específicas. Ex.: pecado, graça, amor…

– Analógico : quando se estuda idéias determinadas. Ex.: responsabilidade dos pais; relação entre marido e mulher; fidelidade na vida cristã.

Alguns passos a tomar para o estudo tópico:

1- Escolha a palavra para estudar e os limites do estudo – considere todos os tópicos da Bíblia importantes.

2- Delimite o assunto. Ex.: Estudar o pecado na Bíblia; o pecado no ensino de Jesus: pecado na epístola Joanina (tome conhecimento do significado de cada ocorrência do tópico, isto depende do contexto – por exemplo: “amor” em João 3:16 tem o mesmo sentido que “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” ? Cuidado com textos isolados.

3- Proponha o objetivo ou propósito de estudo.

4- Focalize as referências.

5- Escreva ao lado as observações sobre os versos. Achar o ponto principal.

6- Ponha o assunto em ordem lógica. Significa armar o esboço com pontos e sub-pontos.

CONCLUSÃO

O que significa meditar a Bíblia?

Aquele que se propõe a meditar na Bíblia deve crer firmemente que Deus se comunicou com o homem, e que ela constitui exatamente o registro de suas palavras. Isso é um princípio básico para se conhecer a Deus.

Inicialmente, amar a Deus não resulta de um ato de vontade. Jesus disse: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento”. Amar a Deus é uma decisão que tomamos. Não podemos amar algo que não apreciamos – através da leitura bíblica, travamos conhecimento com Deus e com seu amado Filho Jesus. Por ela, podemos descobrir a vontade dEle para nossa vida e ficamos a par dos planos e propósitos divinos. Ela nos revela o passado, fala-nos de poder para o presente, e dos planos para o futuro.

BIBLIOGRAFIA

1. BRAGA, James. “Como estudar a Bíblia”. Trad. Emma A. de S. Lima. SP.

Editora Vida. 3ª edição. 1993. 152p.

2. HENRICHSEN, A. Walter. “Métodos de estudo bíblico”. SP. Editora Mundo

Cristão. 5ª edição. 1993. 177p.

3. MCALPINE, Campbell. “A sós com Deus na meditação da Palavra”. MG. Ed.

Betânia. 1988. 176p.

4. Dicionário Bíblico John Davis

5. Manual Bíblico Halley

6. Dicionário da Língua Portuguesa

7. Concordância Bíblica

8. Apontamentos da Prof. Suely Zacarias Pinto e outros

3 thoughts on “ORIENTAÇÕES BASICAS PARA O ESTUDO BÍBLICO

  1. Que Deus faça prosperar mais ainda o ministério do pastor Josias Moura, que muito nos edifica com seu material. À ele, a mensagem de Naum 1.7

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  2. QUE TRABALHO MARAVILHOSO!!! MUITO BOM. DÁ UMA NUANCE PARA AQUELES QUE ESTÃO INICIANDO NA SUA CAMINHADA DE MINISTRO DE CRISTO. SEM PALAVRAS, QUE A GRAÇA DO CONHECIMENTO DE CRISTO CONTINUE CRESCENDO MAIS E MAIS EM SUA VIDA PARA QUE VOCÊ POSSA EDIFICAR OUTRAS VIDAS.
    GRAÇA E PAZ!!!

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