Estudo EBD Geisel. Tema: Jó e a Ressurreição–(Para o dia 14 de Julho de 2013–Acesse o site o Pr Josias Moura, pois são quase 3 milhões de acessos)

Site: www.josiasmoura.com Escola bíblica dominical da Igreja do Betel Geisel

Texto da Lição: Jó 14.7-22 Texto Básico: Jó 19.23-29; SI 16; Dn 12; Jo 11.1-26; 1 Co 15.12-24, 32-58; Hb 11.17-19; Ap 20.1-6

Jó e a Ressurreição

Para Decorar: “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá” (Jo 11.25).

INTRODUÇÃO

Toda estação do outono, as árvores perdem suas folhas e parecem morrer diante da força do inverno que se aproxima. A medida que a seiva deixa os ramos, a vida cessa. Todavia, na primavera, as árvores brotam de novo, como prova de que a vida pode surgir da morte. Jó observou o mesmo fenômeno e meditou sobre a esperança que isso indica.

A conclusão de Jó contradiz um provérbio que declara: “A árvore que cai permanece caída.” A natureza ensina claramente que as raízes e o tronco podem brotar novamente, quando existem condições para isso. A meditação de Jó estendeu-se à esperança do homem de uma futura ressurreição corporal.

PROPOSIÇÕES RELATIVAS À RESSURREIÇÃO (Jó 14.7-12,18-22)

A miséria pela qual Jó estava passando produziu nele uma atitude de melancolia, que fez com que se submetesse parcialmente ao falso conselho dos três amigos. Jó começou realmente a sentir-se culpado. Começou a acreditar que Deus o estava castigando por algum pecado cometido (Jó 13.26, 27). Mas a resposta que deu ao discurso de Zofar (Jó 11.1-20) não se limitava apenas à sua miséria (Jó 12-14). Jó acreditava que Deus tinha poder para dar vida (Jó 12.10). O Criador podia até mesmo iluminar a mais densa escuridão (v. 22). A luz representava a vida sobre a terra, e Jó pode ter-se referido a pessoas que estivessem em trevas e fossem levadas para a luz da vida. (Veja Jó 3.16,20; Ef 5.14.)

A primeira proposição apresentada por Jó é de que a morte não precisa ser a culminação final da vida. De fato, a árvore demonstrou a Jó que algo que parecia morto podia produzir vida (Jó 14.7-9). Essa verdade exemplifica­da pelo mundo vegetal não é incomum nas Escrituras. Jesus faz uso do grão de trigo enterrado no chão, como um exemplo da ressurreição física dos mortos (Jo 12.24). Paulo utilizou a mesma idéia para a ressurreição do crente (1 Co 15.36-38).

O exemplo da árvore fez Jó pensar na condição dos que partiram deste mundo (Jó 14.10-12). A morte era aparentemente sem esperança (v. 10).

Como resultado da comparação entre a árvore e a humanidade, Jó determinou que todas as aparências indicavam que não haveria ressurreição (v. 12). Isso não significava que Jó não tinha um conceito sobre a futura ressurreição corporal. Na verdade, a idéia de ressurreição acha-se claramente nos pensamentos de Jó, apesar de não ter sido, talvez, uma convicção muito firme na ocasião de sua conversa com os três amigos.

Abraão foi também um patriarca que viveu mais ou menos no mesmo período em que Jó. Ele cria na ressurreição física dos mortos (Hb 11.17-19). Desde que Abraão tinha esta crença, o que impediria Jó de pensar do mesmo modo?

A decomposição ou destruição é o que perturba a humanidade, tendo sido provavelmente a base para a pergunta prevista por Paulo: “Em que corpo vêm?” (1 Co 15.35). A decomposição e a morte são inevitáveis. Deus prevalece sobre o homem na morte (Jó 14.20). A morte do homem é o passar de uma existência terrena para uma existência transformada (v. 20).

Segundo Jó, os espíritos humanos que partem não têm conhecimento dos acontecimentos terrenos que envolvem seus parentes (v. 21). A atenção dos mortos é dirigida para seu próprio corpo em decomposição e sua alma entristecida (v. 22). (Veja Lc 16.22-31.)

Jó estava ainda considerando a maioria da humanidade, pois esta descrição se aplica à morte do ímpio.

CONVICÇÃO RELATIVA À RESSURREIÇÃO (Jó 14.13-17)

As meditações de Jó não favoreceram a idéia da ressurreição dos mortos. Seus pensamentos estavam voltados para o aparecimento de eventos naturais na vida e morte do homem. Em lugar de andar pela fé, Jó, temporariamente, andou por aquilo que via. Ele, porém, não pôde escapar ao fato de que, se Deus podia reproduzir a vida na árvore, também certamente poderia realizar a ressurreição do homem. (Veja 2 Co 5.7.)

A primeira coisa que Jó fez foi orar (Jó 14.13). Ele continuava sendo um homem reto, espiritualmente motivado e interessado. Sua atitude errada não poderia fazer frente por muito tempo às profundas convicções que possuía. A oração de Jó foi para que ficasse confinado temporariamente no mundo dos mortos. Uma vez que Deus tivesse morto a Jó em Sua ira, este desejava ser lembrado e receber misericórdia.

Essa oração foi uma evidência de sua paciência fiel (Jó 14.14,15). “Morrendo o homem, porventura tornará a viver?” (v. 14), Jó refletiu dessa forma sobre a possibilidade da ressurreição futura. Jó aguardaria no mundo dos mortos até que fosse transformado (v. 14). Ele estava quase convencido disso. A nova vida seria a base da esperança durante o seu sofrimento na terra e na morte (14). Deus ansiaria pelo ser que havia criado e chamaria Jó da terra dos mortos. Jó responderia ao chamado do Senhor (v. 15).

O chamado de Deus na ressurreição é mencionado repetidamente na Bíblia. A passagem mais familiar é João 5.25,28,29, onde Jesus disse que os mortos ouviriam a voz de Deus e se levantariam de seus túmulos. Paulo e João também se referem a tal chamado (1 Ts 4.16; Ap 11.11,12).

Jó reconheceu, outrossim, que ele merecia punição pelo seu pecado. Deus mantinha um registro de seus pecados e faria com que Jó respondesse por eles (Jó 14.16,17). As aflições do mundo e a morte não existiriam para o futuro corpo ressurreto. A ressurreição seria o padrão perfeito de Deus sem o pecado ou as suas necessárias conseqüências (1 Co 15.42-44; 1 Jo 3.1-3).

A morte produz vida, segundo as ilustrações da natureza (Jó 14.7-9,18,19). A nova vida é uma “transformação” da existência anterior (Jó 14.14; 1 Co 15.51-55). Deus tinha o poder e a autoridade para dar vida, mediante a ressurreição do corpo (Jó 14.15). As aparências às vezes enganam e fazem os homens se esquecerem da maravilhosa promessa de Deus, mas Ele continua fiel.

Para que sofrer a angústia mental da desesperança? A ressurreição é o antídoto para a desesperança e uma existência miserável (1 Co 15.19). Logo depois de suas observações, Jó elevou-se às alturas da esperança (Jó 19.23-29).

EXAMINE A SUA VIDA

A morte parece a você sem esperança? É como se o homem estivesse irremediavelmente perdido? Jó chegou à conclusão de que se Deus pode reproduzir a vida na árvore, ele também pode ressuscitar o homem. Você crê nisso? Qual a importância da ressurreição de Cristo? Você concorda em que Deus tem o poder e a autoridade para dar vida, mediante a ressurreição do corpo?

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