Boletim informativo da Igreja do Betel Brasileiro Geisel. Dia 29/01/2012

REFLEXÃO DO BOLETIM INFORMATIVO:

“Melhor e a mágoa do que o riso, porque com a tristeza do rosto se faz melhor o coração.” (Ec 7.3.)

Quando a tristeza vem sob o poder da graça divina, ela tem um múltiplo ministério em nossa vida. A tristeza revela profundezas de nossa alma que não conhecíamos, bem como capacidades de experiência e serviço que ignorávamos. Pessoas fúteis, levianas, são sempre superficiais, e nunca têm a mais leve idéia das coisas mesquinhas que há em sua natureza.

O sofrimento é o arado de Deus, que revolve as profundezas da alma para que ela possa produzir mais abundante colheita. Se não tivéssemos caído, em Adão, então a força normal para dilatar as capacidades da nossa alma seria a alegria divina. Mas num mundo decaído, o sofrimento (desprovido, porém, do desespero) é o instrumento escolhido por Deus para nos revelar aos nossos próprios olhos. Assim, é a dor que nos faz pensar profunda, longa e sobriamente.

O sofrimento nos faz andar mais devagar e com mais consideração pelos outros, e leva-nos a pesar os nossos motivos e atitudes. O sofrimento é que abre os nossos olhos para as potencialidades da vida espiritual que Deus pôs em nós. É o sofrimento que nos faz dispostos a usar toda a nossa capacidade em servir a Deus e ao próximo.

Ninguém é grandemente usado por Deus, sem antes ser quebrado. José sofreu mais que qualquer outro filho de Jacó. E isto o levou à tarefa de dar suprimento para todas as nações. Por esta razão o Espírito Santo disse a respeito dele: "José é um ramo frutífero… junto à fonte; seus galhos se estendem sobre o muro" (Gn. 49:22). É o sofrimento que faz dilatar a alma.

Assim fala o poeta acerca do sofrimento: “Eu vi o arado sulcando a terra, E meditei: A minha vida é como um campo sob o olhar do Senhor; — Onde irá crescer o precioso grão? Onde, a fé? Onde, o amor? A compreensão? — No sulco aberto pela dor.”

Cada pessoa e cada nação tem que aprender na escola da adversidade, na escola de Deus. "Podemos dizer: “Bendita é a noite, pois nos faz ver as estrelas’. Do mesmo modo podemos dizer: ‘Bendito é o sofrimento, pois nos faz ver as consolações de Deus”.

Certa vez, as enchentes levaram a casa e o moinho, tudo o que um pobre homem possuía na vida. Mas enquanto contemplava a cena de sua miséria depois de baixadas as águas, com o coração partido e desanimado, ele viu alguma coisa brilhando nos barrancos desnudados pelas águas. ‘Parece ouro’, disse. E era ouro. A enchente que o havia deixado pobre o fazia rico. Assim acontece muitas vezes na vida."

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